Trova do sapatinho no Natal

1 12 2016

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Natal: volte a ser criança,

colocando – em profusão –

sapatinhos de esperança…

na janela da ilusão!

 

 

(Regina Célia de Andrade)

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Trova da saudade

27 10 2016

 

 

13364122295_faec51b688_cIlustração na Revista Collier’s de 1951.

 

Embora dela me esquive,

a saudade, tão ladina,

tem manhas de detetive,

e me espreita … em cada esquina…

 

 

 

(Élbea Priscila de Sousa e Silva)

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Trova do amor adolescente

9 10 2016

 

 

beijo 7 avelino guedesIlustração de Avelino Guedes.

 

 

Nosso amor de adolescente

teve tanta intensidade,

que nem toda a vida à frente

vai matar esta saudade!

 

 

(Walter Leme)

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Trova das letras

27 04 2016

 

 

abc, cubos, antigos

 

As letras… que maravilha

com elas a gente faz:

desde alegres redondilhas,

até um tratado de paz!

 

 

(Antônio Augusto de Assis)

 





Minha profissão: Mathias José dos Santos Neto, professor de história

23 05 2011

Mathias José dos Santos Neto

 

Esta é a nona entrevista da série: Minha Profissão.  Veja na coluna ao lado, a série de links para cada uma das entrevistas anteriores.

 

Perfil

Sou um jovem professor de História tentando, através do magistério, contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e humana, apesar dos obstáculos e das dificuldades que se apresentam nessa caminhada.

Que tipo de trabalho você faz?

Sou professor de História do município de Duque de Caxias (com alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental) e pelo Estado, lotado em Nova Iguaçu (com alunos do Ensino Médio).

Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

Tenho Bacharelado e Licenciatura em História pela UFRJ e trabalho como professor há 7 anos.

Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação?

Acredito que eu poderia ter tido um pouco mais de ênfase na área de Psicologia da Educação e suas consequências práticas em sala de aula. Mas, no Magistério, o maior aprendizado é sempre em sala de aula, na relação com o aluno.

 Mathias com algumas alunas.

O que você faz para continuar a se atualizar?

Busco me manter informado com leituras específicas da área de Educação, buscando conhecer a refletir sobre as novas tendências educacionais e pedagógicas. Também cursei uma Especialização em História da África pela UERJ, e cursei pós-graduação “latu sensu” em História do Brasil pós-1930 pela UFF. Acredito que o professor, ainda que com todas as dificuldades, tem obrigação de sempre tentar manter-se atualizado na sua área.

Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?

Somente em algumas leituras mais específicas (artigos estrangeiros, etc.), principalmente em inglês.

Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

Que escolha com o coração e a razão. Busque a profissão que mais tenha ligação com sua maneira de pensar. Analise as condições da profissão no mercado, não só no campo financeiro, mas que ofereça desafios e ao mesmo tempo, satisfação de poder realizar algo em que acredita e se identifica.

Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Ainda não. Mas penso sim em criar um blog onde se discutam temas como Educação, Política, História, Cidadania, etc. Por enquanto, falta tempo.

Mathias com colegas de trabalho.





Minha profissão: Marcelo Valença, designer industrial

22 03 2011
Marcelo Valença.

Esta é a sexta entrevista com o título Minha profissão, que foca em jovens profissionais falando sobre suas preparações para exercerem as profissões que têm.  As anteriores incluem: bibliotecária, músico, empresária em comércio exterior, fotógrafo, analista de sistemas.

Marcelo Valença, designer industrial

Perfil 

Sou um cara tranquilo de mente irrequieta. Aprendo com pessoas, lugares, desafios. Sorrio bastante e falo ainda mais. Vivo música e design e gosto de aprender sobre tudo o mais.

Que tipo de trabalho você faz?

 Sou designer industrial, ajudo empresas e indústrias a melhorar ou conceber seus produtos ou serviços. Procuro sempre melhorar o modo como as pessoas se relacionam com os objetos e espaços e estes com a sociedade e o meio ambiente.

