Flores para um sábado perfeito!

31 08 2019

 

 

Renato Meziat (Brazil, b. 1952)Red Painting, 2008, ost, 89.9 × 124.8 cmPintura em vermelho, 2008

Renato Meziat (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 90 × 124 cm





Rio de Janeiro, à beira da Guanabara!

30 08 2019

 

 

 

Roberto Burle Marx, Morro Chapéu Mangueira., Óleo sobre tela,Assinado e datado 1932 inferior esquerdo. 54 x 65 cm.Morro Chapéu Mangueira, 1932

Roberto Burle Marx  (Brasil, 1909 -1994)

óleo sobre tela,  54 x 65 cm.





Imagem de leitura — Arne Westerman

30 08 2019

 

 

 

arne westerman, I think we met beforeAcho que já nos encontramos

Arne Westerman (EUA, 1927 – 2017)

acrílica sobre tela, 60 x 76 cm





Trova do silêncio

29 08 2019

 

 

 

 

Lithography - Henri Meunier - France - 1897

Litografia de Henri Meunier, 1897

 

 

Em momentos exaltados

sem poder falar e agir,

o silencio dá recados

que  poucos sabem ouvir.

 

(Alba Christina Campos Netto)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

28 08 2019

 

 

 

ATAN LISBOA DE MEIRELLES – `Natureza morta`, óleo sobre tela, assinado no canto inferior esquerdo e datado de 1959.

Natureza morta, 1959

Atan Lisboa de Meirelles (Brasil, 1905 – ?)

óleo sobre tela, 95 x 128 cm





Sobre a memória: J. M. Barie

28 08 2019

 

 

 

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“Deus nos deu memória para que pudéssemos ter rosas em dezembro.”

 

J. M. Barie





“McDonald’s in Paris”, por Martin Page

26 08 2019

 

 

 

Hemingway in Paris, by Michela Akers.Hemingway in Paris, gravura de Michela Akers.

 

 

“Desceu para tomar o café da manhã no MacDonald’s. Não se achava merecedor de mais do que um suco de laranja azedo e um croissant gorduroso. Deixou de lado o saquinho de chá e bebeu a água quente. Seu vizinho de mesa, um homenzinho com um boné de golfe todo roído de traça, uma barba de quinze dias e uma camisa suja, comia batata frita e bebia um refrigerante; sua mão pairava sobre um bolo de chocolate como se o protegesse. Virgile não admitiria isso para ninguém, mas gostava de ir ao McDonald’s. Não era um local agradável ou bonito, mas sentia-se em casa ali. Se Hemingway desembarcasse em Paris nos dias de hoje, já não teria recursos para frequentar os cafés como fazia na década de 1920. O único canto onde poderia se instalar para beber um café e escrever seria o McDonald’s. Em nenhum outro lugar uma pessoa pode se refugiar no calor durante horas por uma quantia módica. Os pobres, os estudantes e o pessoal da periferia sabem muito bem disso; podem-se checar e-mails, estudar para uma prova ou para as aulas, escrever; os moradores de rua leem os jornais de distribuição gratuita e fingem beber alguma coisa de um copo que pegaram em uma bandeja. A ideia de um local de alimentação para pessoas simples fora deixada nas mãos de uma caricatura de empresa capitalista. O fast-food tornara-se o único local caloroso, vivo e popular.  Era deprimente.”

 

Em: Talvez uma história de amor, Martin Page, tradução de Bernardo Ajzenberg, Rio de Janeiro, Editora Rocco: 2009, páginas 69-70.








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