Em Palmeiras, uma esposa casadoura! Revolução de 1932

27 09 2008

Militares em Santos

Militares em Santos

24 de setembro de 1932

 

 

Um soldado voluntário, caipira, reclama hoje, lamuriento falta de noticias de sua esposa em Palmeiras.  E explicava:

 

“ Na outra revolução ( a de outubro de 1930) que durou só vinte dias, ela não recebia também minhas cartas e como contasse que eu fora morto em combate, em Itararé, minha mulher, quando eu voltei, já estava de casamento tratado com outro!”

 

E, desta vez, com certeza, o lamuriento voluntário, após 74 dias de ausência, tinha, e com carradas de razão, o pensamento voltado para Palmeiras, onde se achava a sua casadoura esposa!!

 

 

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Revista O Cruzeiro

Revista O Cruzeiro

 

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 147 em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

Militares de Caçapava, na Revolução de 1932

Militares de Caçapava, na Revolução de 1932

 








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