Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 07 2017

 

 

ESTEVÃO SILVA(BRASIL, 1841-1891)Fruta do Conde,osm, 1887, 36 x 48 cmFrutas do conde, 1887

Estevão Silva (Brasil, 1841-1891)

óleo sobre madeira, 36 x 48 cm





Nossas cidades: Itaipava

25 07 2017

 

 

Milton Dacosta, Castelo do Barão Smith de Vasconcellos, Itaipava, RJ, 1945, 55x46,ostCastelo do Barão Smith de Vasconcellos, Itaipava, RJ, 1945

Milton Dacosta (Brasil, 1915 -1988)

óleo sobre tela,  55 x 46





Palavras para lembrar — Abraham Lincoln

23 07 2017

 

 

Daniela Astone (Itália, 1980) Forma e luz, 2013, ost,

Forma e luz, 2013

Daniela Astone (Itália, 1980)

óleo sobre tela

 

 

“Meu melhor amigo é aquele que me dá um livro que eu ainda não li.”

 

Abraham Lincoln

 

 





Domingo, um passeio no campo!

23 07 2017

 

 

Alfredo Volpi,Paisagem,dec1930,54x73cm,OSTPaisagem, dezembro 1930

Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)

óleo sobre tela,  54 x 73 cm





Imagem de leitura — Juan Gris

22 07 2017

 

 

Leitora, 1926, Juan GrisLeitora, 1926

Juan Gris (Espanha, 1887-1927)

Óleo sobre tela, 60 x 80 cm

Coleção Particular





Flores para um sábado perfeito!

22 07 2017

 

 

LUCILIA FRAGA - (1895 - 1979)- Flores vermelhas, - osc - 27 x 32- cidFlores vermelhas

Lucília Fraga (Brasil, 1895-1979)

óleo sobre cartão,  90 x 72 cm

 





Livros e identidade cultural, texto de Luís S. Krausz

21 07 2017

 

 

COLLIER, Edwart, Vanitas(Holand, 1640-1710) Still-Life,1662,Oil on canvas, 98 x 130 cm,Private collectionVanitas,  1662

Edwart Collier (Holanda, 1640-1710)

óleo sobre tela,  98 x 130 cm

Coleção Particular

 

 

“Em Rolândia, a Sociedade Pró-Arte congregava os órfãos da cultura germânica e europeia, e promovia leituras públicas de versos de Rilke, Heine, Goethe e Schiller, e as discussões de livros que já tinham sido banidos e esquecidos na Alemanha e que sobreviviam, espremidos entre as caixas de bananas, na distância daquelas terras, para iluminar, com suas visões do sublime, os caminhos de perplexidade dos fugitivos, como pequenos templos portáteis, como fragmentos de luz e sinaleiros na longa noite, como as estrelas fixas que orientam as rotas dos navios que cruzam o oceano, como as pepitas de ouro e de prata que, em suas expedições ao coração da Amazônia peruana, Günther Holzmann imaginava que encontraria, em leitos de rios e nas entranhas da terra virgem, e que o salvariam da pobreza e da desorientação de caminhante solitário em terras estrangeiras.”

 

Em: Bazar Paraná, Luís S. Krausz, São Paulo, Benvirá: 2015, p. 65

 








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