Imagem de leitura — Herman Wessel

5 01 2011

 

Tarde de verão, 1924

Herman Wessel (EUA, 1878-1969)

óleo sobre tela

Cincinnati Art Museum, Cincinnati, Ohio

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Herman Henry Wessel (EUA, 1878-1969) nasceu em Vincennes, no estado da Indiana, filho de imigrantes prussianos.  Estudo na Escola Luterana Alemã de Vincennes ficando fluente nessa língua.  Aos 13 anos herdou algum dinheiro de seu pai que faleceu e Herman aproveitou para sair da sua cidade natal e se estabelecer em Cincinnati para estudar arte.  Lá estudou com Henry Fanny, L.H. Meakin, Edward Potthast, Joseph Sharp e Frank Duvenec, todos conhecidos profissionais nas artes plásticas.





Catadores de Sonhos, uma peça que estreia dia 11 aqui no Rio de Janeiro

5 01 2011

 

Catadores de Sonhos – Utopia com Atores e Alpinistas discute a possibilidade de concretizar os sonhos, o poder de ampliar a imaginação e expandir o pensamento. Transitando na fronteira de linguagens – teatro, música, dança, vídeo e alpinismo, a peça se apropria do tema Utopia para ilustrar a busca de realizações. A estreia está marcada para o dia 11 de janeiro no Teatro Gláucio Gill, às 21h. A grande novidade fica por conta da presença de dois alpinistas em cena, que conduzem os atores para a atmosfera idílica da utopia. Quebrando a gravidade, o espaço é recriado, gerando novas possibilidades que as salas de espetáculos normalmente não oferecem.

O espetáculo é dirigido e escrito por Jadranka Andjelic, diretora sérvia, que há dois anos se estabeleceu definitivamente no Brasil. Desde então, desenvolve uma parceria duradoura com a produtora e diretora de cinema Eveline Costa. No começo de 2010, o espetáculo Cidade In/Visível chegou aos vagões do Metrô Rio, transportando os passageiros para a história da cidade. E o novo projeto Catadores de Sonhos reforça uma característica forte da dupla: a necessidade de realizar teatro que inspira reflexão.

A peça é encenada dentro e fora do prédio, usando a própria arquitetura do teatro como recurso. Os alpinistas escalam e “dançam” na parede, interagindo com atores, músicos e imagens. Seguindo o rastro de pesquisas que integram linguagens estéticas à discussão de problemáticas sociais, o projeto também abrange a importância de acreditar nos sonhos dentro da sociedade contemporânea.

O roteiro é livremente inspirado em fontes literárias variadas como Alberto Mangel e Giani Guadalupi, autores do livro Dicionário de Lugares Imaginários – um guia de viagem por espaços existentes apenas no terreno da ficção; Milorad Pavitch, autor de O Dicionário Khazar; Peter Handke, Santos Dumont, Oscar Wilde, Hakim Bay e utopias atuais de coletivos como o norte-americano Critical Art Ensemble, o antigo periódico anarquista Ação Direta e ativismos modernos.

O processo criativo conduzido pela diretora Jadranka aproveita a experiência de cada um dos envolvidos e a expansão do espaço cênico é evidente pela utilização quase constante de imagens projetadas em grandes telas. As imagens/vídeos criam o espaço em que o ator, músico e alpinista vai atuar. A trilha sonora original, composta por Thiago Trajano, também dá ênfase ao clima onírico do espetáculo, mesclando o tradicional a ritmos atuais.

“Catadores de Sonhos estimula as pessoas a terem uma visão mais ampla sobre o futuro, a persistirem e lutarem pelos seus sonhos, pois as mudanças são possíveis”, acrescenta Jadranka.

