Imagem de leitura — Alfred Broge

25 11 2017

 

 

 

Karl Harald Alfred Broge( 1870-1955, Danish)A Young Girl Seated Reading Before The WindowMenina lendo à janela

Karl Harald Alfred Broge (Dinamarca, 1870-1955)

óleo sobre tela





Domingo, um passeio no campo!

12 11 2017

 

 

Alexandre Washington - Quadro oleo sobre eucatex 20x25cm Igrejinha do interioIgrejinha no interior

Alexandre Washington (Brasil, 1958)

óleo sobre eucatex, 20 x 25 cm

 





Flores para um sábado perfeito!

11 11 2017

 

 

Paulo Calazans (1947)Vaso azul e flores amarelasAquarela54 x 38 cmVaso azul e flores amarelas

Paulo Calazans (Brasil, 1947)

aquarela, 54 x 38 cm





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

10 11 2017

 

 

HENRI NICOLAS VINET - Vista da praia e da Ilha da Boa Viagem, 1875 - Óleo sobre tela - 46 x 67,5 - Museu Imperial, Rio de JaneiroVista da praia e da Ilha da Boa Viagem, 1875

Henri Nicolas Vinet (França/Brasil, 1817 – 1876)

Óleo sobre tela – 46 x 67 cm

Museu Imperial, Rio de Janeiro

 





Palavras para lembrar: Henri Bergson

9 11 2017

 

 

dufaux, the younger, auguste-fredericLeitora

Frédéric Dufaux (Suíça, 1852-1943)

óleo sobre tela, 32 x 24 cm

 

 

“A arte do escritor consiste principalmente de nos fazer esquecer que ele emprega palavras.”

 

Henri Bergson

 

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

8 11 2017

 

 

F. SOLER GARCIA (BRASIL - SÉC. XIX-XX). Pote, Bananas e Cebolas sobre a Mesa, óleo s madeira, 27 x 35Pote, bananas e cebolas sobre a mesa

F. Soler Garcia (Brasil, séculos XIX-XX)

óleo sobre  madeira, 27 x 35 cm





Nossas cidades: São Bento do Sapucaí, SP

7 11 2017

 

 

Francisco Rebolo - Praça Lara Dante - São Bento do Sapucaí em 1979 ,óleo sobre tela , medindo 38 x 56 cmPraça Lara Dante, São Bento do Sapucaí, 1979

Francisco Rebolo (Brasil, 1902-1980)

Óleo sobre tela, 38 x 56 cm





Imagem de leitura — Djanira da Motta e Silva

6 11 2017

 

 

Djanira-Sem-tiitulo-DjaniraFigura de mulher, 1944

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm

 





LENDO: Yoav Blum

6 11 2017

 

 

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Lendo

OS CRIADORES DE COINCIDÊNCIAS
Yoav Blum
São Paulo, Planeta: 217, 320 páginas

SINOPSE

E se o trem que você perdeu, o café que derrubou, o bilhete que encontrou não forem eventos aleatórios? E se o destino do mundo estiver sendo manipulado por pessoas especializadas em criar acasos?
Neste romance best-seller do israelense Yoav Blum, o destino é o protagonista – mas ele não depende de sorte ou intervenção divina.
Emily, Eric e Guy trabalham numa espécie sobrenatural de organização secreta há alguns anos. Eles estudaram disciplinas como interferências em sonhos, distribuição de sorte e como ser amigos imaginários, até se tornarem criadores de coincidências. Agora, de tempos em tempos, recebem complexas missões a serem executadas. Seu trabalho é permanecer na área cinzenta entre destino e livre arbítrio, onde eles criam situações que criam situações que criam mais situações que darão origem a pensamentos e decisões, gerando os mais diversos resultados: o encontro de almas gêmeas, invenções que podem mudar o mundo, a inspiração que dará origem a obras-primas.
Mas, quando Guy recebe uma missão especial, que vai além daquilo que ele acredita poder fazer, as coisas começam a se mover de forma a mudar tudo o que os criadores de coincidências entendem sobre a vida e a verdadeira natureza do amor.
Um thriller improvável sobre os operários invisíveis que mantêm girando as engrenagens do acaso.





Bibliotecas e eleitores, José Eduardo Agualusa

6 11 2017

 

 

Anderson, Stephen TriuirEithne (Three Enyas), 1998As três Ênias, 1998

Steven Warde Anderson (EUA, 1953)

Guache, caneta, lápis sobre painel de ilustração,  60 x 100 cm

Rockford Art Museum, Illinois, EUA

 

 

“Bibliotecas nunca desiludem. Um bom leitor é um eleitor mais informado e responsável; formando leitores estamos também desenvolvendo a empatia e o interesse pelo outro. A longo prazo esse esforço irá traduzir-se numa sociedade mais exigente, mais interventiva e, por extensão, numa classe política um pouco menos bruta do que a atual.”

 

Em: “Sobre livros e revoluções“, José Eduardo Agualusa, O GLOBO, 06/11/2017, Segundo Caderno, página 2








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