Tigres têm seus próprios códigos de barras!

19 03 2009

codigo

 

 

Graças às suas listras, não há dois tigres iguais. Grupos de preservação que monitoram a população de tigres aproveitam esse fato usando “armadilhas” com câmeras sensíveis a movimento para fotografar e identificar tigres a partir dos padrões de seu pêlo. A informação é usada para estimar o tamanho e densidade da população, entre outros fatores que afetam planos de conservação.

 

Mas usar os olhos para comparar uma imagem a muitas outras de um banco de dados leva tempo e se torna mais difícil à medida que o banco cresce. Por que não informatizar o processo?

 

 

tigres

 

 

 

 

 

Lex Hiby, do Conservation Research Limited da Inglaterra, e Phil Lovell, da Universidade de Saint Andrews na Escócia, fizeram exatamente isso, com a ajuda do especialista em tigres K. Ullas Karanth e colegas do programa indiano da Wildlife Conservation Society. Usando um programa desenvolvido originalmente para identificar focas-cinzentas, eles inventaram um sistema que pode correlacionar padrões de listras de tigres, vivos ou mortos.

 

Se não existem dois tigres iguais, não há tampouco duas fotografias de tigres iguais – postura, câmera, ângulo e outros elementos podem variar enormemente. O software compensa essas diferenças usando um modelo tridimensional da pele do animal e, em efeito, aplainando-o.

 

O usuário cria o modelo apontando a localização do quadril, ombro e cauda em uma imagem na tela do computador. O computador faz o resto, comparando as listras em uma porção da foto a um banco de imagens. Em testes descritos em artigo na Biology Letters, o programa identificou no banco mais de 250 tigres em imagens tiradas em duas reservas indianas. Os programa foi preciso em cerca de 95% da vezes, e pareou imagens tiradas com sete anos de diferença.

 

O software também pode ser útil para localizar caçadores ilegais, identificando a hora e o lugar que um tigre foi fotografado vivo pela última vez.

 

 

Tradução Amy Traduções.

 

Portal Terra

 

New York Times

 

OBSERVAÇÃO PEREGRINA: Será que o programa não pode ser aplicado às zebras, aos okapis e quem sabe até a peixes como o Acará Bandeira?

 

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Lan houses refletem familiaridade com a internet?

26 02 2009

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Opção: cartum de Máucio,  Livro: Edição de risco, 2006, Porto Alegre

 

 

 

Ando atrasada nas minhas leituras semanais e mais ainda nas notas para este blog.  Mas durante o longo fim de semana do Carnaval, voltei a dar uma limpeza na papelada que junto para futura referência e encontrei um artigo O novo astro pode ser você, que foi publicado originalmente na revista New Scientist, e traduzido e publicado no Brasil pela revista Época de 9 de janeiro de 2009.  

 

Eu o havia separado, não só porque é um artigo sobre um assunto interessantíssimo: Centros de pesquisa estão transformando os enigmas científicos, como a identificação de galáxias, em games viciantes.  Qualquer um pode ajudar a desvendá-los.   Como mostra o artigo, mas principalmente porque a fotografia de um jovem chinês em uma Lan house em Pequim simplesmente me deixou de cabelo em pé!

 

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Lan house em Pequim. Foto: Teh Eng Koon,  AFP

 

 

 

Há alguns meses que venho sentindo que andamos nos enganando no Brasil ao repetirmos que o acesso à internet está cada vez mais difundido.  Talvez eu tenha me enganado ao interpretar as notícias vindas pelos porta-vozes do governo.  Há exatamente dois anos, em março de 2007, a Agência Brasil do governo brasileiro declarava que o Brasil ocupava a 62ª posição mundial em relação ao uso da internet quando consideramos o número de internautas em relação à população do país.  Não era um dado para nos orgulharmos, afinal estar entre as 20 maiores economias do mundo e estar nessa colocação em uso da internet é um pouco encabulante… Mas, simultaneamente a mesma agência divulgava que 32,1 milhões de brasileiros, cerca de 21,9% da população acima dos 10 anos de idade, utilizaram a rede mundial de computadores, a internet, no país. Isso nos colocava com aparente orgulho nacionalista: o Brasil como o primeiro país da América Latina e o quinto no mundo no uso da internet.