“A Utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar“. (Eduardo Galeano)

Ficha técnica:

Direção e dramaturgia: Jadranka Andjelic

Atores: Andréa Maciel, Patrick Sampaio e Ander Simões

Alpinistas: Felipe Edney e Eduardo Rodrigues

Direção de imagens, espaço cênico e objetos: Eveline Costa

Figurinos: Lydia Quintaes

Música, violão e direção musical: Thiago Trajano

Clarineta: Whatson Cardozo

Cello: Saulo Vignoli

Iluminação: Daniela Sanchez

Assistência de iluminação: Kadu Moratori

Fotografia: Carol Chediak

Programação visual: Rogerio Cavalcanti

Assistência de edição: Pedro Salim

Produção executiva: Rodrigo Lopes

Assistência de produção: Ferinha

Direção de produção: Eveline Costa

Produção: Sequência f i l m e s, músicas e cênicas

Assessoria de Imprensa: RPM Comunicação

Contabilidade: Valdilene Telhado Duarte

Operação de vídeo: Pedro Salim, Rodrigo Lopes e Pedro Coqueiro

Operação de luz: Kadu Moratori

Serviço:

Terças e Quartas, às 21h.

De 11 de janeiro a 02 de fevereiro

Local: Teatro Gláucio Gill

Endereço: Praça Cardeal Arcoverde s/n°

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 20 – inteira; R$10 – meia entrada

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Água e CO2 novo combustível!

5 01 2011

 

Pesquisadores desenvolveram uma técnica que utiliza a energia solar para remover átomos de oxigênio de moléculas de água e gás carbônico (CO2), produzindo hidrogênio molecular, um combustível de alta e limpa energia. O grupo de pesquisa é formado por cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, e do ETH Zurich e Instituto Paul Scherrer, na Suíça. Apesar da pesquisa não ser recente, seus resultados foram publicados em um artigo na revista Science recentemente, na véspera de Natal, e indicam que o processo é mais eficiente que outros do tipo.

A tecnologia base para a produção de hidrogênio combustível (H2) é a remoção de átomos de oxigênio da água e do CO2 com a utilização óxido de cério não-estequiométrico, um composto que tem despertado o interesse de pesquisadores por seu alto poder na captura e liberação de átomos de oxigênio. O reator é projetado para trabalhar com temperaturas de 1420 a 1640 °C em seu núcleo.

Os pesquisadores afirmam que a eficiência do reator solar é de 0,7 a 0,8 % após 500 ciclos, o que representa um valor duas ordens de grandeza maior do que o atingido até então por técnicas deste tipo, destaca o site Elektor. Segundo os cientistas, esta eficiência é a principal diferença entre seus resultados e o que existia até então.

Com as novas descobertas, a produção de combustível a partir de energia solar poderá ser feita em altas taxas, sem que sejam necessários sistemas ou microestruturas complexas. Além disso, o grupo acredita que, com a otimização do reator e uma integração do sistema, a eficiência possa aumentar ainda mais.

Só falta saber o que se vai fazer com o monóxido de carbono (CO) produzido na reação, que é muito mais danoso para a saúde e o meio ambiente do que o dióxido de carbono (CO2). Para mais informações sobre o assunto e detalhes sobre a tecnologia, o site da revista Science disponibiliza o artigo,sob pagamento ou você pode ler o resumo do artigo AQUI.

 FONTE: TERRA





Filhotes fofos — antílope

5 01 2011

Aqui está este dengoso filhote de antílope recebendo a uma atenção  especial.  Tanto carinho parece muito justo afinal, ele nasceu no dia 27 de novembro de 2010 e é a mais nova adição ao rebanho que vive no Zoológico de Berlim, na Alemanha.





Tartaruga-couro [ou Tartaruga-de-couro] nada mais de 7.000 km para procriar

5 01 2011

 

Tartarugas marinhas, selo de Angola, com a tartaruga-couro no selo propriamente dito.

 

Equipamentos de rastreamento via satélite lançaram luz sobre uma impressionante odisseia transatlântica realizada pela tartaruga-de-couro, uma das mais antigas espécies do mundo, que se lança em uma corrida alimentar antes de procriar, disseram cientistas esta quarta-feira.

