Nossas cidades — Macapá

7 12 2015

 

 

UDO - Amapá - Macapá - Óleo sobre madeira datada de 1949, 45 cm x 53 cm Macapá, Paisagem com a Fortaleza de São José ao fundo, 1949

UDO — Udo Erich Knoff (Alemanha/Brasil, 1912-1994)

Óleo sobre madeira,  45 cm x 53 cm





Imagem de leitura — círculo de Vigée-Le Brun

10 10 2015

 

 

Countess Potocka – 1776, oil on canvas,101.6 x 76.2 cm Portrait of a lady reading, unsigned. school of Vigée Le Brun.Retrato de mulher lendo, 1776

[Retrato de Zofia Potocka?]

círculo de Élisabeth Vigée-Le Brun

óleo sobre tela, 101 x 66 cm





Imagem de leitura — José Júlio de Souza Pinto

30 08 2015

 

 

José Júlio de Sousa Pinto, a carta (Portugal, 1855-1930)ost, 38 x 46 cmA carta

José Júlio de Souza Pinto (Portugal, 1855-1930)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm





Invisível, poema de Henrique Simas

13 01 2015

 

 

Lucia de Lima, garças na lagoa, acrílicast.Garças na lagoa, s.d.

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 27 x 35 cm

www.luciadelima.com

 

 

Invisível

 

Henrique Simas

 

 

Invisível é o ar

Invisível é a nuvem desfeita no céu

Invisível é a sombra que geme na noite

Invisível é a pérola no fundo do mar

Invisível é a marca do ressentimento

Invisível é a estrela que passou.

Invisível também és tu

Garça encantada da lagoa!

 

 

Em: Horizonte Vertical: poemas, Henrique Simas,prefácio de Alceu Amoroso Lima, Rio de Janeiro, Olímpica: 1967, p.90





Imagem de leitura — George van Hook

20 09 2014

 

 

hook_0017Um raio de luz

George van Hook (EUA, 1954)

óleo sobre tela, 60 x 75 cm





Palavras para lembrar — Montesquieu

30 05 2012

Senhora lendo, 1916

Maurice Marinot (França, 1882-1960)

óleo sobre tela

“Não conheço nenhum problema que uma hora de leitura não alivie”.

Charles de Montesquieu





O espaço, poema de Henrique Simas

9 02 2012

O espaço

Henrique Simas

O vento soprou depois de alguma espera

E foram expulsos de dentro todos os fantasmas

Os restos de sombra o sol desfez.

A chuva terminou de apagar as últimas letras,

Arrancando da terra as raízes inúteis.

E nada mais sobrou além do espaço

Pronto a ser ocupado pelos novos donos,

Obstinados cultivadores de esperança.

Em: Horizonte Vertical: poemas, Henrique Simas,prefácio de Alceu Amoroso Lima, Rio de Janeiro, Olímpica: 1967, p. 78.








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