Imagem de leitura — Edward Hopper

20 10 2017

 

 

EdwardHopper -- The Barber Shop, 1931Barbeiro, 1931

Edward Hopper (EUA, 1882-1967)

óleo sobre tela, 152 x 198 cm

Coleção Particular





Paródias da arte no espírito natalino!

15 12 2014

 

91JO7d6rhCL._SX425_Cartão de Natal.

CRI_147112Dança (I), 1909

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela, 259 x 390 cm

MOMA [Museu de Arte Moderna] Nova York

 

Há uma segunda versão dessa obra, no Hermitage na Rússia.

 

91FYUv7+3zL._SX450_Cartão de Natal.

chop-suey-1929Chop Suey, 1929

Edward Hopper (EUA, 1882-1969)

óleo sobre tela, 96 x 81 cm

Coleção Particular

912lQnNAOfL._SX450_Cartão de Natal.

1024px-Great_Wave_off_Kanagawa2A grande onda de Kanagawa, c. 1830

Katsushica Hokusai (Japão, 1760-1849)

Xilogravura policromada,  25 x 37 cm

 

Donnalyn-parody2Cartão de Natal.

 

1280px-Van_Gogh_-_Starry_Night_-_Google_Art_Project Noite estrelada, junho de 1889

Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm

MOMA [Museu de Arte Moderna] Nova York

 

343380_5c06_625x1000Cartão de Natal

 

 

wtrpitchMulher com jarra d’água, 1665

Johannes Vermeer (Holanda, 1632-1675)

óleo sobre tela, 45 x 4o cm

Metropolitan Museum of Art, Nova York

 

46e82191ba8c9b5173452502510589f2Cartão de Natal.

 

Ren? Magritte, The Son of Man, 1964, Restored by Shimon D. Yanowitz, 2009  øðä îàâøéè, áðå ùì àãí, 1964, øñèåøöéä ò"é ùîòåï éðåáéõ, 2009O filho do homem, 1964

René Magritte (Bélgica, 1898-1967) )

óleo sobre tela, 116 x 89 cm

Coleção Particular

 

3b42789206b574ee2124bf9d966c501fCartão de Natal.

 

hand-with-reflecting-sphereMão com esfera refletora, 1935

M. C. Escher (Holanda, 1898-1972)

Litografia, 31 x 21 cm





A memória, desafio # Poemaday dia 2

2 12 2014

 

 

1954.031Sol da manhã, 1952
Edward Hopper (EUA, 1882-1967)
Óleo sobre tela
Columbus Museum of Art, Oh, EUA

 

Memória

 

Ladyce West

 

A memória te data,
Te mata,
Retrata
No passado
Sempre presente.
A memória,
Pingente fluido
Da mente.
Enevoada,
Idealizada.
Mente.

 

©Ladyce West, Rio de Janeiro, 2014





Harry Quebert, um suspense multifacetado

20 06 2014

 

 

9659Retrato de Orleans, 1950

Edward Hopper (EUA, 1882-1967)

óleo sobre tela, 66 x 101 cm

Museu de Belas Artes de San Francisco

 

Semana de férias. Nada melhor do que um livro de suspense! Apesar de recomendado por quase toda a imprensa internacional, comecei a leitura desconfiada: não é fácil para um autor prender minha atenção por 570 páginas. Em geral, um bom livro, uma boa trama, não precisa de tantas horas da minha atenção. Mas neste caso, valeu a pena!

O mais surpreendente em A verdade sobre o caso Harry Quebert são os diversos níveis de tramas, de segredos e de suspense que, por causa da constância com que aparecem e reaparecem na narrativa, deixam o leitor descobrir novidades até a última página. Todos os detalhes são importantes na narrativa. Até mesmo aqueles que nos parecem parte do pano de fundo. Um mestre, o autor suíço, Joel Dicker, usa uma grande variedade de gêneros de texto: epistolar, narrativa, entrevistas, descrições, relatórios, trechos de romances, tudo bem dosado, para desenvolver uma trama complexa e fascinante.

 

A_VERDADE_SOBRE_O_CASO_HARRY_QUEBERT_1397667963P

A história, que começa simples e quase clichê, com um escritor de sucesso que se encontra sem escrever vendo os meses passarem e nenhuma ideia se firmar para o próximo romance contratado pela editora, logo logo prende a atenção e deixa de lado qualquer dúvida sobre a qualidade da trama.  Torna-se um romance policial, um romance de suspense,  de grande intensidade.  Com o narrador Marcus Goldman vamos e voltamos no tempo na tentativa de solucionar um crime acontecido mais de 30 anos atrás; acompanhamos seu esforço para salvar seu único amigo da cadeia e ainda testemunhamos sua tentativa de dar a volta por cima na própria carreira literária, que se encontra prestes a desabar. Aos poucos a leitura que já tem um grande ritmo desde o início, começa a pegar velocidade e é tão repleta de reviravoltas, de pistas que levam a lugar nenhum, surpresas inconcebíveis que o que resta ao leitor é, simplesmente, se entregar à manipulação do autor e deixar o texto correr pela montanha russa de altos e baixo das aventuras apresentadas. Totalmente cativante.

 

joel dickerJoël Dicker

Este é um thriller.  Um romance de mistério, uma história de suspense escrita por um jovem advogado, que faz desse texto um mostruário de suas muitas habilidades.  Se continuar assim teremos no futuro thrillers e suspenses de qualidade invejável. Excelente entretenimento.








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