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	<title>Peregrinacultural's Weblog</title>
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	<description>Notas culturais por Ladyce West</description>
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		<title>Pescaria no Avanhandava, texto de Francisco de Barros Júnior</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:04:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pescando, 1894
José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850-1899)
óleo sobre tela, 64 x 85 cm
Coleção Particular
&#160;
&#160;
A minha primeira pescaria no Avanhandava foi feita em companhia de um senhor, advogado em Penápolis, e de seu filho, estudante do terceiro ano da nossa Plitécnica, ambos fanáticos pescadores. 
Era em maio, e as águas límpidas tinham seu nível muito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6194&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/jose-ferraz-de-almeida-jr-pescando-1894-64x85cmostcolpart.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6195" title="JOSE FERRAZ DE ALMEIDA, JR, pescando, 1894, 64x85cm,ost,colpart" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/jose-ferraz-de-almeida-jr-pescando-1894-64x85cmostcolpart.jpg?w=510&#038;h=375" alt="" width="510" height="375" /></a><strong><em>Pescando</em></strong>, 1894</p>
<p>José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850-1899)</p>
<p>óleo sobre tela, 64 x 85 cm</p>
<p>Coleção Particular</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="color:#808000;">A minha primeira pescaria no Avanhandava foi feita em companhia de um senhor, advogado em Penápolis, e de seu filho, estudante do terceiro ano da nossa Plitécnica, ambos fanáticos pescadores. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Era em maio, e as águas límpidas tinham seu nível muito baixo.  Os dourados, à montante do salto, vinham até sua borda, mas evitavam descer, certamente advertidos pelo instinto,  da quase impossibilidade de retorno.  Na corredeira rasa onde ficavam, eram fisgados com facilidade.  Para atingir esse local, tínhamos de entrar pela margem direita e atravessar o canal –mestre quase na boca do salto, com água pela cintura.  A passagem era perigosíssima, e disso fui advertido, mas pai e filho estavam acostumados a vencê-la.  Venceram com facilidade, passando de uma para outra pedra submersa, colocadas como batentes da porta desse canal.  Quando chegou a minha vez, fiquei como o Colosso de Rodes, de pernas tão abertas, que não podia comandar os músculos para prosseguir ou voltar.  Deveria, quando dei o passo, aproveitar o impulso para vencer a passagem, em lugar de estender a perna tateando, medroso de me faltar apoio.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Fiquei nessa posição sem rolar no abismo, porque quando tombava, instintivamente procurei amparar-me na vara que levava na mão direita, e esta firmou-se em alguma fenda de pedra, mantendo-me em equilíbrio.  Nessa insegura posição, passei momentos angustiosos, sentindo claramente rondar-me a morte.  Por fim, numa prece íntima implorando auxílio divino, reuni as forças que se iam esgotando e retrocedi, não sem cair sentado, com água até o pescoço.  Desisti da empresa e fiquei a ver de longe as ferradas seguidas dos companheiros que matavam os dourados com golpes das costas do facão, atravessavam-lhes nas guelras uma correia e a prendiam na cinta, prosseguindo a pescaria.  Avançavam contra a correnteza, com uma profundidade média de um metro e iam lançando a linhada para a frente.  Os dourados abocanhavam a isca, mal esta tocava a superfície, ou logo ao iniciar a descida.  Com a pequena profundidade, brigavam pouco.  Quando a carga lhes pesava, iam depositar os peixes sobre uma pedra que aflorava à superfície, e continuavam.  Quando voltaram, traziam seis dourados de três a seis palmos, e mais não pescaram pela dificuldade do transporte.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Fiz essa pescaria com esses amigos de um dia, cujos nomes, por mais que me esforce não posso recordar, e segui para Corumbá.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Regressei um mês depois com intenção de ficar em Penápolis e fazer, em tão excelente companhia, nova pescaria no lindo salto.  </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Nem cheguei a ficar, pois quando me dispunha a descer a bagagem, fui abordado pelo pai do rapaz.  Estava de luto fechado.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Uma semana depois voltou com o desditoso filho e passou o primeiro passo perigoso, prosseguindo a pescaria.  Ao jovem sucedeu o que me havia acontecido, e não podendo firmar-se, rolou no abismo.  Um pescador que estava embaixo, na margem do canal, o viu tombar, sumir-se no turbilhão e surgir adiante, desgovernado, debatendo-se desesperadamente, a fronte sangrando de larga ferida.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Era tal a velocidade da descida, que, chicoteando-o com a sua linha, na esperança de fisgá-lo com o anzol, não mais pode alcançá-lo e o corpo sumiu-se entre os cachões de espuma, para só ser encontrado três dias depois, vários quilômetros mais abaixo. