Imagem de leitura — Edward Antoon Portiellje

25 02 2011

Um belo sorriso, 1898

Edward Antoon Portiellje ( Bélgica, 1861-1949)

óleo sobre tela,  82 x 72 cm

Coleção Particular

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Edward Antoon Portielje  nasceu na Antuérpia em 1861.  Estudou com  Charles Verlat (1824-1890), que ensinava na Academia de Antuérpia desde 1877.   Como seu pai, Jan Frederik Pieter Portielje (1829-1908),  holandês, Edward Antoon Portielje se dedicou principalmente à pintura de gênero.   Seu irmão mais velho, Gerard Jozef Portielje, também foi um pintor de renome.  Edward Antoon Portielje  morreu em 1949, aos 88 anos, na Antuérpia.





Novíssimo dinossauro, saurópode, vegetariano e chutador!

25 02 2011

Desenho de como seria um brontomerus mcintoshi.

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Cientistas britânicos e americanos anunciaram terem descoberto uma nova espécie de dinossauro – batizada de Brontomerus mcintoshi. O nome, do grego “bronto”, que significa trovão e “merós”, que significa coxa, é uma homenagem às suas pernas traseiras, capazes de disparar poderosos chutes.  A nova espécie, é um saurópode – a família de dinossauros famosa pela sua grande cauda e longo pescoço. Os ossos apesar de bastante fragmentados estão em número suficiente para que os cientistas pudessem  concluir que estas criaturas possuíam grandes e poderosas pernas. “Se os predadores viessem atrás,ele  seria capaz de colocá-los fora do caminho”, refere Mike Taylor, da College London University.

A ossada — ombros, bacia, costelas e vértebra —  foi encontrada em Utah em 1994.  Estava numa pedreira e  tinha sido vandalizada por comerciantes de fósseis do mercado negro, provavelmente por pensarem que não tinha valor comercial.  O que restou foi,  depois, transportado para um museu, “onde ficou por cinco a dez anos até que alguns colegas e eu resolvemos analisá-la“, contou Mike Taylor.  Entre os fósseis restantes estava um íleo de grandes dimensões, maior do que os encontrados em outros dinossauros  semelhante, um fato importante, porque o quadril é uma grande área para fixação dos músculos.

Pesquisadores do museu de História Natural de Oklahoma ficaram com os ossos até que em 2007, o professor Mike Taylor, da University College London, na Grã-Bretanha, decidiu examiná-los mais detalhadamente.

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Cientistas examinam os fósseis do Brontomerus mcintoshi.

O tamanho e a forma dos ossos da bacia permitiram a reconstituição de um novo espécime de saurópode, uma subordem dos dinossauros. Os ossos excepcionalmente grandes possibilitariam que o animal tivesse músculos particularmente poderosos, provavelmente os mais poderosos entre os saurópodes – herbívoros quadrúpedes que estão entre os maiores animais que já viveram na Terra. Diplodocus e Brachiosaurus são alguns exemplos de saurópodes.   Mike Taylor disse que os ossos gigantescos levaram-no  a deduzir  que Brontomerus  teria coxas muito fortes, musculosas e capazes de disparar chutes poderosos e que é provável que originalmente  esses coices tenham sido usados para disputar a atenção de fêmeas, evoluindo,  ao longo de milhares de anos,  para uma estratégia de defesa.  “O chute era utilizado, provavelmente, durante uma disputa entre dois machos por uma fêmea, mas com toda essa mecânica, seria impossível não crer que ele se utilizasse também do golpe para se defender de um predador“, explicou Taylor.

Os fragmentos encontrados levaram à reconstituição de uma carcaça de um adulto – provavelmente uma fêmea – e de um jovem, possivelmente sua cria. A mãe teria pesado cerca de seis toneladas, medido 14 metros de comprimento e uma altura equivalente a de um elefante grande.  Já o filhote, pesaria por volta de 200 kg, teria uma altura de um pônei, medindo aproximadamente cinco metros de comprimento.

Esse musculoso dinossauro vivia como seus pares saurópodes em um território seco e acidentado, onde suas coxas fortes teriam propulsão “como a de um carro 4×4“, segundo Matt Wedel, um membro da equipe, da Universidade de Pomona, na Califórnia.  O Brontomerus mcintoshi teria existido há 110 milhões de anos, durante o período Cretáceo.  

A omoplata do Brontomerus possui saliências anormais que provavelmente marcam os limites de músculos, sugerindo que possuía músculos do antebraço também poderosos”, explicou Matt Wedel, da Western University of Health Sciences em Pomona, California.  E completou:  “Como o saurópode foi o dinossauro mais abundante durante o período Jurássico e o mais raro durante o início do Cretáceo, há muito que havia a percepção de que os saurópodes haviam sido bem sucedidos no Jurássico para depois serem substituidos pelos Hadrossaurídeos e dinossauros com chifres no Cretáceo.  Nos últimos 20 anos, no entanto, estamos descobrindo mais saurópodes do período inicial do Cretáceo, e a nossa percepção esta mudando. Parece agora que os saurópodes podem ter sido tão diversos como o foram no período Jurássico, mas menos abundantes e assim mais difíceis de encontrar.

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FONTES:  National GeographicA críticaNaturlink, Terra.





Imagem de leitura — Aart Everaarts

25 02 2011

Cartazes, s/d

Aart Everaarts ( Holanda, contemporâneo)

acrílico sobre tela, 100 x 100 cm

http://www.aart-everaarts.nl

Aart Everaarts, nasceu em Roterdã, passou a infância em Zwolle.  Dedicou-se ao desenho e a pintura desde cedo, estudando na Academia de Art  de Roterdã.  Dedicou-se à fotografia, fazendo diversos cursos no exterior.   Trabalhou como fotógrafo  autônomo  em Zwolle.  É professor na Academia Minerva, em Groningen.  Já participou de inúmeras exposições de pintura, desenhos, gravuras e fotografias.








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