Biólogos da Universidade de Exeter, no sudoeste da Inglaterra, instalaram minúsculos rastreadores em 25 tartarugas fêmeas em suas áreas de procriação no Gabão, centro-oeste da África, e monitoraram seus movimentos nos cinco anos seguintes.

Três rotas migratórias emergiram à medida que as tartarugas se dirigiam a águas repletas de comida no Atlântico, construindo reservas nos próximos dois a cinco anos antes de retornar ao Gabão para se reproduzir, afirmaram.

Uma das rotas levou a uma zona circular no meio do Atlântico, entre a África central e o Brasil, e outra rota foi registrada bem mais ao sul, além do Cabo da Boa Esperança. Uma terceira cruza, reto como uma flecha, o Atlântico até a costa da América do Sul, uma travessia oceânica de 7.563 km.

Apesar de a pesquisa extensiva realizada sobre as tartarugas-de-couro, ninguém tinha certeza até agora sobre as jornadas que fazem no Atlântico sul”, disse Matthew Witt, do Centro de Ecologia e Conservação da universidade britânica.

O que demonstramos é que há três rotas migratórias claras quando elas retornam para seus locais de alimentação, após o acasalamento no Gabão, embora o número de indivíduos que adota cada estratégia varie a cada ano. Nós não sabemos o que influencia esta escolha ainda, mas sabemos que há jornadas realmente consideráveis“, acrescentou.

As descobertas, publicadas em Proceedings B, revista da Real Sociedade britânica, demonstraram ainda que as tartarugas também cruzam rotas usadas por traineiras. Estas são embarcações que lançam no mar um rastro de anzóis para pegar peixes, mas que acabam capturando acidentalmente tartarugas e albatrozes.

Todas as rotas que identificamos levam as tartarugas de couro por áreas sensíveis para a indústria de pesca”, disse o colega de Witt, Brendan Godley. “Conhecer as rotas também nos ajudou a identificar pelo menos 11 países que devem estar envolvidos em esforços de preservação, bem como aqueles com frotas de pesca de longa distância“, emendou.

As tartarugas-de-couro são a espécie maior, que viaja mais longe e mergulha mais fundo entre todas as espécies do planeta, alcançando 2 m de comprimento e excedendo os 900 kg. Sua população se manteve relativamente estável no Atlântico, mas declinou de forma alarmante no Pacífico, o que tem sido atribuído à captura acidental por traineiras e à perda de áreas de procriação devido à ocupação costeira.

Tartaruga-couro

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Características da Tartaruga-couro:

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•  A tartaruga-couro é a maior tartaruga  do mar, chegando a quase dois metros de comprimento e 540 kg de peso.

 •  Ao contrário de outras tartarugas marinhas,  a tartaruga- couro não tem uma casca dura.   Sua casca é feita na parte superior de um mosaico de pequenos ossos cobertos por uma pele firme, que lembra a borracha e tem sete cristas longitudinais.

•  As tartarugas couro são as tartarugas marinhas mais amplamente encontradas:  podem ser encontradas nos oceanos  Pacífico, Índico e Atlântico, particularmente nas regiões tropicais.

•  As tartarugas-couro, entre todas as tartarugas marinhas,  são as que mergulham nas regiões mais profundas dos oceanos.  O mergulho mais profundo que se registrou foi de 1,2 km que é um pouco mais do que o mergulho mais profundo conhecido que pertence à baleia cachalote.

•  Tal como acontece com outros répteis, o sexo de tartarugas é determinado pela temperatura dos ovos durante a incubação. Com as tartarugas-couro, temperaturas acima de 29º graus centígrados resultarão em filhotes do sexo feminino.

•   As tartarugas-couro são fortes nadadoras e algumas já foram registradas como tendo cruzado oceanos,  viajando milhares de quilômetros em busca de sua presa favorita, as águas-vivas.

 FONTES:  Terra, Eureka

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VEJA FILHOTINHOS DE TARTARUGA-COURO:

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Para outro artigo sobre essa tartaruga neste blog, clique   AQUI.








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