Quadrinha da minha infância

31 05 2012

Brincadeiras de criança, ilustração Anton Pieck.

Dos meus tempos mais risonhos

descubro, agora, os segredos:

– cabia um mundo de sonhos

no meu mundo de brinquedos!

(João Freire Filho)





Palavras para lembrar — Montesquieu

30 05 2012

Senhora lendo, 1916

Maurice Marinot (França, 1882-1960)

óleo sobre tela

“Não conheço nenhum problema que uma hora de leitura não alivie”.

Charles de Montesquieu





Quadrinha da paz interior

30 05 2012

Até logo, ilustração de Marcel Marlier de 1953.

Caminhei por longa estrada

em busca de um pouso amigo.

Descobri na caminhada:

descanso é ter paz consigo.

(Miguel J. Malty)





Imagem de leitura — János László Aldor

29 05 2012

Sonhando acordada, s/d

Janos László Aldor (Hungria, 1895-1944)

óleo sobre tela, 64 x 98 cm

Janos László Aldor nasceu em Nagyimánd,na Hungria em 1895. Em 1919 concluiu o curso de arquitetura, mas como pintor foi autodidata.  A partir de 1914 começou a expor seus quadros regularmente.  Ficou conhecido pelos retratos de mulheres.  Faleceu em 1944.





Quadrinha do destino humano

29 05 2012

Tio Patinhas está apaixonado, ilustração Walt Disney.

Há nos destinos humanos
diferenças capitais.
Se muito sofre quem ama
quem não ama sofre mais.


(Osório Dutra)





Palavras para lembrar — Dawn Adams

29 05 2012

Berna lendo, 1997

Frank Leenhouts (Holanda, 1955)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

www.frankleenhouts.net

“Mostre-me os livros de que ele gosta e eu conhecerei o homem bem melhor do que através de seus amigos mortais”.

Dawn Adams





Berço, poesia de Bernardino Lopes

29 05 2012

O tropeiro na escadinha de São Chico de Baixo, década de 1980

Alberto Braga (Brasil, ?-?)

óleo sobre tela, 50 x 40 cm

Berço

B. Lopes

Recordo: um lago verde e uma igrejinha,

Um sino, um rio, um pontilhão, e um carro

De três juntas bovinas que ia e vinha

Rinchando alegre, carregando barro.

Havia a escola, que era azul e tinha

Um mestre mau, de assustador pigarro…

(Meu Deus! que é isto? que emoção a minha

Quando essas cousas tão singelas narro?)

Seu Alexandre um bom velhinho rico

Que hospedara a Princesa; o tico-tico

Que me acordava de manhã, e a serra…

Com o seu nome de amor Boa Esperança,

Eis tudo quanto guardo na lembrança

Da minha pobre e pequenina terra!

Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva:1968.

Bernardino Lopes, pseudônimo B. Lopes (Rio Bonito, RJ, 1859 — RJ,1916) foi um poeta brasileiro de diferentes tendências literárias na passagem do século XIX ao XX.  Foi funcionário do Correio Geral,  Membro da boemia intelectual carioca foi um poeta de transição do fim do romantismo.  Ficou muito conhecido pelos seus sonetos parnasianos.  Tem grande afinidade com os simbolistas.

Obras:

Cromos (1881) – 2ª Edição 1896

Pizzicatos – “Comédia Elegante” (1886)

D. Carmen, (1894)

Brasões (1895)

Sinhá Flor (1899)

Val de Lírios (1900)

Helenos (1901)

Plumário (1905)

Poesias Completas (1945)








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