A Pátria. Não há 7 de setembro, sem este poema!

7 09 2008

Bandeira do Brasil, criação fotográfica de Culiculicz.

Retirado de:

http://flickr.com/photos/62759970@N00/167812480/

 

 

A PÁTRIA

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!

Criança! não verás nenhum país como este!

Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!

A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,

É um seio de mãe a transbordar carinhos.

Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,

Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!

Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!

Vê que grande extensão de matas, onde impera

Fecunda e luminosa, a eterna primavera!

Boa terra! jamais negou a quem trabalha

O pão que mata a fome, o teto que agasalha…

Quem com seu suor a fecunda e umedece,

Vê pago o sue esforço, e é feliz, e enriquece!

Criança! não verás país nenhum como este:

Imita na grandeza a terra em que nasceste!

Olavo Bilac

Do livro:  Poesias Infantis, Olavo Bilac, Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves: 1949, 17a edição.

 

 





Um dos mais belos hinos… para comemorar o 7 de setembro

7 09 2008

MENINO COM BANDEIRA, 1980s

Marysia Portinari (Brasil, 1937)

Óleo sobre tela

Coleção particular

 

FIBRA DE HERÓI (Bandeira do Brasil)

Letra: Teófilo de Barros Filho
Música: Guerra Peixe
 
Se a Pátria querida
For envolvida pelo perigo,
Na paz ou na guerra
Defende a terra contra o inimigo.
Com ânimo forte,
Se for preciso, enfrenta a morte!
Afronta se lava
Com fibra de herói de gente brava.
 Bandeira do Brasil,
Ninguém te manchará;
Teu povo varonil
Isso não consentirá.
Bandeira idolatrada,
Altiva a tremular
Onde a liberdade
É mais uma estrela a brilhar.
 

 

 

 

 

 

NOTA DA PEREGRINA:

Na escola municipal em que fiz os meus primeiros anos escolares, cantávamos um hino, antes de começar as aulas, duas vezes por semana.  Em geral cantávamos o Hino Nacional para ficarmos “afiados” quando viesse a visita de alguma pessoa importante à escola, principalmente porque esta escola levava o nome de um país do Novo Mundo, e vez por outra, havia um adido cultural que vinha lá do consulado para nos prestigiar com sua presença.  [Pensando bem, acredito que isto se devesse ao esforço da diretora da escola].

De todos os hinos que cantávamos este era DE LONGE o preferido de todos.  Era o hino mais popular entre nós.  Hoje, quando penso nesta escola, agradeço à boa diretora que tivemos que exigia tanto esforço nosso e de seus professores.  D. Mercedes, muito obrigada!





7 de setembro — Dia da Independência do Brasil

7 09 2008

 

O Grito do Ipiranga, 1888

 

Pedro Américo (Brasil  1843- 1905)

 

óleo sobre tela,  7, 60 m x 4, 15 m

 

Salão Nobre

 

Museu Paulista, Universidade de São Paulo

 








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