A Laranjeira, poema de Júlia Lopes de Almeida

10 09 2008

 

A Laranjeira

 

 

Júlia Lopes de Almeida

 

 

Perfumada laranjeira,

Linda assim dessa maneira,

Sorrindo à luz do arrebol,

Toda em flores, branca toda

– Parece a noiva do Sol

Preparada para a boda.

 

E esposa do Sol, que a adora,

Com que cuidados divinos

Curva ela os ramos, agora!

E entre as folhas abrigados,

Seus filhos, frutos dourados,

Parecem sois pequeninos.

 

 

 

Júlia Valentim da Silveira Lopes de Almeida (RJ 1862-  RJ 1934), foi uma escritora abolicionista brasileira, contista, romancista, cronista, teatróloga.  Iniciou sua carreira de escritora no jornal Gazeta de Campinas, onde morava em 1881.

Obras:

Memórias de Marta, 1889

A Família Medeiros, 1892

A Viúva Simões, 1897

A Falência, 1901

A Intrusa , 1908

Cruel Amor, 1911

Correio da Roça, 1913

A Silveirinha, 1914

A Isca, 1922

A Casa Verde (com Felinto de Almeida), 1932

Pássaro Tonto, 1934

O Funil do Diabo

 





Tropas parecem reanimadas! Revolução de 1932

10 09 2008
Luta travada em Cunha

Luta travada em Cunha

 

8 de setembro de 1932

 

Nada de extraordinário se registrou hoje.

 

 

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Avante São Paulo!

Avante São Paulo!

 

9 de setembro de 1932

 

Nota-se que as tropas se reanimam.  Consta que as forças ditatoriais não vêm mais atacar as paulistas que se acham postadas no rio das Almas (aquém de C. Bonito0 e em Ligiana (aquém de Buri).

 

 

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Hora do Rancho!

Hora do Rancho!

 

 

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 143 em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

 

Certificado de Ex-combatente

Certificado de Ex-combatente








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