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Desta vez depois de inúmeras dificuldades, conseguimos um pirangueiro para a rodada.  A triste lembrança acudiu-me à memória, desde que cheguei ao majestoso salto, até que fisguei o primeiro dourado de uns três palmos.  Durante os dois quilômetros que descemos, consegui pegar quatro dourados.  Dois, mais ou menos do tamanho do primeiro, e o último de seis palmos, que brigou bastante antes de ser embarcado,.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Na volta, aludindo à tragédia, o pirangueiro, um dos que procuraram o corpo, indicou o poço onde fora encontrado já bastante atacado pelos peixes. (*)</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">Não tive mais vontade de pescar nesse dia, e no seguinte voltei para S. Paulo, sem aproveitar os que me restavam de férias.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808000;">(*) Recentemente soube que no mesmo passo perigoso, haviam perecido anos depois, o pai e um tio do infeliz estudante, quando aquele tentava salvar o irmão. </span> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em:  <strong><em>Caçando e pescando por todo o Brasil, 3ª série: no planalto mineiro, no São Francisco, na Bahia,</em></strong> de Francisco de Barros Júnior, São Paulo, Melhoramentos: s/d, pp. 34-36</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p><strong>Francisco</strong> Carvalho <strong>de Barros Júnior</strong> (Campinas, 14 de dezembro de 1883 — 1969) foi um escritor e naturalista brasileiro que ganhou em 1961 o Prêmio Jabuti de Literatura, na categorua de literatura infanto-juvenil.</p>
<p>Francisco Carvalho de Barros Júnior, patrono da cadeira n° 16 da Academia Jundiaiense de Letras, colaborou em vários jornais e revistas e é o autor da série Caçando e Pescando Por Todo o Brasil, um relato de viagens pelo Brasil na primeira metade do século XX, descrevendo diversos aspectos das regiões visitadas (entre outros botânica, animais e populações caboclas e indígenas).</p>
<p>Obras:</p>
<p><strong>Série Caçando e Pescando Por Todo o Brasil </strong></p>
<p><em>Primeira série: Brasil-Sul</em>, 1945</p>
<p><em>Segunda Série: Mato Grosso Goiás</em>, 1947</p>
<p><em>Terceira Série: Planalto Mineiro – o São Francisco e a Bahia,</em> 1949</p>
<p><em>Quarta Série: Norte,  Nordeste,  Marajó, Grandes Lagos, o Madeira, o Mamoré</em>, 1950</p>
<p><em>Quinta Série: Purus e Acre</em>, 1952</p>
<p><em>Sexta Série: Araguaia e Tocantins</em>, 1952</p>
<p><em>Tragédias Caboclas</em>, 1955, contos  </p>
<p><em>Três Garotos em Férias no Rio Tietê</em>, 1951, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Paraná</em>, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Paraguai</em>, infanto-juvenil</p>
<p><em>Três Escoteiros em Férias no Rio Aquidauana</em>, infanto-juvenil</p>
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		<title>Um novo camaleão na Tanzânia</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:51:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: BBC Brasil
&#160;
Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um camaleão diferente de dois outros camaleões semelhantes encontrados na mesma região.  Trata-se de uma espécie até então desconhecida. A confirmação veio após análise genética dos animais.  O novo animal recebeu o nome de Kynyongia magomberae, em homenagem à floresta de Magombera, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6191&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/camaleao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6192" title="camaleão" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/camaleao.jpg?w=301&#038;h=401" alt="" width="301" height="401" /></a>Foto: BBC Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um camaleão diferente de dois outros camaleões semelhantes encontrados na mesma região.  Trata-se de uma espécie até então desconhecida. A confirmação veio após análise genética dos animais.  O novo animal recebeu o nome de <em>Kynyongia magomberae</em>, em homenagem à floresta de Magombera, onde foi encontrado.</p>
<p> <em>Espécies de camaleões tendem a se concentrar em áreas pequenas e, infelizmente, o habitat do qual este novo animal depende &#8211; a floresta de Magombera &#8211; está ameaçado</em>, afirmou Andrew Marshall, do Departamento de Meio-Ambiente da Universidade de York e chefe da equipe de pesquisadores em campo. <em>Esperamos</em><em> que esta descoberta estimule os esforços para dar mais proteção a esta região e a outras próximas</em>.</p>
<p> A floresta Magombera da Tanzânia abriga ainda os macacos piliocolobus, que estão ameaçados de extinção. Por causa da tática de camuflagem do camaleão, muitas espécies passam despercebidas pelos cientistas. Ainda assim, cerca de duas novas espécies do réptil são descobertas a cada ano no mundo.</p>
<p> <em>É maravilhoso encontrar uma nova espécie desta maneira</em>,  disse Marshall ao jornal britânico <strong><em>The Daily Telegraph</em></strong>. <em>Trabalho na Tanzânia há 11 anos e identifiquei algumas novas espécies de árvores, mas encontrar um ser vertebrado é muito especial.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>FONTE: <strong><a title="Cientistas encontram nova espécie de camaleão na Tanzânia" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4118451-EI238,00-Cientistas+encontram+nova+especie+de+camaleao+na+Tanzania.html" target="_blank">Terra</a></strong></em></p>
