Trova dos ladrões

28 02 2019

 

 

lendo a patadaIrmão Metralha lê jornal, ©Walt Disney.

 

 

 

Os honestos são tão poucos

e os desonestos são tantos,

que aqueles parecem loucos

e os ladrões se julgam santos.

 

(Othon Costa)





O verde do meu bairro: Acácia amarela

27 02 2019

 

 

 

20190207_142417 assinadaAcácia amarela, Rua Visconde de Pirajá, Ipanema, Rio de Janeiro.

 

 

Acácia amarela não é natural do Brasil, apesar de aparecer com seus espetaculares cachos de flores amarelas em grande parte das cidades do país.  Natural da Índia ela encontra clima e condições semelhantes em diversas partes do território nacional.  Também chamada de chuva de ouro, ou cássia-imperial, é árvore que atinge de 6 a 8 metros, desabrochando com flores em cachos de setembro a fevereiro, numa espetacular exuberância de amarelo. Flores perfumadas, em cachos pendentes de quase meio metro de comprimento. Gosta de sol, exige pouca água e prefere solo rico em matéria orgânica, mas não  é fácil de transplantar.  Portanto,  escolha um lugar e não pense em mudá-la dali. A melhor época para o plantio é na primavera, quando o clima está mais ameno e acácia-amarela corre menos risco de desidratação.  Em jardins é usada como planta isolada em meio à gramados; também em praças e calçadas pois não apresenta raízes agressivas.  Clima tropical, subtropical. A temperatura ideal para ela está entre 18-25 graus centígrados. Não tolera o frio.

 

 

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

27 02 2019

 

 

 

Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)Natureza Morta, 1953, óleo sobre tela, 50 x 65 cm, UFRGSNatureza Morta, 1953

Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

UFRGS





O escritor no museu: James Baldwin

26 02 2019

 

 

 

56abce84c9009.imageJames Baldwin, 1965

Beauford Delaney (EUA, 1901 – 1979)

óleo sobre tela

Chrysler Museum of Art





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

26 02 2019

 

 

 

moça sentada na cerca, Fran Weston BensonMoça na cerca, Fran Weston Benson

 

 

 

Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, acorda.





O enterro da cigarra, poesia de Olegário Mariano

25 02 2019

 

 

 

cigarra e formigaIlustração de Milo Winter para as Fábulas de Esopo, 1919.

 

 

O enterro da cigarra

 

Olegário Mariano

 

As formigas levavam-na… Chovia…

Era o fim… Triste outono fumarento!..

Perto, uma fonte, em suave movimento,

cantigas de água trêmula carpia.

 

Quando eu a conheci, ela trazia

na voz um triste e doloroso acento.

Era a cigarra de maior talento,

mais cantadeira desta freguesia.

 

Passa o cortejo entre árvores amigas…

Que tristeza nas folhas… Que tristeza!

Que alegria nos olhos das formigas!…

 

Pobre cigarra! Quando te levavam,

enquanto te chorava a Natureza,

tuas irmãs e tua mãe cantavam. . .





Imagem de leitura — Alexey Shalaev

24 02 2019

 

 

 

Alexey Shalaev (Rússia, 1966)à luz de vela, 1993, ostÀ luz de vela, 1993

Alexey Shalaev (Rússia, 1966)

Óleo sobre tela








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