Imagem de leitura — Evelyn Bartlett

20 08 2014

39-AO paletó amarelo

Evelyn Bartlett (Inglaterra, contemporânea)

óleo sobre tela

Fort Lauderdale Historic Bonnet House, Fl.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

20 08 2014

 

 

TOMOO HANDA - Natureza morta - OST  - DAT 1950 - 58 x 48 cm.Natureza morta, 1950

Tomoo Handa (Japão/Brasil 1906-1996)

óleo sobre tela, 58 x 48 cm





Letras Brasileiras na França no início do século XX

20 08 2014

Bernard Boutet de Monvel (1881-1949) — Portrait of Virginia Shaw ,1930.Retrato de Virgínia Shaw, 1930

Bernard Boutet de Monvel (França, 1881-1949)

óleo sobre tela, 71 x 64 cm

Em leilão na Christie’s, Nova York, Venda 9016

 

“Em 1901, o Mercure de France, que vinha mantendo seções sobre literaturas estrangeiras, iniciou a publicação da rubrica Lettres brésiliennes, a cargo de Figueiredo Pimentel. Teríamos agora, pelo menos, a ilusão de que os franceses tomariam conhecimento da nossa existência. Uma carta de Remy de Gourmont ao escritor brasileiro, datada de 19 de novembro de 1900, informa-nos das circunstâncias em que se inaugurou a referida colaboração. Figueiredo Pimentel já se correspondia de há muito tempo com Remy de Gourmont, um dos diretores do Mercure; era, pois, natural que viesse solicitar a este um lugar para as nossas letras na importante revista francesa. Gourmont escreve “Se o Sr. Carvalho foi dispensado pelo Mercure, é que desde que aceitou a redação de ‘Lettres brésiliennes‘ não deu ainda um artigo, e isso há quase um ano. Espero, ao contrário, que o senhor enviará logo a sua primeira crônica.”O Carvalho a que alude Gourmont não seria outro senão o escritor português Xavier de Carvalho, correspondente da Gazeta de Notícias e d’O País na França. Assim graças à intervenção do autor de Culture des Idées, a rubrica foi confiada a Figueiredo Pimentel. Gourmont faz, porém, uma curiosa advertência ao confrade brasileiro na mesma carta:

“Escrevendo para a França, o senhor escreve para um povo mais ou menos cético e que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá pois cuidar de ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros. Para um francês dizer de alguém: é um escritor de talento — já constitui um grande elogio. Há certamente nas mesmas palavras empregadas pelas duas línguas uma grande diferença de sentido; há sobretudo grande diferença de temperamento entre os dois povos. O senhor não conhece a neve e a geada, enquanto a nós o inverno nos esfria todos os anos. “

Parece que Remy de Gourmont já havia sido notificado da facilidade com que se distribuem elogios em nosso meio literário. Procurara assim acautelar o escritor brasileiro contra a impressão que poderiam causar na França as notícias de uma literatura em que os talentos e os gênios proliferassem com facilidade assombrosa.”

 

 

Em: A vida literária no Brasil 1900, Brito Broca, Rio de Janeiro, José Olympio:2005, 5ª edição, pp: 331-332





Trova do presente do sogro

20 08 2014

 

presentes, gravatas, Ruth Eastman, Judge magazine, dez 1929Ilustração Ruth Eastman, capa da revista Judge (EUA), dezembro de 1929.

 

Deu-lhe o sogro uma gravata…

— E sua emoção foi tanta

que casou antes da data,

sentindo um nó na garganta!…

 

(Manuel de Oliveira Costa)








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