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		<title>Música da semana: Planes like Vultures, le Loup</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:28:48 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/musica-da-semana-planes-like-vultures-le-loup/"><img src="http://img.youtube.com/vi/rl2xHn5Suq8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/5481/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/5481/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/5481/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/5481/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/5481/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/5481/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/5481/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/5481/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/5481/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/5481/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=5481&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Nhá Carola, poesia Ricardo Gonçalves para uso escolar</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:16:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fundo de quintal, 2009
Daniel Penna ( Brasil, 1951)
óleo sobre tela/ sobre madeira
18 cm x 24 cm
www.pennart.com.br
 
 
Nhá Carola
                                                            A .D. Olga
                                                          Ricardo Gonçalves
Arrepanhando o vestido
De chita azul, nhá Carola,
Põe feijão na caçarola
Para o almoço do marido.
Dorme um cachorro estendido
À porta da casinhola;
Gritam galinhas de Angola
No terreiro bem varrido.
Enquanto chia a panela,
A moça vai à janela,
A ver [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6049&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6050" title="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg?w=510&#038;h=375" alt="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" width="510" height="375" /></a>Fundo de quintal, 2009</p>
<p>Daniel Penna ( Brasil, 1951)</p>
<p>óleo sobre tela/ sobre madeira</p>
<p>18 cm x 24 cm</p>
<p><a href="http://www.pennart.com.br">www.pennart.com.br</a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5>Nhá Carola</h5>
<p>                                                            <em>A .D. Olga</em></p>
<p>                                                          Ricardo Gonçalves</p>
<p>Arrepanhando o vestido</p>
<p>De chita azul, nhá Carola,</p>
<p>Põe feijão na caçarola</p>
<p>Para o almoço do marido.</p>
<p>Dorme um cachorro estendido</p>
<p>À porta da casinhola;</p>
<p>Gritam galinhas de Angola</p>
<p>No terreiro bem varrido.</p>
<p>Enquanto chia a panela,</p>
<p>A moça vai à janela,</p>
<p>A ver se o marido vem.</p>
<p>Mas entra logo zangada</p>
<p>Porque na volta da estrada</p>
<p>Não aparece ninguém.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></p>
<p>Em: <em><strong>Poesia Brasileira para a Infância</strong></em>,  Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito,  São Paulo, Saraiva:1968</p>
<p> &#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/ricardo-goncalves.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6051" title="ricardo gonçalves" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/ricardo-goncalves.jpg?w=262&#038;h=272" alt="ricardo gonçalves" width="262" height="272" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></strong></p>
<p><strong>Ricardo</strong> Mendes <strong>Gonçalves  </strong>(SP, SP 1893 – SP, SP 1916)<strong> </strong>pseudônimos: Ricardo Gonçalves, Bruno de Cadiz, D. Ricardito.  Poeta, tradutor, jornalista, diplomado em Direito (1908), político, membro grupo Minarete.  Trabalhou para diversos jornais entre eles o <strong><em>Comércio de São Paulo e Estadinho</em></strong>. Foi também repórter do jornal <strong><em>O Correio Paulistano</em></strong>.</p>
<p>Obras:</p>
<p> <em>Ipês</em>, 1922</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/6049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/6049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/6049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/6049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/6049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/6049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/6049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/6049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/6049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/6049/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6049&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">peregrinacultural</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/ricardo-goncalves.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">ricardo gonçalves</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Novos moluscos em mares espanhóis</title>
		<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/novos-moluscos-em-mares-espanhois/</link>
