A arte referencial e onírica de Leo Brizola

3 03 2013

Barbara Leo Brizola

Bárbara, 2011

Leo Brizola  (Brasil, 1962)

acrílica sobre tela, 160 x 200 cm

Foi através do SOLO ART — link generosamente mandado por minha amiga Vera — que encontrei a arte do mineiro de Belo Horizonte, Leo Brizola.  E gostei.  Resolvi então colocá-lo aqui, dando continuidade ao “artista brasileiro do mês”.  Leo Brizola dialoga com a pintura que o precedeu e  mostra a sua realidade fantástica.

Diana e a velha, Leo BrizolaDiana e a velha, 2011

Leo Brizola (Brasil, 1962)

acrílica sobre tela, 200 x 170 cm

O trabalho de Leo Brizola é onírico.  Mas o diálogo permanente com artistas do passado ajuda a colocar sua visão em foco, tanto na alusão visual, quanto na alusão temática.

Olfato, sd

Olfato

Leo Brizola (Brasil, 1962)

acrílica sobre tela

Leo Brizola demonstra ter um bom senso de humor e grande irrevência quando trata dos assuntos, dos temas que retrata. Observar uma de suas enigmáticas pinturas é simultaneamente se expor a um sorriso e a uma lembrança de alguma outra pintura, mas ser específico. É como se visitássemos o nosso inconsciente coletivo.

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albAnunciata

Albanunciata, 2011

Leo Brizola (Brasil, 1962)

acrílica sobre tela

SONY DSCAudição, 2010

Leo Brizola (Brasil, 1962)

acríica sobre tela, 100 x 100 cm

Formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard/ Universidade do Estado de Minas Gerais (1981-1987)  e Belas Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (1983-1985) mostra grande segurança de técnica e tema:  refere-se não só ao passado, mas o utiliza para retratar seu lugar  no presente.








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