Valsa, poema dissílabo de Casimiro de Abreu

29 10 2011

Fim de baile

Rogelio de Egusquiza Barrena (Espanha 1845-1915)

óleo sobre tela

VALSA

Casimiro de Abreu

Tu, ontem,

na dança

que cansa,

voavas

c’as faces

em rosas

formosas

de vivo,

lascivo

carmim;

na valsa

tão falsa,

corrias,

fugias,

ardente,

contente,

tranqüila,

serena,

sem pena,

de mim!

Casimiro José Marques de Abreu (Barra de São João, 4 de janeiro de 1839 — Nova Friburgo, 18 de outubro de 1860) poeta brasileiro da segunda geração romântica. Foi a Portugal com seu pai em 1853, onde permaneceu até 1857. Morreu aos 21 anos de idade de tuberculose. Deixou um único livro de poesias publicado em 1859, Primaveras, mas foi o suficiente para se tornar um dos mais populares poetas brasileiros de todos os tempos.

Obras:

Teatro:

Camões e o Jaú , 1856

Poesia:

Primaveras, 1859

Romances:

Carolina, 1856

Camila, romance inacabado, 1856

A virgem loura,

Páginas do coração, prosa poética,1857


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