Gato pensa? poesia infantil de Ferreira Gullar

3 08 2015

 

 

7 gatinhosIlustração anônima.

 

Gato pensa?

 

Ferreira Gullar

 

Dizem que gato não pensa
mas é difícil de crer.
Já que ele também não fala
como é que se vai saber?

A verdade é que o Gatinho,
quando mija na almofada,
vai depressa se esconder:
sabe que fez coisa errada.

E se a comida está quente,
ele, antes de comer,
muito calculadamente,
toca com a pata pra ver.

Só quando a temperatura
da comida está normal,
vem ele e come afinal.

E você pode explicar
como é que ele sabia
que ela ia esfriar?





Domingo, um passeio no campo!

2 08 2015

 

 

DI CAVALCANTI, Emiliano (1897-1976) - Paisagem de Petrópolis, o.s.t. - 35 x 28 cm. Assinado cie e verso, datado 1963 e localizado Petrópolis.Paisagem de Petrópolis, 1963

Emiliano Di Cavalcanti ( Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 35 x 28 cm





Flores para um sábado perfeito!

1 08 2015

 

MARQUES JUNIOR (1887 - 1960) - Flores - ost - 47 x 32 - datado 1957Flores, 1957

Augusto José Marques Júnior (Brasil, 1887-1960)

óleo sobre tela, 47 x 32 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

31 07 2015

 

FERNANDO CORRÊA E CASTRO (1933). Jardim do Palácio do Catete - Rio, óleo stela, 27 X 35.Jardim do Palácio do Catete

Fernando Corrêa e Castro (Brasil, 1933)

óleo sobre tela, 27 x 35 cm





Trova da felicidade

31 07 2015

 

 

almoço ao ar livre, steven dohanosAlmoço ao ar livre, Steven Dohanos.

 

 

Amigo, na sua idade,

não conte a idade a ninguém,

mas conte a felicidade

pelos amigos que tem.

 

(Edmilson Ferreira Macedo)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 07 2015

 

 

Antônio_Rafael_Pinto_Bandeira_-_Natureza-morta,_1892Natureza morta, 1892

Antônio Rafael Pinto Bandeira (Brasil, 1863-1896)

óleo sobre tela, 55 x 63 cm

Museu Afro Brasil, São Paulo





O circo, poema de Santos Moraes

29 07 2015

 

 

circo chegou, Russell Sambrook (1891 – 1956)Ilustração de Rusell Sambrook.

 

 

O circo

 

Santos Moraes

 

Na praça antiga da Matriz havia

Um circo que chegara bem recente.

Eu, menino, julgava-o ingenuamente

O palácio encantado da alegria.

 

Todas as noites, coração ardente,

Àquele mundo de ilusões corria,

E rindo do palhaço eu me sentia

Um ser extraordinário de contente.

 

Hoje, o circo perdido na distância

Tantas vezes  me vem da alma à tona

Que refloresce em mim a leda infância.

 

Encantamentos vãos que a mente afaga!

Sonhos que o peito avaro aprisiona

E o coração por alto preço os paga!

 

 

Em: Tempo e Espuma, Santos Moraes, Rio de Janeiro, Livraria São José: 1956, p. 23-24








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