Eu, pintor: William Bouguereau

31 05 2015

 

 

self. museu canadaAuto-retrato, 1879

William Bouguereau (França, 1825-1905)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Museu de Belas Artes de Montréal, Canadá





Domingo, um passeio no campo!

31 05 2015

 

 

Aníbal Mattos, Paisagem com rio, ose, 35 x 45 cmPaisagem com rio

Aníbal Mattos (Brasil, 1886-1969)

óleo sobre eucatex, 35 x 45 cm





Natureza maravilhosa! Saíra sete cores

31 05 2015

 

Tangara_seledon_Itamambuca_Eco_ResortSaíra-sete-cores, Saíra-das-sete-cores ou Tangará seledon. Foto: Wikipedia

 

A Saíra-das-sete-cores é uma ave natural do Brasil, pequenina, de no máximo uns 13 cm.  Come frutas: da palmeira, goiaba, mamão, ameixa e caju; também gosta de bagas de bromélias. Aprecia além disso uma variedade de insetos. Encontrada na Mata Atlântica e nas florestas baixas com menos de 900 m de altitude.  É comum no Sudeste brasileiro.  Sua área de habitat: Bahia, Minas Gerais todo o Sudeste até o Rio Grande do Sul. Pode ser encontrada também Sudeste do Paraguai e no Nordeste da Argentina.





Imagem de leitura — Glênio Bianchetti

31 05 2015

 

Glênio Bianchetti (Brasil, 1928), Lourenço, ast,Lourenço

Glênio Bianchetti (Brasil, 1928)

acrílica sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

30 05 2015

 

 

ARTHUR TIMÓTEO DA COSTA. Flores o.s.t. 69 x 94 cm assinado, datado e situado Rio 1920Flores, 1920

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)

óleo sobre tela, 69 x 94 cm





Trova do rio

30 05 2015

 

 

rio pedregoso, hergéTintim e Milu sobem o rio pedregoso, ilustração de Hergé.

 

Já repararam que o rio,

quando vai a caminhar,

é nas pedras do caminho

que mais parece cantar?

 

 

(Albercyr Camargo)





Retratando o exílio, texto de André Aciman

30 05 2015

 

 

766px-Dante_exileDante no exílio, 1860

Domenico Peterlini (Itália, 1822-1891)

óleo sobre tela

Palácio Pitti, Florença

 

 

Hoje vendo notícias sobre os imigrantes haitianos lembrei-me desse ensaio de André Aciman.  Enquanto morei por muitos anos fora da minha terra natal passei um bocado de tempo interessada na questão dos imigrantes e dos exilados, que, quer voluntariamente, quer aqueles obrigados a deixar suas terras natais por governos que lhes eram antagônicos, mostravam sinais de uma tristeza profunda, uma cicatriz emocional, mesmo naqueles que melhor pareciam ter-se adaptado.  Muitos escreveram sobre o tema no final do século XX. André Aciman é um dos mais citados. Aqui, falando dos exilados, como ele próprio:

 

Eu queria que tudo permanecesse o mesmo. Porque isso também é típico dos que perderam tudo, incluindo suas raízes ou a habilidade de criar novas raízes. Eles podem ser móveis, espalhados, nômades, sem lares, mas permanecem completamente imóveis no seu estado de agitação transitória. É exatamente porque não têm raízes que não se mexem, que se amedrontam com mudanças, que preferem construir em qualquer lugar, do que procurar por uma terra. Um exilado não é simplesmente uma pessoa sem casa; é alguém que não consegue achar outra, que não pode pensar em outra. Alguns nem sabem mais o que um lar significa. Eles reinventam o amor com o que sobrou a cada reviravolta. Algumas pessoas trazem consigo o exílio, assim como o sofrem não importa onde estejam.

 

[Tradução minha]

 

Em: Shadow Cities, de André Aciman, Letters of Transit, reflexions on Exile, Identity, Language and Loss, diversos autores, ed. André Aciman, Nova York, 1998, p.21

 

O texto integral pode ser achado na WEB aqui.








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