Nossas cidades: Belém

19 03 2019

 

 

 

Paul Garfunkel - Torres d'água e velhas marquises. Belém-PATorre de água e velhas marquises

Paul Garfunkel (França/Brasil, 1900 – 1981)

aquarela e nanquim sobre papel





Nossas cidades — Belém

10 07 2018

 

 

Cathedral.Joseph Léon Righini (Turim, Itália ca.1820 - Belém PA 1884).Catedral de Belém, século XIX

Joseph Léon Righini (Itália/Brasil, c.1820 – 1884)

gravura





Nossas cidades: Belém

16 01 2018

 

 

 

Hospital_D_Luiz.Joseph Léon Righini (Turim, Itália ca.1820 - Belém PA 1884).Hospital D. Luiz, Belém

José Léon Righini (Itália-Brasil, 1820 – 1884)

gravura





Nossas cidades: Belém

8 02 2016

 

 

_{5E133DEA-6412-4129-98F5-6AED980EE5B4}_belemtraçosMercado Ver-o-peso, 2012

Guataçara Monteiro (Brasil, 1984)





Nossas cidades — Belém do Pará

14 09 2015

 

 

Antôno_Parreiras_-_Av._São_Jerônimo,_1905.Belem do ParáJPGAvenida São Jerônimo, Belém, 1905

Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)

óleo sobre tela, 64 x 54 cm

Museu de Arte de Belém





Nossas cidades — Belém

1 12 2014

 

 

 

Antôno_Parreiras_-_A_Catedral_de_Belém,_1905A catedral de Belém, 1905

Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)

óleo sobre tela

Museu de Arte de Belém





Belém, soneto de Correa Pinto

18 11 2014

 

 

Landi-catedraldoparaA Catedral de Belém do Pará, gravura.

 

Belém

 

Correa Pinto

 

Três séculos e meio tens de idade

Mas, ao beijo do sol equatorial,

Reconquistas a eterna mocidade

Como a Iara em seu banho matinal.

 

Enfeitiçante e cálida cidade!

Encerras um mistério sem igual:

Longe de ti morre-se de saudade

Como quem lembra uma paixão sensual.

 

Na verde alcova de tuas avenidas

Ao capitoso aroma das mangueiras,

Como é romântico, Belém, te amar

 

Cidade em flor, que ao êxtase convida,

Bendigo as fortes gerações primeiras,

Que te plantaram entre o rio e o mar!

 

 

Em: A lira na minha terra: poetas antigos e contemporâneos no Pará, Clóvis Meira, Belém: 1993, p. 91-92

 

 

Augusto Correa Pinto Filho poeta, ensaísta, contista. Nasceu em Óbidos, Pará, em 1915. Faleceu em 1976 no Rio de Janeiro.

Obras:

Fascinação, poesia, 1943

Sonetos, poesia, 1964

Exaltação a Portugal, 1964

Oração da Humanidade, 1951

Perfil de Paulo Maranhão, 1956

Machado de Assis, ensaio, 1958

Belém: Imagens e Evocações, 1968

Fim, Análise de um Mundo que Morre, 1961.








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