 

Ora, talvez eu tenha através do ano e meio seguinte continuado a acreditar — como o nosso governo gostaria que o fizéssemos — que tudo estava muito bem sob um céu azul de bolinhas brancas.  Mas nos últimos seis meses, prestando maior atenção às notícias mundiais comecei a ter esta sensação esquisita, de que as coisas andavam mudando muito rapidamente e que, a não ser em revistas e portais especializados,  a não ser entre os aficionados, não se fala no progresso fora do Brasil. 

 

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Lan House em Copacabana

Eis que me deparo com este artigo na revista Época.  Não necessariamente o artigo que por si só já dava para levantar os cabelinhos da nuca quando pensamos em números: quantos brasileiros, adolescentes ou adultos, passam horas com jogos na internet que possam ajudar a resolver grandes enigmas da ciência?  Não quero nem pensar.  Tenho certeza de que a percentagem será mínima.  Mas o que me chamou a atenção foi um detalhe muito mais prosaico, foi a foto da Lan house ilustrando o artigo.

 

Ora, ora, moro no Rio de Janeiro, que apesar de não ser a capital das finanças brasileiras, ainda é uma senhora cidade com muita força econômica.  Moro também no bairro de Copacabana um dos bairros mais populosos da cidade, um bairro da zona sul do Rio de Janeiro, onde há muitas, muitas Lan houses.  Mas das que conheço – umas 8,  numa área de um raio de 4 quarteirões em volta da minha residência – não há Lan houses com o equipamento mostrado na fotografia da Lan house de Pequim.  Não há Lan houses com monitores modernos, com a quantidade de computadores vistos nesta foto.  E olha que o pessoal por aqui capricha por que tem que dar cobertura aos turistas.

 

 

 

 

De modo que fica a pergunta: o que estamos REALMENTE fazendo para acertarmos o passo com o resto do mundo?

 

 





Geek ou Nerd? Conhece as diferenças?

13 09 2008

 

 

Nerd ou Geek?

 

Depois da postagem de 31/8/2008 Geek?  Os 11 livros de ficção científica essenciais para a sua leitura  fui abordada por parentes e amigos para explicar a diferença entre um Geek e um Nerd.  Francamente não sou a melhor opção para esta tarefa.  Como se eu tivesse alguma especialidade no assunto… Rs…. Tirando um pouco daqui e dali eu estaria mais para NERD do que para GEEK, ainda que há muitas características do GEEK que podem ser facilmente aplicadas ao meu perfil e eu realmente preferisse ser GEEK do que NERD.  Frustração pessoal.    Mas, onde é que nós estamos?!  Tudo isto me parece muito anos 90.    Passé e Déjà vu! Mas resolvi dar uma procurada por aí e achei uma diferenciação entre estes dois termos que prontamente traduzo livremente.  Mas confesso que não sei se esta postagem foi feita com ironia e um sorriso nos lábios, ou se foi feita a sério.  Sou em geral contra este tipo de rótulo, mas facilita a vida de quem quer entender os valores dos outros.  O site é para bibliotecários e o post pode ser encontrado aqui:

http://www.web2learning.net/archives/316

 

 

 

Aqui então vai a tradução:

 

 

 

 

Bem, há uma clara diferença;  na verdade há características que fazem parte dos dois perfis, mas no todo são poucos os pontos em comum.

 

 

Características dos GEEKS

 

 

Muito ligados à tecnologia

Eles se identificam com as ciências

Ligados em ficção científica, literatura fantástica e cyberpunk.

Provavelmente fã de jogos de ação RPG jogo de interpretação de personagens

Provavelmente adeptos de  BDSM —  iniciais para  a expressão Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo

Provavelmente seguidores de romances gráficos/ mangás, etc

Sabem programar um computador e o fazem freqüentemente

Têm um blogue

Têm interesse na cultura de massa

Pode ter ou não sido um bom aluno na escola.

 

 

 

Características dos NERDS

 

Lêem muito: filosofia, literatura séria, ciência, história, assuntos acadêmicos.

Pessoas intensas, passionais, preocupadas ou fascinadas com assuntos intelectuais que a maioria das pessoas acharia chatos ou irrelevantes.

Aluno nota 10 na escola

Nem um pouco interessados na cultura de massa, exceto talvez no seu sentido mais antropológico.

