Trova do nosso encontro

31 05 2021
Ilustração, Laurence Stephen Lowry, R.A. (1887-1976)

Um pelo outro, passamos,

com os olhos fitos no chão…

_ Mas, com que ardor nos olhamos

com os olhos do coração!

(Lilinha Fernandes)





Em casa: Édouard Vuillard

30 05 2021

 Em Clayes, Gerânio na mesa azul em frente à janela, 1932

Edouard Vuillard (França, 1868-1940)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

29 05 2021

Composição com flores e tigela azul, 1993

Yara Tupynambá (Brasil, 1932) 

acrílica sobre tela colada em madeira, 70 x 90 cm





Em três dimensões: Anna Hyatt Huntington

29 05 2021

Luta de garanhões, 1950

Anna Hyatt Huntington (EUA, 1876-1973)

Brookgreen Gardens, Carolina do Sul

 





Rio de Janeiro, uma joia tropical

28 05 2021

Canoa na Praia do Posto 6 em Copacabana, 1930

Virgílio Lopes Rodrigues (Brasil, 1863-1944) 

óleo sobre madeira





Imagem de leitura: Laureano Barrau

28 05 2021

Leitura, 1889

Laureano Barrau Buñol (Espanha, 1863-1957)

óleo sobre tela





Sublinhando…

27 05 2021

Leitora

Christian Breyhan (Alemanha, 1941-2002)

óleo sobre tela, 80 x 74cm

 

“Quem pode ver-te, sem querer amar-te?
Quem pode amar-te, sem morrer de amores?”

 

Maciel Monteiro

 

Maciel Monteiro (1804-1868), Soneto, Poesias, 1905





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 05 2021

Frutos do Mar e da Terra,1985

Newton Rezende (Brasil, 1912-1994)

óleo e colagem sobre tela,40 x 29 cm





Palavras para lembrar: Jules Renard

25 05 2021

Figura de mulher

Jurandir Ubirajara (Brasil, 1903 – 1972)

óleo sobre tela

“Poucos livros mudam uma vida. Quando eles mudam é para sempre.”

Jules Renard





Estrangeiro, poesia de Reynaldo Valinho Alvarez

24 05 2021

Figura

Darel Valença (Brasil, 1924-2017)

Desenho, 54 x 25 cm

 

 

Quando o tempo no vento se eterniza,
a estranheza do mundo é mais precisa.

 

 

Estrangeiro

 

Reynaldo Valinho Alvarez

 

Sou estrangeiro em todos os lugares.

Inútil procurar-te, aldeia minha.

Subo de escada todos os andares,

com a fria espada a acutilar-me a espinha.

Não sou daqui nem sou de lá. Perdi-me

na indecisão de becos e de esquinas.

Como o pardal diante do gato, vi-me

apanhado por garras assassinas.

Os mapas pendurados nas paredes

riem de mim como insensíveis redes,

rasgando os peixes que já não fogem mais.

Prenderam-me entre muros que abomino

e toda noite entoam-me seu hino

de insultos, gritos e ódios triunfais.

 

Em: A faca pelo fio: poemas reunidos, Reynaldo Valinho Alvarez, Rio de Janeiro, Imago: 1999, p.61








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