Taquigrafia?… texto de Sylvia Plath

25 07 2021

Black-eyed Susans

[Margaridas amarelas do campo]

David Hettinger (EUA, 1946)

óleo sobre tela

 

 

“…Minha mãe vivia dizendo que ninguém se interessaria por uma pessoa formada em inglês. Mas uma pessoa formada em inglês que soubesse taquigrafia era diferente. Todo mundo iria atrás. Ela seria disputada por todos os jovens promissores e faria transcrições de centenas de cartas arrebatadoras.

O problema é que eu odiava a ideia de ter que trabalhar para homens. Eu queria ditar minhas próprias cartas arrebatadoras…”

 

Em: A redoma de vidro, Sylvia Plath, tradução de Chico Mattoso, Rio de Janeiro, Biblioteca Azul: 2019, p. 87





Imagem de leitura — Clyde J. Singer

22 07 2021

Notícias tristes, 1950

Clyde J. Singer (EUA, 1908 – 1999)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Imagem de leitura — Dod Procter

20 07 2021

Hora do almoço, 1925

Dod Procter (GB, 1892-1972)

óleo sobre tela, 74 x 51 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Édouard Vuillard

15 07 2021

Moça lendo, 1916

Édouard Vuillard (França, 1868-1940)

pastel sobre papel, 71 x 73 cm





Em casa: Leonard Campbell Taylor

11 07 2021

A sala azul

Leonard Campbell Taylor (GB, 1874-1969)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Laureano Barrau

28 05 2021

Leitura, 1889

Laureano Barrau Buñol (Espanha, 1863-1957)

óleo sobre tela





Sublinhando…

27 05 2021

Leitora

Christian Breyhan (Alemanha, 1941-2002)

óleo sobre tela, 80 x 74cm

 

“Quem pode ver-te, sem querer amar-te?
Quem pode amar-te, sem morrer de amores?”

 

Maciel Monteiro

 

Maciel Monteiro (1804-1868), Soneto, Poesias, 1905





Palavras para lembrar: Jules Renard

25 05 2021

Figura de mulher

Jurandir Ubirajara (Brasil, 1903 – 1972)

óleo sobre tela

“Poucos livros mudam uma vida. Quando eles mudam é para sempre.”

Jules Renard





Despedida, poesia de Maria Braga Horta

11 01 2021

À luz de lampião, 1890

Harriet Backler (Noruega 1845-1932)

óleo sobre tela, 55 x 66 cm

 

Despedida

 

Maria Braga Horta

 

Não levarei comigo nada meu

nem de ninguém.

Devolvo a todos o quinhão da vida

que viveram comigo e por mim

e os liberto

do ritual das flores no jazigo

que nada mais (depois) contém

que os vestígios de um corpo

que em verdade jamais me pertenceu.

 

 

Simples sombra (invisível) chegarei

diante do espelho

em que foi o meu tempo refletido

e inserido em gradações de forma e cores.

 

 

Do que era teu em mim –

separados os lados –

sepultarás o morto.

 

 

O vivo ficará perdido

nos teus olhos

procurando o infinito.

 

Em: Caminho de Estrelas, Maria Braga Horta, São Paulo,  Massao Ohno Editor: 1996, p. 122





Em casa: James Whistler

29 11 2020

Nota cor-de-rosa: a pequena novela, 1883

James Abbott McNeill Whistler (EUA,  1834 –  1903)

aquarela sobre papel

Freer Gallery, Smithsonian Institution, Washington DC








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