Domingo, um passeio no campo!

30 06 2019

 

 

JONAS MATOS (Brasil, 1984)- ost ( Paisagem rural ) 30 x 60 cmPaisagem rural

Jonas Matos  (Brasil, 1984)

óleo sobre tela, 30 x 60 cm





Flores para um sábado perfeito!

29 06 2019

 

 

 

Alberto da Veiga Guignard, Orquídeas,Óleo sobre tela, 1937,33 x 25 cmOrquídeas, 1937

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896 – 1962)

óleo sobre tela, 33 x 25 cm





Rio de Janeiro, à beira da Guanabara!

28 06 2019

 

 

 

Djanira da Motta e Silva(Brasil 1914-1979), Arcos de Santa Tereza, 1943, ost, 32 x 54cmArcos de Santa Tereza, 1943

Djanira da Motta e Silva(Brasil 1914-1979)

óleo sobre tela,  32 x 54cm





Imagem de leitura — Inha Bastos

27 06 2019

 

 

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMenina que lê, 2008

Inha Bastos (Brasil, 1949)

óleos sobre tela, 50 x 50cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 06 2019

 

 

 

NILTON BRAVO (1937-2005). Tacho e Carambolas, óleo s tela, 18 X 24. Assinado e datado (1987)Tacho e carambolas, 1987

Nilton Bravo (Brasil, 1937 – 2005)

óleo sobre tela,  18 x 24 cm





Nossas cidades: Milho Verde, MG

25 06 2019

 

 

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAMilho Verde, MG, 2007

Baptista Gariglio (Brasil, 1961)

Óleo Sobre Tela, 50 x 65cm





São Paulo, poesia de Ribeiro Couto

24 06 2019

 

 

 

Durval Pereira,Lago Santa Cecília,60 x 80 cm,óleo sobre tela,1960Largo de Santa Cecília, 1960

Durval Pereira (Brasil, 1918- 1984)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

 

 

 

São Paulo

 

Ribeiro Couto

 

São Paulo da garoa intermitente,

Da penumbra que às vezes coadjuva

A nostalgia… — Quem, meu Deus, não sente

Um pouco desse ambiente… desta “Chuva”…

 

A chuva fina molha a paisagem lá fora,

O dia está cinzento e longo… um longo dia!

Tem-se a vaga impressão de que o dia demora…

E a chuva fina continua, fina e fria,

Continua a cair pela tarde, lá fora.

 

Da saleta fechada em que estamos os dois,

Vê-se, pela vidraça, a paisagem cinzenta:

A chuva fina continua, fina e lenta…

E nós dois em silêncio, um silêncio que aumenta

Se um de nós vai falar e recua depois.

Dentro de nós existe uma tarde mais fria…

Ah! para que falar? Como é suave, brando

O tormento de adivinhar — quem o faria?

As palavras que estão dentro de nós chorando…

 

Somos como os rosais que, sob a chuva fria,

Estão lá fora no jardim se desfolhando,

Chove dentro de nós… Chove melancolia…

 

 

Em: 232 Poetas Paulistas:antologia,  ed. e col. Pedro de Alcântara Worms, São Paulo, Conquista: 1968, p. 239-40.

 








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