Imagem de leitura — Isolda

30 04 2019

 

 

 

ISOLDA,Moça Reclinada Lendo, aquarela e pastel spapel,29 x 44 cmMoça reclinada lendo

Isolda [Hermes da Fonseca Chapman] (Brasil, 1924 – 2004)

aquarela e pastel sobre papel, 29 x 44 cm





Nossas cidades — Belo Horizonte

30 04 2019

 

 

 

alberto da Veiga Guignard, Parque Municipal de Belo Horizonte, sd,ost, 19x24Parque Municipal de Belo Horizonte, s.d.

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896 – 1962)

óleo sobre tela, 19 x 24 cm





Esmerado: caneta e tinteiro, século XVI

30 04 2019

 

 

 

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Conjunto de caneta e tinteiro (Cavat-I Dawlat), 1575-1600, final do século XVI

ouro cravejado com esmeraldas, rubis e diamantes, com o pássaro sagrado (hamsa) gravado no tinteiro.

Deccan, India Central

 

Objetos como esses, decorados com pedras preciosas, tiveram grande e conhecida importância simbólica no mundo islâmico, onde eles eram um distintivo tanto da importância imperial quanto do alto posto do governo ocupado por seu proprietário.

Essa ressonância ainda era maior no contexto muçulmano por causa do valor da palavra escrita no Corão.  Estojos de canetas eram objetos valiosos dos sultões e de seus principais ministros – o estojo real para uma caneta demonstrava erudição e autoridade reforçada.

Na dinastia Mughal, estojos de canetas e tinteiros foram presenteados pelos imperadores como sinal da mais alta distinção.

Fonte: Revista semanal da loja de leilões Christie’s.





Minutos de sabedoria: T. S. Eliot

30 04 2019

 

 

 

 

Corregio St Catherine Reading (c.1530-2). Antonio Allegri Correggio (Italian, 1489-1534). Oil on canvas. The Royal CollectionSanta Catarina lendo, c. 1530-32

Antonio Allegri Correggio (Itália, 1489-1534)

Óleo sobre tela

The Royal Collection, Grã Bretanha

 

 

“Só os que se arriscam a ir longe demais são capazes de descobrir o quão longe se pode ir.”

 

T. S. Eliot

 

 

MV5BNGY3MDY5MzMtMzY0ZS00YzIyLWEzYTEtOWY4NzZmMmQ2MGJiL2ltYWdlL2ltYWdlXkEyXkFqcGdeQXVyMTc4MzI2NQ@@._V1_UY317_CR17,0,214,317_AL_T. S. Eliot (1888 – 1965)

 





Trova do Carnaval

29 04 2019

 

 

 

Children_s_favourite_Burglar_Bill_is_a_very_naughty_man_until_he-m-20_1533631024572 (2)Burglar Bill, ilustração de Janet Ahlberg.

 

 

No carnaval, tem mania

de se vestir de ladrão;

mas, tirando a fantasia,

não muda de profissão!..

 

(Rodolpho Abbud)

 

 





Ler livros para crianças

29 04 2019

 

 

 

Beth Palser, (EUA, contemporânea), Hora da Leitura, 2007, aquarelaHora da leitura, 2007

Beth  Palser (EUA, contemporânea)

aquarela

 

 

Recentemente Dr. Katherine Rundell, autora de livros infantis e também pesquisadora sobre o poeta John Donne no All Souls College, Oxford, deu entrevista ao jornal inglês The Guardian, onde explica sua teoria: adultos deveriam ler livros para crianças e adolescentes.

Não pense que ela defende essa ideia pensando em censura para os livros que seus filhos devam ou possam ler.  Nada disso.  Ela acredita que nos beneficiamos ao ler essas obras porque livros infantis lembram aos adultos o que é sonhar, desejar o impossível, pensar no que talvez não seja tão impossível.  Acreditar que pode haver justiça, amor, aventura e felicidade.  E também a ter esperança.

Tudo indica que ela não está sozinha nesta volta as livros da infância.  O mercado livreiro na Inglaterra mostra um aumento substancial de vendas de livros infantis para adultos. Numa pesquisa feita pelo jornal The Observer em 2018, foram vendidos 10 milhões e meio de livros de ficção para crianças, para serem lidos por pessoas acima dos 17 anos.  Isso reflete um aumento de 42% sobre 2015, quando só 7 milhões e 400 mil livros de crianças foram comprados para serem lidos por adultos.

Katherine Rundell acredita que isso faz parte do processo de auto conhecimento, de se voltar a ter contato com a criança que fomos. “Leia essa ficção e veja o mundo com olhos duplos: os seus e os da criança em você.”  Porque ler é uma das primeiras atividades que fazemos por nós mesmos. Ler os livros infantis que nos encantaram nos lembra de quem éramos quando criança, e mostra os elementos que fizeram a pessoa em que você se transformou.