		<comments>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/novos-moluscos-em-mares-espanhois/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descoberta científica]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Moluscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Agência EFE
Boas novas do arquipelágo das Canárias: pesquisadores espanhóis e cubanos,  trabalhando na costa espanhola, próximo à cidade de Santa Cruz de Tenerife, na ilha de Tenerife,  novas espécies do moluscos.

Foto: Agência EFE.
Vale lembrar que os moluscos são animais invertebrados na sua grande maioria marinhos.  Mas há também alguns de água doce ou terrestres.  Entre os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6180&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6181" title="EFE, molusco1" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco1.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a>Foto: Agência EFE</p>
<p>Boas novas do arquipelágo das Canárias: pesquisadores espanhóis e cubanos,  trabalhando na costa espanhola, próximo à cidade de Santa Cruz de Tenerife, na ilha de Tenerife,  novas espécies do moluscos.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6182" title="efe, molusco2" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco2.jpg?w=510&#038;h=276" alt="" width="510" height="276" /></a></p>
<p>Foto: Agência EFE.</p>
<p>Vale lembrar que os moluscos são animais invertebrados na sua grande maioria marinhos.  Mas há também alguns de água doce ou terrestres.  Entre os moluscos mais conhecidos estão os caramujos, as ostras e as lulas. </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6183" title="Efe, molusco3" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco3.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Foto: Agência EFE.</p>
<p>Das espécies  encontradas nos mares espanhóis a grande novidade são que todas se caracterizam por emitir flashes de luz quando são ameaçadas.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/6180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/6180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/6180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/6180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/6180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/6180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/6180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/6180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/6180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/6180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6180&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">peregrinacultural</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">EFE, molusco1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">efe, molusco2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/efe-molusco3.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Efe, molusco3</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Entenda o uso da vírgula!</title>
		<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/</link>
		<comments>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[ABI]]></category>
		<category><![CDATA[Arte de escrever]]></category>
		<category><![CDATA[Escrever]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[
Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.  Associação Brasileira de Imprensa, ABI.
Agência: África São Paulo Publicidade Ltda.
Produtora: Visorama Diversões Eletrônicas
Áudio: Sonido Produções Musicais
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6174&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/entenda-o-uso-da-virgula/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JxJrS6augu0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Comercial sobre a liberdade de imprensa que mostra como uma simples vírgula pode alterar a história.  Associação Brasileira de Imprensa, ABI.</p>
<p>Agência: África São Paulo Publicidade Ltda.<br />
Produtora: Visorama Diversões Eletrônicas<br />
Áudio: Sonido Produções Musicais</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/6174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/6174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/6174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/6174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/6174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/6174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/6174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/6174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/6174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/6174/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6174&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">peregrinacultural</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/JxJrS6augu0/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Imagem de leitura  &#8212; Gustav Oskar Björck</title>
		<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/imagem-de-leitura-gustav-oskar-bjorck/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem de leitura]]></category>
		<category><![CDATA[LIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Pintores]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[Passatempos, 1926
Gustav Oskar  Björck ( Suécia, 1860-1929)
óleo sobre tela,  123 x 146 cm.