Dados a problemas relacionados com excesso ou intensidade de leituras.

 

O que ambos têm em comum?

 

Ambos dançam mal.

Ambos não se dão bem nos esportes.

Ambos têm dificuldades com namoros, mesmo que seja com outros GEEKS ou NERDS

 

 

Um bom fim de semana a todos e não se atrapalhem muito na categorização de seus amigos e conhecidos.  Graças a Deus, somos todos muito mais complexos do que esta pequena lista de comportamentos e atitudes.  





Geek? Os 11 livros de ficção científica essenciais para a sua leitura.

31 08 2008

 

 

 

Ilustração Mauricio de Sousa

Ilustração Maurício de Sousa

O portal Inside Tech publicou uma lista dos 50 livros de leitura essencial para a formação dos geeks.  Não sou capaz de julgá-los nas outras áreas, mas gostei muito do que vi em termos de clássicos da literatura de ficção científica e feliz de ver que 10 dos 11 títulos mencionados encontram-se traduzidos e publicados no Brasil.   O único não traduzido, o livro de Doug Coupland deve estar a caminho.  Já há tradução para o espanhol.  Além do mais, se você é um verdadeiro geek, deve poder lê-lo em inglês.   

 

 

 

 

 

 

 

  

 

http://www.insidetech.com/

 

 

Coloco abaixo a lista com seus respectivos dados. 

 

1 – Nevasca — Neal Stephenson

 

Algum tempo no futuro. Os Estados Unidos, como conhecemos, não existem mais. O país está nas mãos de mercenários e corporações de toda espécie. Hiro trabalha para uma dessas corporações como entregador de pizzas. Mas isso é no mundo que conhecemos. Na realidade virtual, o Metaverso, pertence à elite que criou aquele lugar, habitado por avatares de toda espécie. Em qualquer dos dois mundos, Hiro também é um exímio samurai, que precisará de todas suas habilidades para salvar esses mundos de uma terrível ameaça. Seu nome – Snow Crash.

 

Editora: Aleph
ISBN: 8576570548
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 440
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

2 – Neuromancer —  William Gibson

 

Um hacker renegado, uma samurai das ruas, um fantasma de computador, um terrorista psíquico e um rastafari orbital num thriller sexy, violento e intrigante. De Tóquio a Istambul, das estações espaciais ao não-espaço da realidade virtual, o tenso jogo final da humanidade contra as Inteligências Artificiais…
 
 
Evoluindo de Blade Runner e antecipando Matrix, Neuromancer é o primeiro – e ainda hoje o mais famoso – livro de William Gibson. É considerado não só o romance que deu origem ao gênero cyberpunk, mas também o seu melhor representante. Edição especial com nova tradução, nova capa e projeto gráfico, novo prefácio e notas explicativas.

 

Editora: Aleph
ISBN: 8585887907
Ano: 2003
Edição: 3
Número de páginas: 304
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

3 —  Eu, Robô Isaac Asimov

 

Isaac Asimov vive circulando pelo espaço, achando histórias em estrelas e planetas distantes e nos visitando de vez em quando. O que poderia ser só uma licença poética para descrever seu ofício de autor de ficção científica é a mais pura verdade desde que um asteróide foi batizado com seu nome. Poucas honras poderiam ser maiores para um autor do gênero, e Asimov ainda tem outras: recebeu da Associação Americana de Escritores de Ficção Científica o título de Grande Mestre e escreveu quase 500 livros.

 

Eu, robô é parte de uma das três grandes séries de Asimov ? Robôs, Fundação e Império. Retoma uma das personagens principais, a grande roboticista Susan Calvin, e a faz contar, em retrospecto, histórias que resumem a evolução da robótica. A narrativa engenhosa conduz o leitor com um didatismo disfarçado: levados pela imaginação e pelo humor de Asimov, nem nos damos conta da lição de história da robótica que acabamos aprendendo. Entre a babá da primeira história e a Máquina, com maiúscula, que controla toda a Terra, na última, há ainda espaço para robôs que enlouquecem, que fazem piadas, que lêem pensamentos e até robôs orgulhosos de serem mais espertos do que os seres humanos.. Eu robô também apresenta as três leis da robótica, outro alicerce da ficção científica. De acordo com elas, a primeira obrigação de um robô é proteger seres humanos, a segunda é obedecer às ordens de humanos e a terceira é se proteger. A aparente simplicidade esconde os numerosos conflitos que podem surgir, e servem de mote para mais de uma história. Eu robô foi adaptado para o cinema, e tem previsão de lançamento mundial em agosto. 

