Flores para um sábado perfeito!

17 11 2018

 

 

 

Jorge Maciel (Brasil, 1972) Floral, ost. 60x100cmFloral [Margaridas]

Jorge Maciel (Brasil, 1972)

óleo sobre tela, 60 x 100 cm





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

16 11 2018

 

 

 

 

CARLOS BALLIESTER - Praia em Paquetá - Óleo sobre tela - 48,8 x 67,5 - 1907Ilha de Paquetá, 1907

Carlos Balliester (Brasil, 1874 – 1926)

óleo sobre tela, 48 x 67 cm





Imagem de leitura — A. C. W. Duncan

16 11 2018

 

 

 

A C W Duncan Woman with Flowers in a VaseMoça com vaso de flores, c. 1908

A. C. W. Duncan (GB, ativo 1883-?)

óleo sobre tela

East Ayrshire Council, The Dick Institute Museum and Art Gallery, Kilmarnock, Grã-Bretanha





Minutos de sabedoria: provérbio chinês

15 11 2018

 

Alphonse Mucha, Reverie 1896,Revêrie, de Alphonse Mucha, 1896.

 

“Um pouco de perfume sempre fica na mão de quem oferece flores.”

 

Provérbio chinês





Resenha: “As filhas do capitão”, de Maria Dueñas

14 11 2018

 

 

 

as-trc3aas-irmc3a3s-1917-henri-matissefranc3a7a-1869-1954-ost-92x73-orsayAs três irmãs, 1917

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela, 92 x 73 cm

Musée d’ Orsay, Paris

 

 

 

Este é o terceiro livro de Maria Dueñas que leio.  O primeiro, O tempo entre costuras, foi uma leitura excepcional.  Rara obra de aventuras em que uma mulher tem a liderança.  Foi também uma excelente maneira de relatar alguns detalhes da vida na Espanha na época de Franco.  Nota dez.  Li depois  O melhor está por vir.  Não me encantou.  A mim, pareceu um exercício forçado para a entrada no mercado americano.  A história se passa na Califórnia, e está ligada às missões espanholas.  Por isso não li nenhuma outra obra de Dueñas.  Mas este mês meu grupo de leitura  escolheu As filhas do Capitão, para discussão.

Assim como seu primeiro livro – O tempo entre costuras,  sucesso mundial que virou uma série na televisão, muito boa por sinal — este é um livro de aventuras.  Aqui três jovens irmãs emigram para os Estados Unidos nos anos 30 do século XX.  As filhas do Capitão  tem capítulos pequenos e muitas situações de perigo, momentos críticos de decisões pessoais de cada personagem, refletindo com clareza e detalhe as vicissitudes, perigos, alegrias e sucessos dos recém-chegados ao EUA,  momento que imigrantes têm como um segundo nascimento ao desfrutarem de liberdades em geral fora de seu alcance na terra natal.  Sem dúvida a chegada ao país para onde se emigra  pode ser um período  de escolhas, e empreendedorismo sem igual. As irmãs, Victoria, Mona e Luz Arenas, que a princípio não queriam deixar a Espanha para acompanhar a mãe  e se juntarem ao pai emigrante, logo despertam para  novas possibilidades que são ainda mais sedutoras quando subitamente encontram-se órfãs  de pai e responsáveis pela mãe  camponesa, analfabeta, com visão do mundo limitada pela aldeia onde moravam naquele país ibérico.

 

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Como grande parte dos imigrantes, a família encontra respaldo na comunidade de conterrâneos emigrados.  Aqui foram espanhóis que ocupavam grande variedade de posições sociais, do trabalhador braçal, aos pequenos negociantes, profissionais liberais e até mesmo personagens da decadente família real do país.  Para sobreviverem,  se alimentarem, as irmãs jovens, atraentes e bonitas, decidem levar avante o pequeno restaurante endividado que o pai lhes deixara.  Sem nunca terem trabalhado no ramo, sem qualquer conhecimento de inglês, as irmãs Arenas se empenham em encontrar maneiras de sobreviver e simultaneamente descobrir as próprias habilidades, opiniões, gostos, limites, moral e perseverança.  Sem que se fale nas encrencas amorosas que pavimentam o caminho, este é um livro que descreve conquistas,  erros,  desavenças, decisões nem sempre acertadas,  a vida repleta de aventuras numa terra estranha.  Neste ponto As filhas do capitão é  um livro tão excitante quanto O tempo entre costuras.  O que é diferente, é a enorme coletânea de dados históricos que vêm muitas vezes a troco de nada, e pesam no texto por absoluta falta de disciplina da autora e falta de algum bom editor que lhe aconselhasse a cortar muito dessas partes.

 

mariaduenas-1-880x1264Maria Dueñas

 

Depois do sucesso de O tempo entre costuras Maria Dueñas deixou a carreira de professora universitária para se dedicar exclusivamente à escrita.  Tornou-se escritora por tempo integral.  Enquanto escrever  ficção era um hobby, uma segunda opção de vida, sua narrativa fluiu.  Toda a pesquisa necessária para retratar a época de Franco na Espanha fez parte da narrativa de seu primeiro romance sem pesar no texto.  Grande pesquisa histórica foi necessária para localizar este romance As filhas do capitão na mal conhecida imigração espanhola nos Estados Unidos.  É evidente que Maria Dueñas se dedicou seriamente a levantar os detalhes da época e de toda a colônia espanhola em Manhattan nos anos 30 do século passado.  Mas é exatamente por isso que há desconforto na leitura do texto.  Apesar de abraçar a carreira de escritora de ficção, a autora não conseguiu se desfazer do hábito acadêmico de colocar tudo o que se sabe num documento para provar que a pesquisa foi feita.  Maria Dueñas vestiu a toga de escritora sem se desfazer dos vícios da escrita acadêmica.  Há momentos em que quase sentimos sua vontade de colocar uma nota de rodapé sobre a descoberta que fez.  Há dezenas e dezenas de parágrafos sobre a família real espanhola; há detalhes sobre as ruas, sobre endereços, sobre hotéis, que não enriquecem necessariamente o texto, mas que servem de obstáculos para a leitura suave da história.  Muito disso poderia ser cortado.  Poderia também pertencer ainda a outro romance sobre espanhóis em Nova York.  E muito também poderia ser revelado através de diálogos, através de reflexões de personagens para suas decisões, sem que ocasionalmente o leitor se sinta tendo uma aula sobre o assunto.  Este é, sem dúvida, o grande defeito deste livro.

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem incentivos para a promoção de livros.





Em três dimensões: Gehard Demetz

14 11 2018

 

 

Gehard Demetz, (Itália, 1972 )My shadow can walk on water, 2012, 168 x 52 x 32 cmMinha sombra pode andar sobre a água, 2012

Gehard Demetz (Itália, 1972)

madeira de cal e acrílica, 168 x 52 x  32 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 11 2018

 

 

Clovis Pescio - Natureza morta - Óleo sobre tela - datado de 1999 - acid - sem moldura - 50x70cmNatureza morta com uvas e abacaxi, 1999

Clóvis Pescio (Brasil, 1951)

óleo sobre tela,  59 x 70 cm








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