&#160;
&#8211;
Gustav Oskar Björck, cujo nome também pode ser escrito Gustaf Oscar Björck, nasceu em  Estocolmo e foi treinado na Academia de belas Artes da mesma cidade.  Ele passou algum tempo na Colônia de Artistas em Skagen na Dinamarca assim como em Paris, Munique [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6156&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/bjorck_gustav_oskar_min_hobby.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" title="Bjorck_Gustav_Oskar_Min_Hobby" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/bjorck_gustav_oskar_min_hobby.jpg?w=510&#038;h=425" alt="" width="510" height="425" /></a><strong><em>Passatempos</em></strong>, 1926</p>
<p>Gustav Oskar  Björck ( Suécia, 1860-1929)</p>
<p>óleo sobre tela,  123 x 146 cm.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Gustav <strong>Oskar Björck</strong>, cujo nome também pode ser escrito Gustaf Oscar Björck, nasceu em  Estocolmo e foi treinado na Academia de belas Artes da mesma cidade.  Ele passou algum tempo na Colônia de Artistas em Skagen na Dinamarca assim como em Paris, Munique e na Itália.  Um de seus mais importantes quadros veio cedo na sua carreira:  Sinal de Perido, que está na coleção permanente do Museu de Arte de Copenhagen.  Sua pintura também é lembrada pelo <em>chiaroscuro </em>– onde  as diversas tonalidades de luz do sol brilhante à escuridão são reproduzidas.  Como retratista, Bjorck sempre tentou colocá-los nos seus mais íntimos contextos.  É considerado um dos maiores retratistas de seu tempo na Suécia.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/6156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/6156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/6156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/6156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/6156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/6156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/6156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/6156/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/6156/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/6156/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6156&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">peregrinacultural</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Bjorck_Gustav_Oskar_Min_Hobby</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Filhotes fofos: leãozinho</title>
		<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/filhotes-fofos-leaozinho/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Recreação]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aos doze dias de idade, o filhote do raro leão branco africano é alimentado por uma mamadeira no jardim zoológico de Belgrado, na Sérvia
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=5793&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/10/leao-branco-filhote.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5794" title="leão branco filhote" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/10/leao-branco-filhote.jpg?w=510&#038;h=382" alt="leão branco filhote" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Aos doze dias de idade, o filhote do raro leão branco africano é alimentado por uma mamadeira no jardim zoológico de Belgrado, na Sérvia</p>
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		<title>Quadrinha, filosofia de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:09:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bambu ao vento, aquarela chinesa.
 
Resiste ao vento o pinheiro,
e a ramaria espedaça;
mas o bambu, mesureiro,
dobra o dorso, e o vento passa.
(Archimino Lapagesse)
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=5120&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/08/bambu-ao-vento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5121" title="bambu ao vento" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/08/bambu-ao-vento.jpg?w=510&#038;h=360" alt="bambu ao vento" width="510" height="360" /></a><strong><em>Bambu ao vento, aquarela chinesa.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Resiste ao vento o pinheiro,</p>
<p>e a ramaria espedaça;</p>
<p>mas o bambu, mesureiro,</p>
<p>dobra o dorso, e o vento passa.</p>
<p>(Archimino Lapagesse)</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/5120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/5120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/5120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/5120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/5120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/5120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/5120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/5120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/5120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/5120/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=5120&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Papa-livros: Viva chama, de Tracy Chevalier</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Historia da Cultura Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Papa-Livros]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Bertrand Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Romance]]></category>