Para leitura completa do artigo:

The Guardian





Imagem de leitura — Adam De Boer

29 04 2019

 

 

 

Adam De Boer (EUA 1984) - Cata Reading BolañoCata lendo Bolaño

Adam De Boer (EUA, 1984)





Em 2018, novas descobertas em Pompeia!

28 04 2019

 

 

 

pompeia 6aAfresco com pintura de cobras e pavão.

 

 

Um antigo oratório de mais de 2.000 anos foi descoberto nas ruínas da cidade romana de Pompeia,  preservado em meio às cinzas vulcânicas após a devastadora erupção do Monte Vesúvio em 79 EC que destruiu a cidade e matou 16.000 pessoas. Paredes vermelho-sangue e pinturas de touros, bem como cenas encantadoras de pássaros delicados, árvores e cobras apareceram à medida que arqueólogos foram limpando as paredes vizinhas ao altar.   O altar, que se denominava lararium, está muito bem preservado.

 

 

pompeia 12aOratório, larário.

 

O altar, que se denominava lararium, está muito bem preservado.  Na Roma Antiga, os larários eram espaços para um oratório na entrada das casas das famílias, onde oferendas e orações eram feitas aos espíritos daquela casa, chamados lares. [Mesma origem da nossa palavra LAR, em português (ETIM lat. Lar,Lăris ‘deus protetor da casa, domicílio, lareira’)]. Além deste belo santuário, na sala onde ele ficava, havia uma piscina elevada e um jardim, características que sugerem este local ter pertencido a uma família muito afluente. No momento, arqueólogos tentam descobrir a quem esta casa pertencia.

 

pompeia 5aLimpando as cinzas

 

Massimo Osanna, chefe do sítio arqueológico de Pompeia, descreveu a descoberta como “uma sala maravilhosa e enigmática que agora precisa ser estudada em profundidade“. A sala, que ainda não foi totalmente escavada, está embutida na parede de uma pequena casa e apresenta pinturas dos principais deuses romanos nos rituais domésticos.

Pinturas de animais em uma cena de jardim encantado são típicas do estilo romano ilusionista, com um pavão desenhado ao longo do fundo de uma parede para dar a aparência de que ele estava andando no jardim.

 

pompeia 3aMassimo Osanna mostra detalhes da pintura.

 

Outra parede desta sala está pintada de vermelho sangue e decorada com uma grande cena de caça, com cães caçando um javali e um cervo. Outra pintura retrata um homem com a cabeça de um cão, que os especialistas sugerem que poderia ser uma versão romanizada do deus egípcio Anúbis. Os santuários eram comuns às famílias romanas. Cada casa tinha um lararium de algum tipo, mas apenas as pessoas mais ricas poderiam ter um lararium dentro de uma câmara especial com uma piscina elevada e decorações sumptuosas, como essas, lembrou a professora Ingrid Rowland, historiadora da Universidade de Notre Dame.

 

 

pompeia 8aParede vermelho-sangue com cena de caça.

 

Abaixo do nicho do santuário há uma prateleira-altar coberta com traços de oferendas queimadas no local há quase dois mil anos.  O altar é decorado com pinturas de ovos – um símbolo romano de fertilidade – e é possível que os restos queimados fossem oferendas de comida que também representavam fertilidade, como figos, nozes ou mais ovos.

 

 

pompeia 9aDetalhe da cabeça de um cavalo.

 

As pinturas espalhadas pelo local foram preservadas em cinza vulcânica após a erupção do Monte Vesúvio em 79 EC.  Camadas grossas de rocha e cinzas expelidas durante os dois dias de erupção impediram que a luz solar e a água alcancem esses artefatos por quase dois milênios.  Essas mesmas nuvens de cinzas que cobriram Pompeia preservaram as cores e as pinturas murais neste local que agora foi descoberto repleto de imagens de pássaros, plantas e animais diversos.

 

 

pompeia 7aParedes da sala

 

 

Revista History, Outubro 12, 2018.





Domingo, um passeio no campo!

28 04 2019

 

 

 

CARLOS OSWALD,Paisagem,ost,65 x 54 cmPaisagem

Carlos Oswald (Brasil, 1882-1971)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm





O escritor no museu: Fyodor Dostoevsky

27 04 2019

 

 

 

portrait-of-the-author-feodor-dostoyevsky-1872Retrato de Fyodor Dostoevsky, 1872

Vasily Perov (Rússia, 1833 – 1882)

óleo sobre tela,  99 x 80 cm

Galeria Tretyakov,  Moscou








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