 

Editora: Ediouro
ISBN: 8500015292
Ano: 2004
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

4 —  O Guia do Mochileiro das Galáxias, – Douglas Adams

Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetárias. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

 

Editora: Sextante
ISBN: 8575421042
Ano: 2004
Volume: 1
Edição: 2
Número de páginas: 192
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

5 —   Do Androids Dream of Electric Sheep?  Philip K. Dick  em português

 

Editora: Oxford do Brasil
ISBN: 01947922226
Ano: 2008
Volume: 1
Edição: 3
Número de páginas: 120
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

6 —   O Jogo do Exterminador. – Orson Scott Card

No romance, Ender Wiggin é uma criança de seis anos de idade, quando é recrutado para a Escola de Combate Espacial. No futuro criado por Orson Scott Card, a humanidade está em guerra com alienígenas invasores, e muitos dos combates são travados em outros sistemas solares, distantes do nosso. Como não existe uma tecnologia de vôo mais rápido que a luz, nessa ficção científica, os muito jovens são recrutados porque eles estarão maduros quando estiveram em batalha ou quando retornarem à Terra. Usar crianças-soldados como personagens também foi um modo do autor afirmar que toda guerra é um processo de destruição da inocência.

O romance de ficção científica O Jogo do Exterminador foi originalmente lançado nos Estados Unidos em 1985. Ele é uma expansão da noveleta O Jogo do Exterminador, que foi a grande responsável pelo fato de seu autor, Orson Scott Card, ter recebido o Prêmio John W. Campbell, Jr. de melhor escritor estreante, em 1978. A versão romance recebeu os prêmios Hugo 1986 e Nebula 1985 – os dois principais prêmios da ficção científica em língua inglesa. O livro também está na lista de clássicos de John Clute, considerado um dos principais críticos de ficção científica. O Jogo do Exterminador foi publicado no Brasil em 1990, com esse mesmo título, pela Editora Aleph, quando recebeu o Prêmio Nova de Ficção Científica, conferido pela comunidade brasileira de FC.

 

Editora: Devir
ISBN: 8575322575
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 380
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

7 —  A Máquina do Tempo, —   H G  Wells   

 

Poderemos, algum dia, viajar no tempo? O herói de Wells foi ao futuro. O que viu ali encheu sua alma de terror e piedade pela espécie humana. O viajante do tempo percorre milhares de anos e encontra um espelho para sua alma…

 

Editora: Nova Alexandria
ISBN: 9788586075209
Ano: 1994
Edição: 1
Número de páginas: 126
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

8 — Micro Servos, Doug Coupland  

 

 

 

Editora: Nova Fronteira
ISBN: 
Ano: 1995
Edição:
Número de páginas: 440
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

  

9 — Planolândia: um Romance de Muitas Dimensões, — Edwin A. Abbott

 

Publicado pela primeira vez em 1884, na Inglaterra, ironiza o sexismo e o autoritarismo da sociedade vitoriana por meio deste romance habitado por figuras geométricas. Em Planolândia, figuras geométricas dotadas de características humanas convivem em um universo bidimensional onde a ordem é mantida a ferro e fogo por autoridades poligonais, os nobres, e circulares, o clero.

 

Editora: Conrad
ISBN: 8587193678
Ano: 2002
Edição: 1
Número de páginas: 126
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

 

10 —  1984,  George Orwell  — edição comemorativa.

 

Este livro não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984, o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.

 

Editora: Nacional
ISBN: 8504006115
Ano: 2003
Edição: 29
Número de páginas: 302
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

11 – O admirável mundo novo, — Aldous Huxley

 

Edição revista da clássica ficção científica que descreve as formas mais sutis e engenhosas que pode assumir o pesadelo do autoritarismo.

 

Editora: Globo
ISBN: 8525033227
Ano: 2001
Edição: 2
Número de páginas: 309
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio

 

Então, está esperando o quê?  Mãos a obra…

Para verificar a lista toda, inclusive os livros mais técnicos aqui está o link:
 







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