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		<category><![CDATA[Viva Chama]]></category>
		<category><![CDATA[William Blake]]></category>

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		<description><![CDATA[O sono da razão produz monstros, 1799  da série:  Os caprichos
Francisco Goya (Espanha, 1746-1828)
&#8212;
Já tive a oportunidade, aqui neste blog, de usar a palavra zeitgeist .  Esta é uma palavra alemã [pronunciada: ‘zaitgaist’] que engloba o conceito de um espírito de época. Originalmente ligada a um movimento do romantismo alemão, com o tempo esta palavra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6126&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/goyaosonodarazaoproduzmonstros.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6127" title="Goya,osonodarazaoproduzmonstros" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/goyaosonodarazaoproduzmonstros.jpg?w=350&#038;h=522" alt="Goya,osonodarazaoproduzmonstros" width="350" height="522" /></a><em>O sono da razão produz monstros</em>, 1799  da série:  <em><strong>Os caprichos</strong></em></p>
<p>Francisco Goya (Espanha, 1746-1828)</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>Já tive a oportunidade, aqui neste blog, de usar a palavra <strong><em>zeitgeist</em></strong> .  Esta é uma palavra alemã [pronunciada: ‘zaitgaist’] que engloba o conceito de um espírito de época. Originalmente ligada a um movimento do romantismo alemão, com o tempo esta palavra tornou-se a maneira taquigráfica para historiadores explicarem certos fenômenos, atitudes, preocupações que parecem surgir simultaneamente em diversos lugares e culturas diferentes mas que não teriam sido relacionados, apesar dos muitos pontos em comum que apresentam.  Foi justamente este conceito de <strong><em>zeitgeist</em></strong> que primeiro veio à minha mente ao ler <strong><em>Viva Chama</em></strong> [não gosto desta tradução do título inglês: <strong><em>Burning Bright</em></strong>, porque perde a ênfase em português], o mais recente livro de Tracy Chevalier traduzido no Brasil. (Rio de Janeiro, Record: 2009).</p>
<p>Não sou, nem nunca fui, uma especialista do século XVIII, mas conheço o suficiente para me lembrar que uma grande preocupação intelectual do final deste século e  início do século XIX baseava-se nos contrastes, nos opostos.  Intelectuais consideravam seriamente aspectos entre a razão e o sonho;  consideravam os limites do racionalismo em oposição às infinitas possibilidades do inconsciente.  Um dos maiores símbolos para a época, que parece representar fielmente as considerações mencionadas foi a série de oitenta gravuras do pintor espanhol Francisco Goya, chamada de  <strong><em>Los Caprichos</em></strong>, publicada em 1799.  E dentre estas gravuras, uma em particular: <strong><em>O sono da razão produz monstros, </em></strong>se tornou emblemática das preocupações desse fim de século.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/william-blake-pieta-1795-londra-tate-gallery.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6128" title="william-blake-pieta-1795-londra-tate-gallery" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/william-blake-pieta-1795-londra-tate-gallery.jpg?w=509&#038;h=400" alt="william-blake-pieta-1795-londra-tate-gallery" width="509" height="400" /></a></p>
<p><em><strong>Pietà</strong></em>, 1795</p>
<p>William Blake ( Inglaterra, 1757-1828)</p>
<p>Tate Gallery,  Londres</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>William Blake (1757-1828), poeta e pintor inglês, contemporâneo de Goya e também um dos personagens do livro de Tracy Chevalier foi um dos intelectuais da época,  mais  preocupados com a dualidade dos elementos.  Blake, que parece no romance um personagem de pano de fundo, tem, no entanto, suas idéias cristalizadas no tecido do romance.  Assim, questões que poderiam ser reduzidas e polarizadas, como razão x sonho; bom x mau; crença x materialismo, encontram no romance a linha de união que as une; a linha de união que preocupava Blake e que ele, através da autora explica:</p>
