Domingo, um passeio no campo!

17 04 2016

 

 

MARCIER, Emeric (1916 - 1990) - Paisagem, o.s. m. - 20 x 31 cm - Assinado e datado 79.Paisagem, 1979

Emeric Marcier (Romênia/Brasil, 1916-1990)

óleo sobre madeira, 20 x 31 cm





Flores para um sábado perfeito!

16 04 2016

 

 

Giancarlo Zorlini (Brasil,1931)Vaso com flores,1978,ost,60x 50 cmVaso com flores, 1978

Giancarlo Zorlini (Brasil, 1931)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm





Imagem de leitura — Thomas Ryan, RHA

16 04 2016

 

 

Thomas Ryan PPRHA (b.1929) Leitora- Mary lendo jornal na sala de jantar, osplaca, 64 x 53cm, 1986Mary lendo jornal na sala de jantar, 1986

Thomas Ryan, RHA  (Irlanda, 1929)

óleo sobre placa, 64 x 53 cm





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

15 04 2016

 

 

Sergio Piancó, (Brasil, contemporâneo)Sem título, 2014

Sérgio Piancó (Brasil, contemporâneo)

acrílica





Sublinhando…

15 04 2016

 

Jacquet-Gustave-Jean-1846-1909-Attentive-readingLeitora atenta

Gustave-Jean Jacquet (França, 1846 -1909)

 

 

“Também as catedrais são sinfonias.”

 

Martins Fontes (1884-1927) poema: O espírito da matéria





Imagem de leitura — Lovis Corinth

14 04 2016

 

 

portrait-of-the-painter-benno-becker-1892Retrato do pintor Benno Becker, 1892

Lovis Corinth (Alemanha, 1858-1925)

óleo sobre tela, 87 x 92 cm

Von der Heydt-Museum, Wuppertal, Alemanha

 

 





A companhia de um cão, texto de William Boyd

14 04 2016

 

393.0LJovem homem e seu cão, 2005

Mihail Aleksandrov (Rússia/EUA, 1949)

óleo sobre tela,  55 x 65 cm

 

 

“Senti uma espécie de aflição tão intensa e pura, que achei que fosse morrer. Uivei feito um bebê com meu cachorro nos braços. Então coloquei-o em uma caixa de vinho, e o levei para o jardim onde o enterrei debaixo de uma cerejeira.

Ele é só um cachorro velho, digo para mim mesmo, e viveu uma vida de cachorro plena e feliz. Mas o que me deixa indescritivelmente triste, é que, sem ele, fico sem amor na vida. Pode parecer estúpido, mas eu o amei e sei que ele me amou. Isso significou que houve um fluxo descomplicado de amor recíproco na minha vida e acho difícil admitir que terminou. Olhe só para mim, murmurando, mas é verdade, é verdade. E, ao mesmo tempo, sei que uma parte da  minha tristeza é apenas autopiedade disfarçada. Precisei daquela troca e estou preocupado por não saber como viverei sem ela nem se conseguirei arranjar um substituto — quem dera fosse tão fácil quanto comprar um novo cachorro. Sinto muita pena de mim mesmo — é isso que é aflição.”

 

Em: As aventuras de um coração humano, William Boyd, Rio de Janeiro, Rocco: 2008, tradução de Antônio E. de Moura Filho, p. 503-4.








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