Os maravilhosos companheiros de Agnes Augusta Talboys

16 05 2017

 

 

 

A-Study-in-Blue-Agnes-Augusta-Talboys-768x594Um estudo sobre azuis

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

 

3-kittens-Agnes-Augusta-Talboys-private-collection-768x576

Três gatinhos

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

Coleção Particular

 

Four-Kittens-in-a-Studio-Agnes-Augusta-TalboysQuatro gatos num estúdio

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

 

Three-Kittens e -Agnes-Augusta-TalboysTrês gatos persas

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela,  46 x 31 cm

 

Cats-and-Chess-Board-by-Agnes-Augusta-Talboys-Oil-on-canvas-31.7-x-47-cm-Collection-Bristol-Museum-and-Art-GalleryGatos no tabuleiro de xadrez

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela,  31 x 47 cm

Bristol Museum & Art Gallery

 

A-Study-of-a-Collie-and-a-Cat-Agnes-Augusta-TalboysEstudo para um Collie e gato

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

 

Dog-and-Cats-Agnes-Augusta-TalboysCachorro e gatos

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

 

Persian-Blues-before-a-Fan-Agnes-Augusta-Talboys

Três persas azuis na frente de leque

Agnes Augusta Talboys (GB, 1863-1941)

Óleo sobre tela

Salvar





Imagem de leitura — Woouterus Verschuur

1 02 2011

Homem lendo num inteior com dois cachorros, s/d

Woouterus Verschuur ( Holanda, 1818-1874)

Óleo sobre painel de madeira,  21 x 29 cm

Coleção Particular

—–

—–

Wouter  Verschuur,  O velho,  ( Holanda, 1812-1874) Nasceu em Amsterdã e começou seus estudos na pintura com os paisagistas e especialistas em pintura animal: Pieter Gerardus van Os e Cornelis Steffelaar.  Seu treino inclui fazer cópias de quadros do pintor do século XVII, Philips Wouerman, um outro especialista em pintura de gênero que inclui estábulos, cavalos e paisagens que se tornaram mais tarde algumas das especialidades do pintor. Começou sua carreira de pintor independente aos 15 anos e teve sucesso suficiente para poder viajar por toda parte aprimorando as suas técnicas, principalmente na Suíça e na Alemanha.  Seu filho também pintor, leva o cognome de  Wouter  Verschuur,  O jovem.





O melhor amigo do homem é sensível!

9 12 2008
Quem é?  Ilustração MW Editora e ilustrações

Quem é? Ilustração MW Editora e ilustrações

 

Há tempos que não falamos sobre cachorros aqui neste espaço.  Mas estes amigos nossos estão sempre nos nossos pensamentos.  E é bom que assim seja, pois as mais recentes pesquisas sobre cães mostram-no como um animal muito sensível, que sente ciúmes, inveja e sofre quando se acha injustiçado. 

 

É da Inglaterra que vem a mais recente confirmação de que o cão sente ciúmes quando seu dono faz carinhos em outro cachorro, que não seja ele. Até agora este comportamento só havia sido encontrado entre chimpanzés e seres humanos.  Mas não só cachorros sentem ciúmes, cavalos também de acordo com as declarações feitas por Paul Morris, psicólogo da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, que chefiou uma pesquisa sobre o comportamento emocional dos cães e outros mamíferos.  A teoria foi testada também na Áustria, na Universidade de Viena com 33 cães.  O resultado da análise feita sobre tratamentos diferenciados entre cachorros mostrou claramente que cães sofrem quando se sentem injustiçados.  E o demonstram com o que chamamos para os humanos de resistência passiva, ou seja: eles hesitam seguir os comandos de seus donos, ou simplesmente recusam primeiro, para depois obedecer sem entusiasmo. 

 

Estas mais recentes pesquisas divulgadas na edição do dia 8 de novembro de 2008, no Sunday Times e reproduzidas pela CNN, complementam estudos sobre a linguagem corporal canina feitos na Itália, e publicados no jornal Dallas News, cujos resultados foram publicados há mais ou menos um ano. As observações italianas estabelecem meios de um claro reconhecimento do estado de felicidade ou infelicidade dos cães, através da posição na qual abanam seus rabos.  Estas descobertas feitas por Giorgio Vallortigara, neurologista da Universidade de Trieste e dois veterinários Angelo Quaranta e Marcello Siniscalchi, da Universidade de Bari conseguiram desvendar os sentimentos dos cães de acordo com o lado [direito ou esquerdo da linha dorsal] em que abanam seus rabos. 