<p><span style="color:#800000;"> <em>&#8211; Sim, minhas crianças.  A tensão entre os opostos é o que nos faz ser como somos.  Não somos apenas  uma coisa, mas o oposto dela também, misturando, se chocando e faiscando  dentro de nós.  Não apenas luz, mas escuridão.  Não só paz, mas guerra.  Não só inocência, mas conhecimento.  – Ele descansou o olhar um instante na margarida que Maisie ainda segurava.  – É uma lição que precisamos aprender: ver o mundo todo numa flor&#8230;</em> </span>[p. 230].</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;-</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/william_blake_by_thomas_phillips.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6131" title="william_blake_by_thomas_phillips" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/william_blake_by_thomas_phillips.jpg?w=306&#038;h=397" alt="william_blake_by_thomas_phillips" width="306" height="397" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>William Blake</em></strong>, 1807</p>
<p style="text-align:center;">Thomas Phillips ( Inglaterra, 1770-1845)</p>
<p style="text-align:center;">National Portrait Gallery, Londres.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;">Tracy Chevalier, astutamente, digere para o leitor a grande temática de opostos se complementando, e o faz em tantos níveis através do romance, que este se torna, para quem o percebe, quase um quebra-cabeças do gênero: quantos quadrados podemos ver neste desenho?  Onde a figura apresentada não só é feita de quadrados como emoldurada por eles.    A trama é difusa e simples, aparentemente centrada nas peripécias de três personagens nos primeiros anos da adolescência.  Uma família sai de um vilarejo na Inglaterra, mudando-se para Londres, a convite do dono de um circo.  O pai, marceneiro, especialista cadeiras, vai para a capital do país ser carpinteiro do circo. Com ele além da mulher vão os filhos: Maisie, uma menina recatada e seu irmão mais velho Jem.   Logo, logo as crianças ficam amigas de Maggie, uma menina de idade próxima à de Jem, filha de vizinhos.  Os três têm muitas aventuras citadinas.  Maggie se aproxima deles feliz por poder mostrar aos “caipiras do interior” sua habilidade e esperteza adquiridas no dia a dia da metrópole.   Um casal &#8212; William Blake e sua esposa &#8212; que mora no mesmo grupo de casas, é olhado com curiosidade e desconfiança pelos vizinhos.  Assim se torna um elemento de fascinação para os três aventureiros que seguem o casal daqui para acolá e acabam travando uma amizade com o poeta-pintor e sua esposa.</p>
<p>Todos os personagens com grandes ou pequenas participações na trama apresentam duas facetas:  boa e má, inocente e experiente, seriedade e jocosidade.  Anne Kellaway, a senhora sisuda do interior é imediatamente fascinada pelo mundo do circo, onde ela pode se deixar levar por momentos oníricos que não admitia em sua própria vida.  O sério casal Blake é entrevisto nas suas relações sexuais ao ar livre.    Jem, o nosso adolescente do interior luta contra a fascinação e o repúdio por sua amiga Maggie.  Até mesmo as duas meninas, que parecem um o reverso da outra, têm em comum o mesmo nome, Margaret, para o qual cada uma usa um apelido diferente: Maisie e Maggie.  </p>
<p style="text-align:left;">William Blake é retratado como uma pessoa afável que desperta bastante curiosidade não só por sua impressora, uma máquina que pode ser vista em sua casa, da rua, como também pelos seus desenhos, por suas conversas, por suas poesias e por suas preferências políticas a favor daqueles que no continente apóiam a Revolução Francesa.  E mesmo como um intelectual londrino, William Blake não se esquiva de participar de pequenas discussões sobre uma visão do todo, que inclua seus opostos, com qualquer pessoa que pareça se interessar pelo assunto.   Um exemplo, logo no início do romance, de um diálogo que se desenrola entre ele e o dono do circo Phillip Astley.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/philip-astley.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6136" title="Philip-Astley" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/philip-astley.jpg?w=172&#038;h=229" alt="" width="172" height="229" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Philip Astley</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p><em><span style="color:#800000;">&#8211; O senhor cria, não é? – continuou Phillip Astley – Desenha as coisas reais, mas seus desenhos, suas gravuras não são a coisa em si, pois não?  São fantasias.  Creio que.  apesar das diferenças&#8230; – olhou de lado para o paletó preto e simples do Sr. Blake comparado ao vermelho que ele usava, com seus botões de metal brilhando, lustrados diariamente pelas sobrinhas  &#8212; somos do mesmo ramo, senhor: nós dois vendemos ilusão. O senhor com seu pincel, tinta e buril, enquanto eu&#8230; – Phillip Astley fez um gesto para as pessoas em volta &#8212; &#8230;todas as noites crio um mundo com artistas no picadeiro.  Tiro o público de seus cuidados e preocupações e dou-lhe fantasia para ele achar que está em outro lugar.  Mas para ser real às vezes temos que ser reais.  &#8230;.</span></em></p>
<p><span style="color:#800000;"><em> </em><em>&#8212; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  &#8212;-</em></span></p>
