Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

22 08 2014

 

 

???????????????????????????????Paisagem do Rio de Janeiro

Nicolas-Antoine Taunay (França, 1755-1830)

óleo sobre tela

Instituto Ricardo Brennand, Recife





Homenagem a João Quaglia 1928 – 2014

21 08 2014

 

 

QUAGLIA, João,Mulher com Dedos Entrelaçados,óleo s tela, ass. e dat. 1982 inf. dir.46 x 38 cmMulher com dedos entrelaçados, 1982

João Quaglia (Brasil, 1928-2014)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

 

O pintor, nascido em Salvador, Bahia, faleceu esta semana [18-8-2014], aos 86 anos, em São João del-Rei, Minas Gerais.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

20 08 2014

 

 

TOMOO HANDA - Natureza morta - OST  - DAT 1950 - 58 x 48 cm.Natureza morta, 1950

Tomoo Handa (Japão/Brasil 1906-1996)

óleo sobre tela, 58 x 48 cm





Letras Brasileiras na França no início do século XX

20 08 2014

Bernard Boutet de Monvel (1881-1949) — Portrait of Virginia Shaw ,1930.Retrato de Virgínia Shaw, 1930

Bernard Boutet de Monvel (França, 1881-1949)

óleo sobre tela, 71 x 64 cm

Em leilão na Christie’s, Nova York, Venda 9016

 

“Em 1901, o Mercure de France, que vinha mantendo seções sobre literaturas estrangeiras, iniciou a publicação da rubrica Lettres brésiliennes, a cargo de Figueiredo Pimentel. Teríamos agora, pelo menos, a ilusão de que os franceses tomariam conhecimento da nossa existência. Uma carta de Remy de Gourmont ao escritor brasileiro, datada de 19 de novembro de 1900, informa-nos das circunstâncias em que se inaugurou a referida colaboração. Figueiredo Pimentel já se correspondia de há muito tempo com Remy de Gourmont, um dos diretores do Mercure; era, pois, natural que viesse solicitar a este um lugar para as nossas letras na importante revista francesa. Gourmont escreve “Se o Sr. Carvalho foi dispensado pelo Mercure, é que desde que aceitou a redação de ‘Lettres brésiliennes‘ não deu ainda um artigo, e isso há quase um ano. Espero, ao contrário, que o senhor enviará logo a sua primeira crônica.”O Carvalho a que alude Gourmont não seria outro senão o escritor português Xavier de Carvalho, correspondente da Gazeta de Notícias e d’O País na França. Assim graças à intervenção do autor de Culture des Idées, a rubrica foi confiada a Figueiredo Pimentel. Gourmont faz, porém, uma curiosa advertência ao confrade brasileiro na mesma carta:

“Escrevendo para a França, o senhor escreve para um povo mais ou menos cético e que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá pois cuidar de ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros. Para um francês dizer de alguém: é um escritor de talento — já constitui um grande elogio. Há certamente nas mesmas palavras empregadas pelas duas línguas uma grande diferença de sentido; há sobretudo grande diferença de temperamento entre os dois povos. O senhor não conhece a neve e a geada, enquanto a nós o inverno nos esfria todos os anos. “

Parece que Remy de Gourmont já havia sido notificado da facilidade com que se distribuem elogios em nosso meio literário. Procurara assim acautelar o escritor brasileiro contra a impressão que poderiam causar na França as notícias de uma literatura em que os talentos e os gênios proliferassem com facilidade assombrosa.”

 

 

Em: A vida literária no Brasil 1900, Brito Broca, Rio de Janeiro, José Olympio:2005, 5ª edição, pp: 331-332





Belo belo, poema de Manuel Bandeira

19 08 2014

 

ARTHUR TIMÓTHEO DA COSTA - (1882 - 1923) Ziza no atellier - ost - 65 x 54 - cie - 1919Ziza no ateliê, 1919

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm

 

Belo Belo

 

Manuel Bandeira

 

Belo belo minha bela

Tenho tudo que não quero

Não tenho nada que quero

Não quero óculos nem tosse

Nem obrigação de voto

Quero quero

Quero a solidão dos píncaros

A água da fonte escondida

A rosa que floresceu

Sobre a escarpa inaccessível

A luz da primeira estrela

Piscando no lusco-fusco

Quero quero

Quero dar volta ao mundo

Só num navio de vela

Quero rever Pernambuco

Quero ver Bagdá e Cusco

Quero quero

Quero o moreno da Estela

Quero a brancura da Elisa

Quero a saliva da Bela

Quero as sardas da Adalgisa

Quero quero tanta coisa

Belo belo

Mas basta de lero-lero

Vida noves fora zero.

 

Petrópolis, fevereiro de 1947.

 

Em: Antologia Poética, Manuel Bandeira, Rio de Janeiro, José Olympio: 1978, 10ª edição,pp: 135-136.

 

 





Nossas cidades — Niterói

18 08 2014

 

 

Lucílio de Albuquerque,  sol -manhã em niteroiManhã em Niterói, Lucílio de AlbuquerqueManhã de sol em Niterói

Lucílio de Albuquerque (Brasil, 1877-1939)

óleo sobre tela,





Natureza Maravilhosa — Porco espinho

18 08 2014

 

porcoespinho brasileiro

 

Seus espinhos são pêlos duros modificados e podem alcançar até 10 cm de comprimento. Estão presentes na cabeça, pernas e parte anterior da cauda. Nome científico: Coendou prehensilis. Está ameaçado de extermínio na natureza. Tem uma cauda longa que chega ao comprimento de 30 a 57 cm. Em geral o porco-espinho pesa por volta de 4 Kg, e chega a 54 cm de comprimento. Ele come sementes de frutos, cocos, cascas de árvores e folhas. Anda sozinho e gosta de sair à noite. Vive cerca de 10 anos.








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