 

Quando cães se sentem muito felizes com uma atividade, com uma atenção, abanam seus rabos tendendo para o lado direito, enquanto seus rabos se voltam para o lado esquerdo quando se sentem insatisfeitos, em desacordo com o que lhes é apresentado.  O resultado é que aparentemente os músculos do lado direito da cauda refletem emoções positivas, enquanto que os do lado esquerdo da cauda retratam emoções negativas.

 

 

 





Por que os cachorros não gostam de música?

19 11 2008

cachorrinho-malhado-feliz

 

Qualquer ser humano sem deficiência auditiva pode distinguir entre os tons musicais de uma escala musical: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si.  Nos achamos que esta habilidade deve ser comum, no entanto está provado que outros mamíferos não dispõem desta única precisão tonal sem a qual não podemos imaginar viver.    Esta característica de grande acuidade auditiva foi objeto de estudos por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, da Universidade Hebraica de Jerusalém e do Instituto de Ciências Weizmann  na cidade dde Rehovot em Israel.  O resultado deste estudo foi publicado pela primeira vez na revista Nature de janeiro deste ano. 

 

Esta estudo revelou que existe um grupo de neurônios muito sensíveis junto ao nervo auditivo da orelha ao córtex auditivo.  Nesses neurônios sons naturais tais como a voz humana provocam respostas muito diferentes e muito mais complexas do que quando expostas a sons artificiais, como os sons puros.   Neste ambiente misto o ser humano consegue detectar freqüência tão precisas quanto 1/12 de uma oitava.

 

A pergunta a ser respondida é: por quê?   Morcegos são os únicos outros animais mamíferos capazes de ouvir mudanças de tom assim como os seres humanos o fazem.  Cachorros por exemplo não são tão precisos – eles só conseguem discriminar sons de 1/3 de oitava.   Mesmo os nossos familiares primatas não chegam perto da nossa habilidade auditiva: macacos só distinguem ½ de uma oitava.   Estas descobertas sugerem que a habilidade de distinguir com precisão diferenças mínimas entre sons não é uma necessidade para a sobrevivência. 

 

Os cientistas estão agora inclinados a acreditar que seres humanos usam suas extraordinárias habilidades auditivas para facilitar a memorização e o aprendizado.  Mas mais pesquisa será necessária para a resolução deste quebra cabeças.

 

 

Artigo de Sandy Fritz

 

 

Tradução livre do artigo publicado na revista Scientific American, número de Outubro de 2008.  Para o artigo clique AQUI.

 





Diversificação à vista nos testes de DNA!

20 09 2008
Ilustração de Eva Furnari.

Ilustração de Eva Furnari.

 

Cada qual sabe onde o sapato lhe aperta, não há dúvidas.  E às vezes até  surpreende!  Enquanto programas populares na televisão brasileira exploram a dúvida de maridos sobre a paternidade dos filhos e convocam famílias para lavarem suas roupas sujas em frente a milhões de telespectadores, para por fim através de um teste de DNA provarem ou não a identidade do pai. Numa outra parte do mundo, na cidade de Pitah Tikva, o governo achou um novo uso para o exame de DNA: policiamento dos cachorros que sujam as calçadas da cidade.  

 

Como?  Onde?  O que é Pitah Tikva?  É uma cidade de aproximadamente 190.000 pessoas, próxima a Tel Aviv em Israel.  Aparentemente esta metrópole tem um problema sério com os dejetos caninos deixados nas ruas.  Tanto, que acabou de lançar um programa em que as fezes encontradas nas calçadas serão levadas a laboratório. Um exame de DNA identificará o cachorrinho infrator.  E através desta identificação seu dono será multado!  O programa também dará prêmio a quem fizer bom uso dos locais para o depósito de fezes caninas.

 

Nos próximos seis meses a cidade estará fazendo este tipo de controle sanitário.  Depois deste período irão decidir se o programa vale ou não a pena.  A idéia foi de Tika Bar-On, Chefe de veterinária da cidade.  Ele também acredita que este sistema será útil em desenvolver pesquisa sobre doenças genéticas, identificação de animais e outros dados úteis para a  boa administração da cidade.

 

Os donos de cachorros terão que levar seus animais de estimação para que seus DNAs sejam identificados.  Com referência de registros e endereços dos donos nos bancos de dados será muito mais fácil conseguir multar os donos que insistirem em sujar as calçadas que são usadas por toda a comunidade.

 

Os donos que colocarem as fezes de seus animais nos receptáculos especialmente reservados para este fim serão por outro lado reconhecidos pelo seu bom comportamento cívico e estarão sujeitos a ganhar prêmios pelo exemplo de cidadania.

 

Resta, agora, esperarmos para ver os resultados da iniciativa. 

 

Para ler todo o artigo da Reuters, clique aqui.

 

 








%d blogueiros gostam disto: