Sublinhando…

8 12 2015

 

 

 

Louise Catherine Breslau (Swiss, 1856-1927). Oil on wood. Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, BernNa biblioteca

Louise Catherine Breslau (Suíça, 1856-1927)

óleo sobre madeira

Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, Berna

 

 

“Só a leve esperança, em toda a vida,
Disfarça a pena de viver, mais nada…”

 

 

Em: Velho Tema, de Vicente de Carvalho (Brasil, 1866-1924), Poemas e canções, 4ª edição, São Paulo, Editora O Livro: 1919.





Poema de Natal, Carlos Pena Filho

8 12 2015

 

 

sinos vermelhos, 1934Sinos, 1934.

 

 

Poema de Natal

 

Carlos Pena Filho

 

 

— Sino, claro sino,

tocas para quem?

— Para o Deus menino

que de longe vem.

 

— Pois se o encontrares

traze-o ao meu amor.

— E que lhe ofereces

velho pecador?

 

— Minha fé cansada,

meu vinho, meu pão,

meu silêncio limpo,

minha solidão.

 

 

Em: Melhores poemas, Carlos Pena Filho, Sel. Edilberto Coutinho, Editora Global:2000, 4ª edição, p.36.

 





Domingo, um passeio no campo!

6 12 2015

 

 

Ottone Zorlini (1891-1967) Piracicaba, 1966 Óleo sobre madeira 31,5 x 41,5 cm.Piracicaba, 1966

Ottone Zorlini (Itália/Brasil, 1891-1967)

Óleo sobre madeira 31 x 41 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

4 12 2015

 

Wanda Pimentel Mntanhas do Rio,Gávea, Dois irmãos e Pedra Bonita N.10. Acrílica sobre tela. Assinado, datado 1987 e titulado no verso. 80 X 110 cmMontanhas do Rio: Gávea, Dois irmãos e Pedra Bonita N.10, 1987

Wanda Pimentel (Brasil, 1943)

Acrílica sobre tela,  80 X 110 cm





Trova do nosso destino

4 12 2015

 

estrada, Stevan DohanosEstrada, ilustração de Stevan Dohanos, 1956.

 

Destino é força que esmaga…
Credor austero, tremendo:
– Manda a conta e a gente paga,
sem saber que está devendo.

 

(Barreto Coutinho)





Texto do perdão natalino, Marques Rebelo

3 12 2015

 

natal com neve

 

 

“25 de dezembro [1940]

 

As luzes tão débeis das velinhas coloridas derretem a escura neve que a fieira dos dias acumula nos corações. Vera e Lúcio são como retratos do passado – o mesmo espanto, os mesmo gritos! E os olhos sentem que foram criados para o êxtase das bolas multicores, das estrelas brilhantes, dos brinquedos ricos ou pobres. O verde da Árvore é o verde da esperança. Invisíveis pássaros de paz fazem ninho nos ramos enfeitados. Poderemos ouvir os seus cantos de paz.

Perdão para os nossos inimigos, perdão para os nossos amigos, perdão para nós próprios. Gosto de amor na boca. Boca – espelho do coração”.

 

Em: A mudança, Marques Rebelo, 2º volume de O Espelho Partido, São Paulo, Martins: 1962





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

2 12 2015

GERALDO CASTRO - Natureza morta, O.S.T, assinado no canto inferior direito.  80x80 cmNatureza morta

Geraldo Castro (Brasil, 1914-1992)

óleo sobre tela, 80 x 80 cm








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