Imagem de leitura — Anita Klein

19 02 2017

 

 

 

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Novos óculos de leitura

Anita Klein (Austrália, 1960)

Gravura, 60 x 40 cm





Eu, pintor: Jacques-Emile Blanch

18 02 2017

 

 

self-portrait-by-jacques-emile-blanche-1861-1942Autorretrato

Jacques-Emile Blanche (1861-1942)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

18 02 2017

 

 

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Natureza morta com peixe

Sílvio Pléticos (Itália/Brasil, 1924)

acrílica sobre tela, 36 x 24 cm





Imagem de leitura — Hilary Rosen

17 02 2017

 

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Mulher lendo, 2005

Hilary Rosen (GB, contemporânea)

acrílica sobre tela

Coleção Particular





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

17 02 2017

 

 

 

cesar-barralfim-de-tarde-arpoador46-x-61-cm-osm-ass-cidFim de tarde, Arpoador

César Barral (Brasil, 1949)

óleo sobre madeira,  46 x 61 cm





Nunca sei, poema de Alberto Caeiro

17 02 2017

 

 

 

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Marinha com veleiros

Carol Kossak (Polônia 1845 – Brasil 1968 )

óleo sobre tela,  60 x 45,5 cm

 

 

 

Nunca sei

 

Alberto Caeiro

 

 

Nunca sei como é

que se pode achar

um poente triste.

Só se é por um poente

não ter uma madrugada.

Mas se ele é um poente,

como é que ele

havia de ser uma

madrugada?

 

 

Em:Poemas completos de ALberto Caeiro, Mensagem, Fernando Pessoa, Lima, Peru, Los Libros Mas Pequeños del Mundo: 2011, página, 243





Perguntas a editoras, resenha de Desvendando Margaux

16 02 2017

 

 

 

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Vinhedos de Auvers, 1890

Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)

óleo sobre tela

Saint Louis Art Museum

 

 

De quando em quando um livro atravessa o meu mundo que suscita a pergunta: o que foi que uma editora brasileira viu nessa obra, que valeria o investimento na compra dos direitos autorais, no pagamento de um tradutor, no investimento de imprimir e distribuir uma obra, com a confiança, até certo ponto, de que tal investimento iria trazer o lucro mínimo que a companhia precisa ter para continuar sua vida editorial.

Essa pergunta voltou a me perseguir na leitura de Desvendando Margaux, dos autores Jean-Pierre Alaux e Noël Balen. Estava a procura de uma leiturinha fácil, de um livrinho de mistério, detetive, qualquer coisa, para passar uma tarde de folga e esquecer o cotidiano quente do verão carioca.  Peguei esse livro que é o segundo de uma série policial da dupla, passado nos vinhedos franceses.  Um dos autores é especialista em vinhos e seu parceiro é jornalista.

 

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É um dos livros policiais mais insossos que já li.  Não há tensão.  Não há um mistério que agarre a atenção.  Os personagens são comuns, o drama sofrível, o mistério quase inexistente.  Há sim algumas noções de gerenciamento de vinhedos e o panorama por trás da produção de vinhos.  Mas falta aquela trama que não deixa dormir.  Essa obra não dá ao leitor o frenesi de ter que chegar ao final, nem é cheia do charme de uma Miss Marple que resolve as intrigas da cadeira de balanço de sua casa na aldeia.

 

alaux-balen2david_nakache_640Jean-Pierre Alaux e Noël Balen

 

Depois da leitura, enquanto me deliciava com um bom Simenon, procurei mais informações sobre outros livros da dupla.  E realmente há muitos.  Os autores são populares e até traduzidos para o inglês.  É possível que eu tenha tido a falta de sorte de pegar uma de suas  obras mais fracas. Mas para isso confia-se no selo da editora.

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