Natal dos pássaros: cardeais em cartões de Natal e postais antigos

1 12 2012

Cartão de Natal americano: cardeais de encontro à janela.

Continuando uma tradição deste blog,  começamos hoje as postagens de cartões de Natal de outras épocas.  O sucesso no ano passado da divisão de cartões por temas, faz com que eu continue na mesma agora, em dezembro de 2012.  Hoje vemos alguns cartões de Natais passados, com representação de pássaros.

Cartão de Natal, canadense: casal de cardeias em galho de pinheiro com neve.

Cartão de Natal, cardeal em varanda olhando paisagem coberta de neve, EUA, década de 1970.

Casal de cardeais na cerca em jardim coberto de neve, 1970, EUA.

Cartão de Natal americano, década de 1980, árvore de cardeais.

Cartão de Natal francês, década de 1960, Cardeais no lampião.

Cartão de Natal, contemporâneo, EUA, Cardeal na neve.

Cardeais e Bluejays, no comedouro de Natal, EUA.

Cartão de Natal francês, contemporâneo, no estilo Toile.

Cartão de Natal francês, cardeais com gorros de lã.





Quadrinha da liberdade

1 12 2012

passaros, soltando,  J. Stanley, AmericanGirl1935-02

Soltando pombas, ilustração de J. Stanley, para capa da revista American Girl de fevereiro de 1935.

Liberdade é conviver

com sua própria razão,

sem a ninguém ofender,

nem magoar o coração.

(Durval Lobo)





Noite Santa, texto de Fulton J. Sheen

1 12 2012

Adoração dos pastores, c. 1535

Il Bronzino, [Agnolo Bronzino], (Itália, 1503-1572)

óleo sobre madeira, 77 x 65cm

Museu de Belas Artes de Budapeste

Os humildes pastores

Arcebispo Fulton J. Sheen

tradução de Marta de Mesquita Câmara

Os Pastores representavam, ali, no Presépio, todas as almas simples que nada entendem das intrigas políticas do mundo, das suas artes, das suas ciências, das suas literaturas.  Nem um só dentre eles todos era capaz de recitar um só verso de Virgílio, cujos poemas eram conhecidos de toda a gente na vastidão do Império Romano. Aos campos, onde pastoreavam as suas ovelhas, jamais chegara o mais pequeno eco dos escândalos da voluptuosa corte do rei Herodes ou das lições do sábio Gamaliel. E por seu lado a opinião pública, desconhecia até a própria existência desses humildes e rudes pastores, que para ela seriam ainda menos que grãos de pó, sem a mínima importância para o progresso dos povos e das nações.

E, todavia, esses humildes e simples pastores sabiam duas coisas importantíssimas: que havia no Céu um Deus e que havia na Terra as suas ovelhas. Nada mais precisavam aquelas almas simples de saber, e naquela noite em que os Céus se iluminaram só para eles so esplendor dos anjos, foram eles que lhes ouviram o anúncio de que havia nascido de pais pobres, num pobre estábulo, à beira do pobre povoado de belém, aquele que deveria salvar os homens.

Em: A Estrela dos Reis Magos, Malba Tahan, São Paulo, Saraiva: s/d








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