Dinossauros com muitos chifres!

28 09 2010

Caçadores de fósseis descobriram fósseis de dois diferentes dinossauros com chifres.  Um  que pode ser o animal com o maior número de chifres, do nosso planeta.  “Chifres por todos os lados!” É assim que os pesquisadores descreveram as duas novas espécies de dinossauros que descobriram: Utahceratops gettyi e Kosmoceratops richardson.    Ambos foram descobertos no Grand Staircase-Escalante, uma espécie de parque nacional ao sul do Estado americano de Utah e anunciados em 22 de setembro. Os animais encontrados eram parentes do famoso tricerátopo, ou triceratops, comedor de plantas famoso nos filmes sobre dinossauro.

Os chifres preenchiam toda a face dos gigantes, um sobre o nariz, um no topo de cada olho, um sobre cada osso da bochecha, e mais dez sobre cabeça.  Esse dinossauro teria vivido há 76 milhões em um pântano quente e úmido onde hoje é o sul do Estado americano de Utah e ostentava 15 chifres na cabeça.

O kosmocerátops, que tinha nada mais nada menos do que 15 chifres tinha um crânio de 2 m e atingia 5 m do focinho ao rabo. Além disso, cientistas do Museu de História Natural de Utah acreditam que o animal pesaria cerca de 2,5 toneladas.   Os chifres preenchiam toda a face dos gigantes, um sobre o nariz, um no topo de cada olho, um sobre cada osso da bochecha, e mais dez sobre cabeça.  Esse dinossauro teria vivido há 76 milhões em um pântano quente e úmido onde hoje é o sul do Estado americano de Utah. 

O fóssil do Kosmoceratops richardsoni// Foto: Scott Sampson, Universidade de Utah

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Existem muitas teorias sobre a utilidade dos chifres na região da “franja” de dinossauros como o tricerátops, hoje a mais aceita é de que tinham finalidade sexual (para atrair uma parceira) e de luta contra membros da mesma espécie. Apesar disso, as fêmeas também tinha a “franja”, o que, segundo os cientistas, servia para espantar os predadores.

Os pesquisadores descobriram dois crânios da nova espécie em uma área de difícil acesso do Estado e tiveram que retirá-los de lá em um helicóptero. Outro “primo” do tricerátops foi descoberto pelos cientistas na mesma região. Ele recebeu o nome de utahcerátops e era maior que o kosmoceratops, mas bem menos chamativo.

Raymond Bernor, paleontólogo da Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos (NSF) está empolgado com a descoberta. “Primeiro, pesquisadores encontraram duas novas e emocionates espécies de dinossauro. Segundo, a pesquisa ajudou a avançarmos no entendimento da geografia biológica das comunidades de dinossauros do oeste da América do Norte que aparentemente incluíam populações do norte e sul. E terceiro, a descoberta inspirou futuras descobertas no parque, que agora tornou-se uma das mais importantes reservas paleontológicas do mundo“.

Ao todo, são conhecidas entre 800 e 850 espécies de dinossauro, mas acredita-se que na época Mesozoica este número ficasse na casa dos milhares.

Fonte: BBC, Revista Galileu.





Filhotes Fofos: Binturong

28 09 2010

Foto: AFP

O zoológico Tierpark, em Berlim, apresentou dois filhotinhos de binturong nascidos no dia 17 de julho. Segundo o estabelecimento, são um macho e uma fêmea e foram nomeados de Morotai e Patani.

O binturong tem cerca de 1 m de comprimento e usa sua cauda comprida e enrolada para subir em árvores.  E está classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), na  Lista Vermelha, como um animal “vulnerável” à extinção.

De acordo com a IUCN, é natural do  Butão, Brunei, Camboja, China, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Filipinas, Tailândia e Vietnã. Nos últimos 30 anos a população desses animais caiu em 30% por causa de destruição e degradação de habitat e tráfico de animais entre outros problemas.

Fonte: Terra





Aprender uma língua estrangeira, quanto antes, MELHOR!

28 09 2010

Antes do banho do bebê, 1880

Mary Cassatt (EUA 1844-1926), 

Óleo sobre tela,  100 x 66cm

Los Angeles County Museum, EUA

Uma segunda língua é melhor aprendida quando ainda se é bem criança.  Este e o resultado da pesquisa feita por  Eloísa Lima, mestre em neurolinguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que  investigou o aprendizado de 32 bebês de 2 a 5 meses e verificou que a partir dos 2 meses e 20 dias a criança é capaz de identificar sons de vogais e entender as fronteiras das palavras:  onde começam e terminam as diferentes palavras nas frases.

Inteligência já existe no momento da pré fala, a criança não fala, mas pensa antes do primeiro ano de vida”, diz.

Para a pesquisadora, até os sete anos de vida é a melhor fase para aprender outro idioma. O ideal seria antes dos 3 anos. “A aquisição de um língua não esta ligada à fala, mas às emoções e ao raciocínio“. Ela acrescenta, “Não é impossível que um adulto aprenda, mas torna-se mais difícil, a exigência é maior“.

A criança é considerada madura para a linguagem perto dos sete anos. Depois, para aprender uma outra língua, as pessoas precisam fazer associações com sons, palavras e outras coisas de sua língua materna. Daí vem o sotaque e a dificuldade em aprender.

Nota baseada no artigo de Denise Dalla Colletta da Revista Galileu.





É hora do chá, poesia infantil de Helena Pinto Vieira

28 09 2010
Ilustração, Corinne Malvern.

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É hora do chá

                                    Helena Pinto Vieira

– Que fazes, Ritinha,

assim tão brejeira?

– Eu sirvo um bom chá,

que fiz na chaleira,

às minhas bonecas,

pois é brincadeira.

Em: O mundo da criança, vol. I, Rio de Janeiro, Delta: 1975





Quadrinha sobre A CRIANÇA

28 09 2010
Ilustração de revista da década de 1960.

A luz mais clara, mais pura,

chama viva da esperança,

só se encontra na ternura,

dos olhos de uma criança.

(Marília Fairbanks Maciel)








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