Imagem de leitura — Theresa Bernstein

13 08 2014

 

 

 

Oil on canvas 40"x50" Martin and Edith Stein Collection, FloridaOs leitores, 1914

Theresa Bernstein (EUA, 1890-2002)

óleo sobre tela, 100 x 125 cm

Coleção Particular





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

13 08 2014

 

 

VICENTE MECOZZI - (Itália1909 -Brasil 1964) Natureza morta - ostce - 30 x 40 - cid - 1946Natureza morta, 1946

Vicente Mecozzi (Itália/Brasil, 1909-1964)

óleo sobre tela colada em eucatex, 30 x 40 cm

 

 





Vamos brincar, lua! poesia infantil de Murilo Araújo

13 08 2014

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Pierrot cantando ao luar, ilustração de John A. Ardema.

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Vem brincar, lua!

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Murilo Araújo

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Cantemos rindo

canções douradas!

O luar é lindo

pelas estradas…

Rodem as rondas

com as mãos dadas!

Rodem nas rondas

os camaradas!

-

Há na floresta

que a luz debrua

alguma festa

que continua…

Rodem as rondas

pela floresta…

Dance na festa

Senhora Lua!

-

Não passam pagens

na redondeza

com carruagens

para a princesa?!

Rodem as rondas

com ligeireza!

Dance com os pagens,

Dona Princesa!

-

Não andam fadas

voando no ar

pelas estradas

cor de luar?

Rodem as rondas

descabeladas!

Senhoras fadas,

vamos dançar!

-

Pelas estradas

iluminadas…

Vamos dançar, dançar…

dançar!…

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Em: Poemas completos de Murilo Araújo, Rio de Janeiro, Irmãos Pongetti:1960





Esmerado: saleiro de mesa, século XVI

12 08 2014

 

 

 

benvenuto-cellini-salt-cellarSaleiro de mesa, 1540 – 1544

Benvenuto Cellini (Florença, c. 1500- c. 1571)

Ouro, esmalte, ébano, 26 x 33 cm

Museu Kunsthistorisches [da História da Arte], Viena, Áustria

 

Este saleiro foi feito pelo escultor renascentista italiano Benvenuto Cellinii para o rei da França Felipe I, nos primeiros anos da década de 1540. Há duas figuras representando a Terra [Anfitrite] e o Mar [Netuno].

Pequenas cuias para sal podem ser encontrados desde a antiguidade. Durante o período medieval esses saleiros começaram a aparecer com motivos decorativos tornando-se durante o período renascentista e barroco verdadeiras obras de arte.





Inaceitável: mulher lendo no Brasil do passado, texto de Ana Miranda

12 08 2014

 

 

 

moacyr alves, ouro preto, 1964, ost, 115x147Ouro Preto, 1963

Moacyr Alves (Brasil, 1904- 1982)

óleo sobre tela, 115 x 147 cm

 

 

“Nunca usava decotes como os das mulheres das Minas, vestia quase sempre saia e casaco pretos. Ás vezes aparecia com pintura e cabeleira, como os sodomas do palácio do governador. Costuma ser distraída e gostava de apreciar o horizonte. Falava com estranhos. Entrava nas igrejas, rezava ajoelhada. Andava com o nariz para o alto e olhava as pessoas nos olhos. Despertava vontade de fornicar, pois tinha carnes; mais dava medo. Às vezes a fidalga ficava olhando um livro de capa preta, que Lourenço não sabia dizer o que era, mas talvez fosse um missal.

 
Frei Francisco interessou-se especialmente por esta última informação, que poderia esclarecer de vez o caráter de dona Mariana. Muitas pessoas se interessavam pelos livros de poesias e ensaios, abandonando as leituras de obras religiosas; não para adquirirem sabedoria filosófica, mas para se desavergonharem. Buscavam na Arte de amar apenas os trechos obscenos. Ovídio ensinava às esposas como enganar seus maridos em celas alugadas; suas mulheres ostentavam infidelidade e os homens uma complacência cornuda. A obra de Ovídio reduzia uma grande civilização a um galinheiro. A maioria dos livros continha um amontoado de sujeiras, arrotos de desbraguilhamentos. Os poetas costumam ser uma gente de natureza maliciosa. Descreviam príncipes em atividades obscenas nos alcouces, nobres em atitudes indignas nas camas, alcoviteiras ensinando moças a tornarem seus amantes generosos, velhos seduzindo meninas, exoterismo mundano, cumplicidade de salão; cantava-se gente da sarjeta em versos langorosos, padres eram difamados. Filósofos ensinavam como apanhar adolescentes no circo. Imperadores invadiam cidades vestidos como mulheres e deleitavam-se com escravos. O que achavam as pessoas, por acaso, que os poetas escreviam sobre as tendas esfumaçadas de César? Discussões sobre táticas de guerra? Meditações? Preferiam descrever vasos de vinho, coroas de pâmpanos, lascívia as bailarinas orientais e homens deitados na mesma cama.”

 

 

O retrato do rei, ANA MIRANDA, São Paulo, Cia das Letras:1991,páginas 87-88

 





Trova (Quadrinha) do avião

12 08 2014

 

avião amarelo em vôo, hergéAvião, ilustração de Hergé.

 

Entre nuvens no infinito,

sofro a prisão mais prisão…

Sinto-me pássaro aflito

na gaiola de um avião.

 

(Gilka Machado)





Palavras para lembrar — Daniel Pennac

11 08 2014

Élisabeth Jacquet de La Guerre painted by François de TroyÉlisabeth Jacquet de La Guerre

François de Troy (França, 1645-1730)

 

“O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver.”

 

Daniel Pennac





Nossas cidades — Morretes

11 08 2014

 

 

morretes-de-bona-1969

Paisagem de Morretes (PR), 1969

Theodoro de Bona (Brasil, 1904-1990)

óleo sobre tela





11 de agosto, o dia do estudante!

11 08 2014
???????????????????????????????Estudo de Chico Bento é interrompido, ilustração de Maurício de Sousa.

 

Somos estudantes pela vida inteira!

 

???????????????????????????????Monica lê no jardim, ilustração Maurício de Sousa.

 

???????????????????????????????Pato Donald se instrui sobre educação das crianças, ilustração de Walt Disney.

 

???????????????????????????????Peninha aprende sobre sorte e azar, ilustração de Walt Disney.

 

lendo 77Cebolinha ataca os livros, tem muito a estudar, ilustração de Maurício de Sousa.

 

???????????????????????????????Magali aprende sobre o sorvete, ilustração de Maurício de Sousa.

 

lendo 49Os Irmãos Metralha estudam a biblioteca que encontraram, ilustração de Walt Disney.

 

lendo 80Do Contra estuda o manual do pacote recebido, ilustração de Maurício de Sousa.

 

lendo carequinha e bolinhaCarequinha aprende os segredos do vodu, ilustração Marge Buell.

 

Estamos sempre aprendendo algo novo!





Imagem de leitura — Stanley Spencer

11 08 2014

 

 

love-letters-1950

Cartas de amor, 1950

Stanley Spencer (Inglaterra, 1891-1959)

óleo sobre tela, 86 x 117 cm

Museu Thyssen-Bornemisza, Madri








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