Imagem de leitura — Juan Gris

22 07 2017

 

 

Leitora, 1926, Juan GrisLeitora, 1926

Juan Gris (Espanha, 1887-1927)

Óleo sobre tela, 60 x 80 cm

Coleção Particular





Feliz Natal!

24 12 2016

 

 

rosina-becker-do-valle-1914-2000-natividade-oleo-s-tela-24-x-41-assinado-e-datado-1989-no-c-i-e-e-no-versoNatividade, 1989

Rosina Becker do Valle (Brasil, 1914-2000)

óleo sobre tela, 24 x 41 cm

 

 

Feliz Natal!

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Imagem de leitura — Albert Gleizes

16 03 2016

 

 

GLEIZES, ALbert, Portrait-of-Madame-H.-M.-Barzun-by-Albert-Gleizes-1881-1953,data 1911, The McNay Art Museum, San Antonio, txRetrato de Mme H. M. Barzun, 1911

Albert Gleizes (França, 1881-1953)

óleo sobre tela

The McNay Art Museum, San Antonio, Tx

 





Os Carnavais de Di Cavalcanti

6 02 2016

 

 

di cavalcanti carnavalescosCarnavalescos, década 1940

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela,  46 x 55 cm

 

Emiliano Di Cavalcanti  (1897-1976) foi um dos grandes herdeiros do cubismo europeu na arte brasileira.  Ficou muito conhecido pelo retrato de mulatas.  No entanto sua perene dedicação ao tema do Carnaval, das máscaras e dos pierrôs e colombinas, trai sua origem carioca.  Não conheço nenhum outro pintor brasileiro tão fascinado pelo tema carnavalesco, quer como um retrato da festa de rua, quer como um devaneio, uma pintura onírica e sensual. Aqui vão algumas dessas obras, ainda que eu não tenha esgotado o assunto.

 

di cavalcanti figuras_carnavalescas_24_5Figuras Carnavalescas, 1965

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela,  100 x 82 cm

 

Di Cavalcanti carnavalCarnaval, 1970

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela,  97 x 146 cm

 

Di Cavalcanti carnaval II ost 114 x 146 cm 1965Carnaval II, 1965

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela,  114 x 146 cm

 

Di CAVALCANTI O Grande Carnaval 1953-thumb-800x642-48998Grande Carnaval, 1953

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

 

Di CAVALCANTI, 1924, CarnavalCarnaval, 1924

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 73 x 89 cm

Museu FAAP, São Paulo

 

DI CAVALCANTI Carnaval - 1972-thumb-800x522-48995Carnaval, 1972

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre  tela

 

DI CAVALCANTICarnaval, 1968

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 33 x 46 cm

 

Di Cavalcanti, carnaval no morroCarnaval no morro, 1965

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 115 x 146 cm

 

Emiliano Di Cavalcanti, Carnaval - osc. - med. 30,5 x 20 cmCarnaval

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre cartão, 30 x 20 cm

 

118_grupo_carnavalesco_II di cavalcanti 1960sGrupo carnavalesco II, década de 1960

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

 

di cavalcanti,carnaval_1960Carnaval, 1960

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

 

Di Cavalcanti, Um sonho de carnavalUm sonho de Carnaval, 1955

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 130 x 160 cm

[Esta tela foi uma das telas brasileiras usadas pela companhia Havaianas, para sandálias com temas brasileiros]

 

dicavalcanti-carnaval-oleosobretela-acidedat1968-90x63cmCarnaval, 1968

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 90 x 63 cm

 

DI CAVALCANTI, Emiliano (1897-1976)Carnaval. Óleo sobre tela, 61 x 46 cm. Assinado embaixo 1972.Carnaval, 1971

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela,  61 x 46 cm

 

Di Cavalcanti, carnaval, 1972. ostCarnaval, 1972

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

 

DI Cavalcanti, carnaval_na_ruaCarnaval na rua, 1952

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

 

Há outras telas com esse tema. Algumas delas já fazem parte deste blog, postadas em anos anteriores. Não vou repeti-las. Mesmo assim é evidente a fascinação do pintor com o tema.

 

Bom Carnaval a todos vocês!

 





Resenha: “A jornada de Felícia” de William Trevor

6 01 2016

 

 

90989e4a692cb10a65520b0405c0bd91Retrato de jovem, 1921

Mainie Jeller (Irlanda, 1897-1944)

óleo sobre tela

Museu Irlandês de Arte Moderna, Dublin

 

 

 

Quando criança levei anos para gostar de O Patinho Feio, porque não aceitava ver o pobrezinho repudiado pela família; chorei com as maldades da madrasta de João e Maria e com as desventuras relatadas pelo burrico da Condessa de Ségur. Hoje, ainda tenho aversão a maldades, a me familiarizar com os hábitos de monstros humanos. É difícil, então, ler uma obra de ficção em que há dois protagonistas: um assassino em série, tratado com quase benevolência e sua vítima, uma jovem de 17 anos, grávida, tratada com frieza. Nenhum dos dois consegue ter a minha simpatia. E é isso exatamente que Wiliam Trevor deseja, numa narrativa perturbadora. Ter lido A jornada de Felícia até o fim é surpreendente e um enorme elogio ao autor.

 

A_JORNADA_DE_FELICIA__1413315842B

 

O suspense psicológico dessa história é controlado. Mas não deixa de ser uma narrativa desconcertante por levar o leitor a habitar a cabeça de Mr. Hilditch, próximo ao desvelo pelo assassino. Paralelamente, outra surpresa: mesmo depois de conhecer o passado de Felícia, sua inocência, sua inexperiência, o leitor se encontra, assim como o autor, pronto para rejeitá-la. Esse é o poder da narrativa de William Trevor, um mestre, sem dúvida alguma, na arte literária. A jornada de Felícia, no entanto, é um livro desagradável, incômodo que subverte os parâmetros emocionais do leitor.

 

william trevorWilliam Trevor

 

Felícia e Mr. Hilditch são duas pessoas muito diversas que se encontram por um capricho do acaso. Ela grávida, seduzida por um rapaz de sua pequena cidade que nunca teve a intenção de levá-la a sério. Ele, Joseph Ambrose Hilditch, um homem gordo, com óculos de fundo de garrafa, com um bom temperamento, sólido trabalhador, em um serviço de catering. Os sentimentos mais recônditos de cada um deles aparecem para o leitor numa cadência determinada, sutil e enervante. William Trevor não deixa de mostrar também o lado mais cruel da vida dos que não têm dinheiro, casa ou comida. Com ele o leitor passeia pelo mundo desconhecido e sombrio da rua. À beira do abismo foi o meu sentimento através dessas páginas, 275 delas. Quando? O quê acontecerá? Haverá um golpe final? O desfecho, assim como a obra não tem uma solução clara. Há frustração. Há, como na vida, falta de solução. Não há fada madrinha, não há obra do acaso para redimir a vida desses personagens. Mas talvez, quem sabe, esse seja o único final possível.

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Uma narrativa sublime. Escrita com precisão cirúrgica. Difícil de recomendar. O risco é seu.





Imagem de leitura — Armando Barrios

4 12 2015

 

 

Armando Barrios(Venezuela, 1920-1799)Maternal

Armando Barrios (Venezuela, 1920-1999)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Bela de Kristo

11 11 2015

 

 

 

Bela de Kristo Florence lendo,c. 1965,Bela de Kristo (Hungria, 1920-2006),ost, 28 x 24cmFlorence lendo, 1965

Bela de Kristo ( Hungria, 1920-2006)

óleo sobre tela, 28 x 24 cm








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