Natureza maravilhosa: Irapuru

1 10 2017

 

 

blog-animal-chic-411.pngFoto: Marcelo Camacho

 

Com o nome científico Pipridae filicauda, o Irapuru leva muitos outros apelidos, entre eles Rabo de arame, Tangará, Dançador-de- cauda-fina, e outros. está entre os pássaros brasileiros de cores mais fortes, três: preto (asas e cauda), amarelo (papo) e vermelho(cabeça). E só os machos são coloridos. As fêmeas coitadinhas, tem uma cor única, verde-oliva, e com isso conseguem se disfarçar na folhagem muito mais do que seus parceiros. São naturais da Amazônia, portanto, encontrados nas florestas do Brasil, (Amazônia Ocidental, nos rios Negro e Purus), Peru, Equador, Colômbia e Venezuela.  São pequeninos, atingindo no máximo 10,5 cm no corpo sem contar as penas que fazem o rabo.

 





Filhote fofo!

5 03 2017

 

 

polar-bear-cubFilhote de urso polar!




Natureza maravilhosa: borboleta transparente

4 03 2017

 

 

transparent-glasswinged-butterflyFoto: Greg Foster, fotografia feita no Smithsonian Museum, Viveiro de borboletas, Washington DC.

 

 

 

A Borboleta Transparente leva o nome científico de Greta Oto.   Natural da América Central:  México, Panamá. Ela também pode ser encontrada na Venezuela, na Colômbia e em algumas partes do Brasil. É  uma borboleta com asas transparentes exceto pelas bordas das asas  que são marrom avermelhado e fazem o efeito de pequenas janelas.  Não é comum, mas a espécie ainda não está em perigo. A razão de ser transparente é simples, ela não tem  escamas coloridas como as outras borboletas. Essa transparência serve de camuflagem.  O corpo é sempre escuro.  As asas abertas podem chegar a 6 cm de largura e  elas são bastante resistentes, podendo voar até 20 km por dia.

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Natureza maravilhosa: Besouros dourados e prateados

1 11 2015

 

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Chrysina aurigans [esquerda] e Chrysina limbata [direita].

 

Estes besouros, Chrysina aurigans e Chrysina limbata são naturais da América Central, e muitas vezes conhecidos como besouros metálicos da Costa Rica. Eles parecem ser metálicos.  Mas seus corpos são feitos do mesmo material chitin — que compõe as baratas e os lagostins.  Esses besouros brilham porque suas asas da frente possuem camadas nanoestuturais que distorcem a luz de tal maneira a produzir um efeito metálico. Eles habitam desde o sul dos Estados Unidos até o Equador.





Natureza maravilhosa: Geissorhiza Radians

25 10 2015

 

Geissorhiza_radians_Denis_Barthel_3Foto, Geissorhiza,© Denis Barthel.

 

A Geissorhiza Radians é um gênero botânico pertencente à família Iridaceae. Natural da África do Sul, ela tem o nome vulgar de Taça de Vinho (Wine Cup) em inglês. É uma flor pequena, de aproximadamente 2,5 cm, mas com cores deslumbrantes que ajudam seus agentes polinizadores a encontrá-la.





Natureza maravilhosa: Cigarra Equatoriana

27 09 2015

 

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Cigarra equatoriana ou Zammara smaragdina é uma espécie de cigarras grandes de cor azul-esverdeada brilhante.  Como outras cigarras elas produzem um som bem alto e vivem nas florestas tropicais  zona do Equador.





Cântico das árvores, poesia de Olavo Bilac, no Dia da Árvore

21 09 2015

 

 

Plantar, Britta Barlow, GoodHousekeeping1927-05Ilustração de Britta Barlow, Revista Good Housekeeping, maio de 1927.

 

 

Cântico das árvores

 

Olavo Bilac

 

 

Quem planta uma árvore enriquece

A terra, mãe piedosa e boa:

E a terra aos homens agradece,

A mãe os filhos abençoa.

 

A árvore, alçando o colo, cheio

De seiva forte e de esplendor

Deixa cair do verde seio,

A flor e o fruto, a sombra e o amor.

 

Crescei, crescei na grande festa

Da luz, de aroma e da bondade,

Árvores, glória da floresta!

Árvores vida da cidade!

 

Crescei, crescei sobre os caminhos,

Árvores belas, maternais,

Dando morada aos passarinhos,

Dando alimento aos animais!

 

Outros verão os vossos pomos:

Se hoje sois fracas e crianças,

Nós, esperanças também somos

Plantamos outras esperanças!

 

Para o futuro trabalhamos:

Pois, no porvir, novos irmãos,

Hão de cantar sob estes ramos,

E bendizer as nossas mãos!

 

-x-

Este poema foi musicado pelo maestro Francisco Braga.

 

Em:  Apologia da árvore, Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973, p. 137.

 








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