<p><em><span style="color:#800000;">&#8211; Não desenho pessoas reais – interrompeu o Sr. Blake, que ouvia com grande interesse e falou. Então, num tom mais normal, sem raiva.  – Mas entendo o senhor.  Porém vejo de outra forma.  O senhor faz diferença entre realidade e ilusão.  Julga que são opostos, não?</span></em></p>
<p><em><span style="color:#800000;">&#8211; Claro – respondeu Phillip Astley.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#800000;">&#8211; Para mim, são uma coisa só.  &#8230;.</span>   </em>[p. 115-116]</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></p>
<p>E assim, como numa sala de espelhos, a idéia de opostos unidos num todo, é esmiuçada e explicada, multiplicada infinitamente em diferentes níveis através do romance.  Quando vemos, temos em nossas mãos a verdadeira união de &#8220;opostos&#8221;,  William Blake que parecia apenas um personagem lateral, quase pano de fundo,  tem suas idéias explicitadas de tal forma que é indiretamente o real e único retratado na narrativa.  </p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/london_westminster_bridge_perspective_view-gravura-em-metal-colorida-2c2aa-metade-seculoxviii.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6139" title="London_Westminster_Bridge_Perspective_View, gravura em metal, colorida, 2ª metade séculoXVIII" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/london_westminster_bridge_perspective_view-gravura-em-metal-colorida-2c2aa-metade-seculoxviii.jpg?w=509&#038;h=348" alt="" width="509" height="348" /></a></p>
<p><strong><em>Vista da Ponte de Westminster em Londres na segunda metade do século XVIII.</em></strong></p>
<p><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">É a habilidade narrativa de Tracy Chevalier que leva este romance à leitura rápida, quase compulsiva da trama.  Como leitores anteriores já haviam comentado –  as citações na capa mostram – a riqueza de detalhes desta Londres do final do século XVIII é impressionante.  A autora parece sempre confiante nas descrições em que os cinco sentidos acabam sendo envolvidos: da paisagem do Tamisa de um lado ao outro da ponte de Westminster, aos cheiros dos becos locais, à delicadeza do tato na manufatura de um botão, ao perpétuo gosto de mostarda para os trabalhadores da fábrica, ao assovio de uma canção.  Neste livro todos os nossos sentidos são acordados para o mundo de 200 anos atrás.   E melhor ainda, nós nos lembramos de que esse mundo anterior, poderia ser particularmente cruel e imundo, de vida difícil, esgotante, para a maioria das pessoas.  </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Se você gosta de um romance com clareza histórica e uma conexão literária, não deixe de ler <strong><em>Viva Chama</em></strong>.  Vale a pena. </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">******</span></p>
<p><span style="font-family:&amp;">PS:  A <em><strong>Bertrand do Brasil</strong></em> poderia ter sido um pouco mais cuidadosa na editoração do livro.   Há muitos pequenos errinhos, incluindo a troca de personagens, que distraem a leitura.  Uma falta que não se espera de uma das editoras de um grande conglomerado editorial.  Pena.  Muita pena, que a pressa do lucro haja desvalorizado o texto. </span></p>
<p><span style="font-family:&amp;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:&amp;"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/tracey-chevalier.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6177" title="tracey chevalier" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/11/tracey-chevalier.jpg?w=293&#038;h=209" alt="" width="293" height="209" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">Tracy Chevalier</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peregrinacultural.wordpress.com/6126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peregrinacultural.wordpress.com/6126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peregrinacultural.wordpress.com/6126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peregrinacultural.wordpress.com/6126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peregrinacultural.wordpress.com/6126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peregrinacultural.wordpress.com/6126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peregrinacultural.wordpress.com/6126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peregrinacultural.wordpress.com/6126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peregrinacultural.wordpress.com/6126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peregrinacultural.wordpress.com/6126/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peregrinacultural.wordpress.com&blog=3678829&post=6126&subd=peregrinacultural&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">London_Westminster_Bridge_Perspective_View, gravura em metal, colorida, 2ª metade séculoXVIII</media:title>
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			<media:title type="html">tracey chevalier</media:title>
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