Imagem de leitura — Djanira da Motta e Silva

6 11 2017

 

 

Djanira-Sem-tiitulo-DjaniraFigura de mulher, 1944

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm

 





LENDO: Yoav Blum

6 11 2017

 

 

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Lendo

OS CRIADORES DE COINCIDÊNCIAS
Yoav Blum
São Paulo, Planeta: 217, 320 páginas

SINOPSE

E se o trem que você perdeu, o café que derrubou, o bilhete que encontrou não forem eventos aleatórios? E se o destino do mundo estiver sendo manipulado por pessoas especializadas em criar acasos?
Neste romance best-seller do israelense Yoav Blum, o destino é o protagonista – mas ele não depende de sorte ou intervenção divina.
Emily, Eric e Guy trabalham numa espécie sobrenatural de organização secreta há alguns anos. Eles estudaram disciplinas como interferências em sonhos, distribuição de sorte e como ser amigos imaginários, até se tornarem criadores de coincidências. Agora, de tempos em tempos, recebem complexas missões a serem executadas. Seu trabalho é permanecer na área cinzenta entre destino e livre arbítrio, onde eles criam situações que criam situações que criam mais situações que darão origem a pensamentos e decisões, gerando os mais diversos resultados: o encontro de almas gêmeas, invenções que podem mudar o mundo, a inspiração que dará origem a obras-primas.
Mas, quando Guy recebe uma missão especial, que vai além daquilo que ele acredita poder fazer, as coisas começam a se mover de forma a mudar tudo o que os criadores de coincidências entendem sobre a vida e a verdadeira natureza do amor.
Um thriller improvável sobre os operários invisíveis que mantêm girando as engrenagens do acaso.





Bibliotecas e eleitores, José Eduardo Agualusa

6 11 2017

 

 

Anderson, Stephen TriuirEithne (Three Enyas), 1998As três Ênias, 1998

Steven Warde Anderson (EUA, 1953)

Guache, caneta, lápis sobre painel de ilustração,  60 x 100 cm

Rockford Art Museum, Illinois, EUA

 

 

“Bibliotecas nunca desiludem. Um bom leitor é um eleitor mais informado e responsável; formando leitores estamos também desenvolvendo a empatia e o interesse pelo outro. A longo prazo esse esforço irá traduzir-se numa sociedade mais exigente, mais interventiva e, por extensão, numa classe política um pouco menos bruta do que a atual.”

 

Em: “Sobre livros e revoluções“, José Eduardo Agualusa, O GLOBO, 06/11/2017, Segundo Caderno, página 2








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