Taquigrafia?… texto de Sylvia Plath

25 07 2021

Black-eyed Susans

[Margaridas amarelas do campo]

David Hettinger (EUA, 1946)

óleo sobre tela

 

 

“…Minha mãe vivia dizendo que ninguém se interessaria por uma pessoa formada em inglês. Mas uma pessoa formada em inglês que soubesse taquigrafia era diferente. Todo mundo iria atrás. Ela seria disputada por todos os jovens promissores e faria transcrições de centenas de cartas arrebatadoras.

O problema é que eu odiava a ideia de ter que trabalhar para homens. Eu queria ditar minhas próprias cartas arrebatadoras…”

 

Em: A redoma de vidro, Sylvia Plath, tradução de Chico Mattoso, Rio de Janeiro, Biblioteca Azul: 2019, p. 87


Ações

Informação

2 responses

26 07 2021
Regina Porto Valença

Nunca li Sylvia Plath. Estou me devendo?

26 07 2021
peregrinacultural

Regina, este é o único livro dela de prosa. É um livro estranho. Na verdade são dois livros mal colados em um. Na primeira parte é banal. É tão banal que você não acredita que está lendo um CLÁSSICO do século XX. A segunda parte, que acho que é o que lhe dá a fama é o relato de uma pessoa que está emocionalmente desequilibrada. É o relato de dentro da cabeça de quem está desequilibrado. É muito sofrimento. Mas francamente, eu poderia ter passado a minha vida sem ler este volume.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: