Nossas cidades: Angra das Reis

15 08 2017

 

 

RODOLFO WEIGEL (1907-1987) - Casario na Praia do Retiro - Angra dos Reis, ost, 47 X 37 Assinado no c.i.e. (década de 40)Casario na Praia do Retiro, Angra dos Reis, década de 1940

Rodolfo Weigel (Brasil, 1907-1987)

óleo sobre tela, 47 X 37 cm





Flores para um sábado perfeito!

12 08 2017

 

 

JOSÉ PAULO Moreira da Fonseca (1922 - 2004) Vaso de Flores, o.s.t. - 19 x 24 cm. Ass. e dat. 90Vaso de flores, 1990

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo sobre tela, 19 x 24 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

9 08 2017

 

 

ETTORE FEDERIGHI - ost ( natureza morta ) 65x80 cm.Natureza Morta: cenouras, nabos, mamão

Ettore Federighi (Brasil 1909 – 1978)

óleo sobre tela, 65 x 80 cm

 





Trova dos navegantes

9 08 2017

 

 

 

Vintage-Seashell-Girl-Image-GraphicsFairy

Cartão Postal

 

 

 

A voz dos ventos distantes,

dentro das conchas do mar,

são preces de navegantes,

que não puderam voltar.

 

(Hegel Pontes)





Nossas cidades: Salvador

8 08 2017

 

 

Francisco Céa (1908) Igreja do Pilar - BA, o.s.t. - 65 x 81 cm. Ass. frente e verso e dat. 1952 no verso.Igreja do Pilar – BA, 1952

Francisco Céa (Brasil, 1908- 1968)

óleo sobre tela,  65 x 81 cm





Chichico Alkmim — o fotógrafo de Diamantina

7 08 2017

 

 

Freiras de um colégio de DiamantinaFreiras de um colégio em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

O Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro está com uma maravilhosa exposição do fotógrafo Chichico Alkmim (1886 – 1978) que se estabeleceu em Diamantina em 1912, montando seu estúdio definitivo em 1919. Autodidata ele fotografou tudo e todos em Diamantina deixando um belíssimo documento da cidade e da história social do Brasil.

 

acv_imgcapa_1492742376Retrato de estúdio, foto de Chichico Alkmim.

 

 

acv_imgcapa_1492741721Retrato de homem, foto de Chichico Alkmim.

 

A exposição apresenta mais de 200 fotografias, das 5.000 fotos em negativos de vidro, que hoje estão sob os cuidados do Instituto Moreira Salles. As fotografias cobrem Diamantina de 1912 a 1950, quando Chichico deixou de fotografar.  Como desenvolveu uma técnica de mais de um negativo sobre uma placa de vidro, calcula-se que haja mais de 10.000 fotos documentando a população e a cidade de Diamantina.

 

Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça ...Parque Municipal de Cavalhada Velha, hoje Praça Doutor Prado, foto de Chichico Alkmim.

 

barBar em Diamantina, foto Chichico Alkmim.

 

acv_imgcapa_1492643856Moças em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

Não há como não nos emocionarmos com as fotografias. A exposição é um retrato de um Brasil que já passou, mas que ainda se faz presente culturalmente.  Não sei quantas vezes rodopiei pelas imagens, da primeira à última sala da exposição. Se você se interessa pela história do Brasil, ou pela fotografia não pode perder a oportunidade de conhecer Chichico Alkmim de perto.  E não deixe de assistir ao documentário sobre o fotógrafo, lá mesmo na Instituto Moreira Salles.

 

acv_imgcapa_1492636926Chichico Alkmim fotografado por sua esposa, Miquita.

 

SERVIÇO

Exposição Chichico Alkmim, fotógrafo

Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro

13 de maio a a 1º de outubro de 2017

Curadoria de Eucanaã Ferraz

 

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea.

CEP 22451-040 – Rio de Janeiro/RJ.

Tel.: 21 3284-7400.

Horário de visitação: de terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 11h às 20h.

 

Não perca!





A flor e a andorinha, poesia de Da Costa e Silva

6 08 2017

 

 

ARTHUR TIMÓTHEO DA COSTA, óleo sobre cartão, datado de 1918, representando figura feminina na janela, medindo 49 x 70 cm.Figura feminina à janela, 1918

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre cartão,  49 x 70 cm

 

 

II
A flor e a andorinha

 

(Tsé-Tié)

 

Da Costa e Silva

 

Cortei em um ramo uma flor pequenina e rosada,

e ofertei à mulher que tem lábios finos e doces

como estas flores pequeninas e rosadas…

 

Roubei do seu ninho uma andorinha de asas negras,

e ofertei à mulher, cujas pestanas longas

se assemelham às asas das andorinhas.

 

Na manhã seguinte, a florzinha pendeu, já murcha…

e a andorinha, seguindo a alma da flor, tomou voo,

pela janela aberta sobre a montanha azul…

 

No entanto, nos lábios da mulher amada

abre-se a flor rosada e pequenina,

e as negras pestanas, que lhe velam os claros olhos,

não têm o ar inquieto de quem quer bater as asas…

 

 

Em: Da Costa e Silva, Poesias Completas, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985 [edição do centenário] p.312








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