Eu, pintora: Judith Leyster

31 03 2020

 

 

 

Self-portrait_by_Judith_LeysterAutorretrato, c. 1630

Judith Leyster (Holanda, 1609-1660)

óleo sobre tela, 74 x 65 cm

National Gallery, Washington DC





Imagem de leitura — Elizabeth Nourse

30 03 2020

 

 

 

un-heure-de-loisir-by-elizabeth-nourse-1900Uma hora de descanso, 1900

Elizabeth Nourse  (EUA, 1859-1928)

, aquarela e pastel

 

 





Domingo, um passeio no campo!

29 03 2020

 

 

 

Willem Leendert van Dick (Holanda-Brasil, 1915-1990) Paisagem de Petropolis, 1961, ost, 95 x 121 cmPaisagem de Petrópolis, 1961

Willem Leendert van Dick (Holanda-Brasil, 1915-1990)

óleo sobre tela, 95 x 121 cm





Flores para um sábado perfeito!

28 03 2020

 

 

 

Stella Bianco (1944) aso com Flôres- ost. - med. 50 x 40 cmVaso com flores, s.d.

Stella Bianco (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 50 x 40 cm





Imagem de leitura — Alfred Stevens

28 03 2020

 

 

 

Alfred-Stevens, The visitA visita, c. 1869

Alfred Stevens (Bélgica, 1823 – 1906)

óleo sobre tela,  73 x 59 cm





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar!

27 03 2020

 

 

 

BUSTAMANTE SÁ- Campo de Santana, óleo sobre tela, 65 x 81 cm. Assinado e datado no canto inferior esquerdo 1939 Campo de Santana, 1939

Rubens Fortes Bustamante Sá (Brasil, 1907 – 1988)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm





Cézanne retratando Vollard

27 03 2020

 

 

 

Cezanne_Ambroise_VollardAmbroise Vollard, 1899

Paul Cézanne (França, 1839 – 1906)

óleo sobre tela, 101 x 81 cm

Petit Palais, Paris

 

 

Ambroise Vollard, o grande galerista da arte moderna, foi retratado por muitos dos artistas que patrocinava, entre eles Cézanne.  Em suas memórias, Souvenirs d’un marchand de tableaux [Lembranças de um negociante de quadros], há a descrição de como Cézanne pintou seu retrato.

“‘Não cochile‘ Renoir me avisou, quando fui posar para Cézanne. No ateliê de Cézanne eu tinha que me sentar num banquinho colocado numa plataforma improvisada, apoiada em quatro tocos de madeira.

Vendo que eu não estava confiante da segurança dessa engenhoca, Cézanne disse com um sorriso convidativo, ‘nada acontecerá se você mantiver o equilíbrio’. E, além disso, posar, significa sentar sem se mover.’

Mas, bastou eu me sentar no lugar, a sonolência se apoderou de mim. Minha cabeça pendeu sobre os ombros. O equilíbrio se foi: plataforma, banco e eu fomos parar no chão.

Cézanne correu à frente.

Seu desgraçado!  Você atrapalhou a pose!  Deveria se sentar como uma maçã. Quem já viu uma maçã agitada?’

 

Livremente traduzido por mim, do livro Souvenirs d’un marchand de tableaux, Ambroise Vollard, editora Albin Michel: 1948.








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