Anjo da Guarda — poema infantil de Emílio Moura

10 04 2009

vaso-com-dragao-gary-michael

Vaso chinês com dragão, pintura de Gary Michaels.

 

 

 

 

 

Anjo da Guarda

 

Emílio Moura

 

 

Dentro da sala meio escura

o Dragão salta do vaso.

Nenhuma espada em minha mão.

 

 

O tapete foge, o teto estica-se.

 

 

“ – Dorme, dorme, meu filhinho…”

 

 

Quem é que pega o Monstro

E prega o Monstro no vaso?

 

 

Alguém está pegando o Monstro…

 

 

 

Em: Antologia Poética para a infância e a juventude, Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, INL: 1961

 

 

 

Emílio Guimarães Moura (14 de agosto de 1902, Dores do Indaiá—28 de setembro de 1971, Belo Horizonte) foi um professor universitário, poeta modernista e redator dos periódicos Diário de Minas, Estado de Minas e A Tribuna de Minas Gerais. Moura foi também um dos fundadores da FACE-UFMG, onde lecionou e da qual foi o primeiro reitor.

 

 

Obras:

 

Ingenuidade (1931)

Canto da hora amarga (1936)

Cancioneiro (1945)

O espelho e a musa (1949)

O instante e o eterno (1953)

A casa (1961)

50 Poemas escolhidos pelo autor (1961)

Itinerário Poético (1969)

 

 

 


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