Imagem de leitura — Gustave Claude Etiènne Courtois

7 03 2012

A máscara japonesa, 1884

Gustave Claude Etienne Courtois (França, 1852-1923)

óleo sobre tela, 63 x 58 cm

Gustave Claude Etiènne Courtois nasceu em 1852.  Logo na infância já demonstrava gosto pelo desenho.  Estudou então na Escola Municipal de Desenho em Vesoul. Encorajado por Gerôme, Courtais entrou para a Escola de Belas Artes em Paris. Ganhou seu lugar nas artes visuais como um pintor realista, especializado em retratos e pintura histórica.  Faleceu em 1923.





Palavras para lembrar — Anna Quindlen

7 03 2012

O abade Prévost lendo Manon Lescaut, 1856

Joseph Caraud ( França, 1821-1905)

óleo sobre tela

“Eu seria feliz se os meus filhos crescessem para ser do tipo de pessoas que pensam que decorar um cômodo consiste em construir mais estantes”.

Anna Quindlen





As fabulosas ilustrações em silhueta, da série “Vamos Estudar?”

7 03 2012

Menina na cozinha com bandeja para o chá.

Os livros escolares de Theobaldo Miranda Santos, que foram usados por muitas das escolas primárias brasileiras nas décadas de 1940, 50 e 60, publicados pela editora Agir, têm, de vez em quando, algumas das mais deliciosas ilustrações em silhueta, como o exemplo acima de uma menina na cozinha.  Não me lembro de ter estudado nos livros desse autor, apesar deles terem algumas facetas que me são extremamente familiares, principalmente a divisão de cada capítulo, com exercícios e pequenos parágrafos que eram usados como ditado.  Minha memória sobre textos escolares que usei na escola municipal é muito vaga, só me lembro mesmo com uma antologia de textos literários. Mas como tenho um grande número dos livros de Theobaldo Miranda Santos, posso me deliciar com essas ilustrações e gostaria de dividir esse prazer com vocês.  Talvez elas venham a acender uma fagulha de boas recordações para quem estudou com elas.

Na venda, na quitanda, no armazém…  Menina fazendo compras.

Em nenhum, absolutamente nenhum dos volumes de Vamos estudar?  — quer seja a edição para o estado do Rio de Janeiro, quer seja para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, tenho livros para cada um desses estados  — em lugar algum há a indicação de autoria dessas ilustrações quadradinhas, de crianças em ação.  Já revirei a internet à cata de informações sobre sua autoria e ainda não achei nada.  Sei de uma coisa, no entanto, são americanas. Isso é simples de decidir, afinal de contas há em uma dessas tetéias a representação de uma vidraça quebrada próxima a um menino com o uniforme e o bastão de basebol.

Menino com uniforme de basebol e bastão.

Todas elas aparecem sem texto de referência, sem título e acredito que tivessem sido usadas para exercícios de redação, ora de narração, ora de descrição.  Coletei simplesmente nove dessas ilustrações que apareceram através das diversas séries primárias, às vezes em tamanho grande, às vezes do tamanho de um selo, preenchendo espaço.

Menino no balanço com cachorrinho.

Vez por outra elas aparecem com uma moldura negra bem grossa, ou aparecem como essa aí em cima sem qualquer moldura.  Mas parecem ser todas da mesma autoria.  Pelas características do desenho elas me parecem ter sido feitas nos anos da década de 1930.

Menino brincando com gatinho, jogando bola.

Essas ilustrações mostram crianças em atividades que poderiam ser aplicadas a qualquer criança na época.  Brincar com o gato, andar de balanço, fazer uma compra para a mamãe, estudar, ler com a família, fazer um piquenique.

Reunião com a família.

Acredito que a editora tenha comprado um grupo de 9 ou até 10 ilustrações diferentes com todos os direitos e as tenha espalhado nos livros escolares mais ou menos umas 5 ou 6 por livro.  Não eram as únicas ilustrações dos livros dessa série.  Muito pelo contrário.  Esses livros eram preenchidos com bons textos e muitas, muitas ilustrações em geral tendo a ver com a lição em questão.  Mas essas se destacam.

Menino estudando na escola.

Gosto muito do detalhe do aquário na janela.  Isso me lembra das nossas plantinhas que tínhamos que manter viva.  Espero que os peixinhos das escolas americanas tenham tido mais sorte do que os nossos feijões crescendo no algodão tiveram.  Mas reparem bem as roupas, isso é década de 1920-30.

Mãe e menino fazendo um piquenique.

Quem souber onde achar informações sobre essas ilustrações eu adoraria saber.  Só mesmo por uma questão de curiosidade.  Afinal tenho certeza de que aqui mesmo, entre os visitantes desse blog, há de haver muita gente que se lembra dessas imagens.  Muitos devem ter crescido com elas.  Vamos descobrir?





Quadrinha: o exemplo do pai

7 03 2012

Pai e filho, ilustração americana da década de 1950, autoria desconhecida.

O bom exemplo do pai

reflete sempre no filho;

e, pela vida, ele vai

seguindo no mesmo trilho!

(Amélia Ferreira de Carvalho)








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