Palavras para lembrar — Renata de Albuquerque

1 07 2015

 

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968) Conto de fadas da vez, ost, 50x70O conto de fadas da vez

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

 

 

“Leia. Com seus filhos, para seus filhos, por seus filhos.”

 

Renata de Albuquerque

Jornalista brasileira




Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 07 2015

 

WERNER LEVIN (Alemanha,1920-Brasil,1996) - Frutas do Conde, uvas rubis, tacho de cobre, jarra, cálice e garrafNatureza morta com frutas do conde, s.d.

Werner Levin (Alemanha, 1920 – Brasil, 1996)

óleo sobre tela, 55 x 83 cm





Nápoles, texto de Sra. Leandro Dupré

1 07 2015

 

 

(c) Compton Verney; Supplied by The Public Catalogue FoundationBaía de Napoles do Posilipo, c.1770

Pietro Fabris (Itália, ativo 1740-1792)

óleo sobre tela, 75 x 128 cm

Compton Verney, GB

 

 

“Às onze horas, o trem entrava na estação de Nápoles. O frio continua forte, mas há sol em Nápoles.

Vedere Napoli, poi morire“.  Essa frase sugestiva inventada por um sentimental num belo por do sol de uma tarde de primavera, não está adequada para um frio dia de inverno como hoje.  Nápoles é uma bela cidade, alegre, movimentada, cheia de vida. Tomei um automóvel e passei pelos lugares principais. As praias são bonitas, o Mediterrâneo é de um azul intenso, o porto cheio de chaminés de grandes e pequenos navios, as montanhas ao longe se confundem com o azul do céu; e de um lado, numa elevação, o Vesúvio lançava, para o ar, rolos de fumaça negra, vagaroso e concentrado, como um velho marinheiro sentado na porta de casa e cachimbando, enquanto o pensamento procura seguir o rasto da fumaça para países distantes, percorridos na mocidade. Tomei apartamentos no hotel Isotta-Genève, no quinto andar.  Através da janela, vejo o Vesúvio sempre fumegando. Passei a tarde dando um passeio pelo centro da cidade e, à noite não saí. A baía é encantadora, mas quem vem do Rio de Janeiro não pode achar encantos em outras baías.”

 

 

Em: O romance de Teresa Bernard, Sra. Leandro Dupré [Maria José Dupré], São Paulo, Ed. Brasiliense Ltda: 1945, 4ª edição, pp. 311-12





Sublinhando…

1 07 2015

 

 

Otto van Rees (1884-1957) De vertelling, 1926A tradução, 1926

Otto van Rees (Alemanha, 1884-1957)

óleo sobre tela

 

 

“Leve, breve, suave,

Um canto de ave

Sobe no ar com que principia

o dia.

Escuto, e passou…

Parece que foi só porque escutei

Que parou.”

 

 

Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Leve, breve, suave. 








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