Raphael Montes e a literatura que diverte

18 05 2016

Sally Storch (EUA, 1952) Trem Nordeste ao crepúsculo, 2005, ost,75 x 75 cmTrem nordeste ao crepúsculo, 2005

Sally Storch (EUA, 1952)

óleo sobre tela, 75 x 75 cm

 

 

“É uma pena, mas a verdade é que, no Brasil, pega mal fazer algo simples, emocionante e divertido. Na literatura, por exemplo, a ideia vigente é a de que o livro que diverte é necessariamente subliteratura. E, em via oposta, o livro que não diverte, aquele que é impenetrável, um eterno marasmo entre as linhas, é necessariamente literatura de qualidade. Os dois extremos estão errados.”

 

 

Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

18 05 2016

 

 

VINÍCIUS%20SILVA%20-%20Abóbora%20e%20berinjela,%20com%20cebolas%20e%20beterrabasAbóbora e berinjela como cebolas e beterrabas, 2014

Vinícius Silva (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm





Sublinhando…

18 05 2016

 

Remy boquirenMoça com livro

Remy Boquiren (Filipinas, 1940)

 

 

“Pois só quem ama pode ter ouvido
capaz de ouvir e entender estrelas.”

 

 

Olavo Bilac (Brasil, 1865-1918), em Via Láctea, 1888, XIII [Ouvir estrelas].








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