Trabalho para a Questto Design, tenho minha microempresa, a mvdesignbrasil e sou professor de computação gráfica no Istituto Europeo di Design.

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Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

 Sou bacharel em Design do Produto, fiz a primeira metade da graduação na UFPE e a segunda na Belas Artes/SP. Também cursei Letras na UFPE.

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Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação?

 Se tem uma palavra que bem define design e os designers é multidisciplinaridade. Você pode ser designer gráfico, industrial, de moda ou interiores e em cada uma destas carreiras precisará aprender sobre dezenas de outras áreas. Cada faculdade de design encontra um viés específico e é bom conhecer antes de fazer o curso.

Seja por eleger a técnica (materiais e processos fabris, softwres 3D, ergonomia), a criação (estética, sketch, rendering), a administração (gestão, marketing, branding) ou a sociedade (ecodesign, etnografia, sustentabilidade), dificilmente as escolas conseguem atingir essa multidisciplinaridade com ensino de qualidade em todas as áreas.

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Marcelo Valença no trabalho.


O que você faz para continuar a se atualizar?

 Leio muito e trabalho com dedicação. Mantenho a cabeça sempre em atividade e procuro aprender o máximo com cada novo projeto que participo. Sempre que possível faço cursos, atendo a palestras e workshops e participo dos concursos e exposições da área.

 Acredito que um bom designer deve ser curioso, observador e ter a cabeça aberta para novas informações e conceitos, sempre.

Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?

 Sim. Falo inglês fluentemente e sei um pouco de italiano, francês e espanhol, idiomas que uso em viagens e para contatos com clientes e fornecedores no exterior. Costumo ler livros e visitar sites estrangeiros diariamente e, por isso, considero o inglês essencial.

Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

 Procure conhecer o máximo sobre os cursos e as carreiras em que tens interesse, ouça os conselhos dos pais e professores, mas forma tua própria opinião antes de escolher.

Também não se preocupe em acertar de primeira. O ensino médio faz parecer que estamos tomando uma decisão para a vida aos dezessete anos, mas a coisa não é bem assim. Descubra teus talentos e procure uma carreira que te permita expandi-los e que te leve a conquistar teus sonhos.

Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Para quem quer conhecer um pouco mais sobre design, dois sites da gringa que recomendo: www.core77.com e www.yankodesign.com. No meu twitter posto indicações de livros, artigos da web ou eventos de design (@marcelov).





Minha profissão: Cris Bauer, analista de sistemas

15 03 2011

Cris Bauer

Esta é a quinta entrevista com o título Minha profissão, que foca em jovens profissionais falando sobre suas preparações para exercerem as profissões que têm.  As anteriores incluem: bibliotecária, músico, comércio exterior, veja links abaixo.

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Cris Bauer, analista de sistemas

Perfil

Mil caminhos a seguir e seguindo todos. OK, nem sempre os caminhos são compatíveis, mas não perco um único cruzamento! Para aqueles que acreditam, uma perfeita geminiana.

 Que tipo de trabalho você faz?

Sou Analista de Sistemas e trabalho com sites para internet e produtos voltados para Telefonia Celular, como jogos, promoções, etc. Há pouco abri uma loja de perfumaria e presentes personalizados. Uma forma de não virar uma “nerd’.

Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

Sim!  Me formei em Ciência da Computação e em Comunicação Social. A junção dos dois cursos é meu diferencial no meu trabalho, pois consigo fazer a interface entre a área de tecnologia e todas as outras áreas – marketing, comercial, jurídico e principalmente, o cliente externo.

Também escrevo para um jornal local e até mesmo para a loja, os cursos me ajudaram bastante. Consegui bastante noção administrativa, de logística, desembaraço para lidar com os clientes. Com isso, basta liberar a criatividade.

Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação?

Difícil dizer,  pois eu já trabalhava na área durante o curso de Computação, então eu mesma ia “escarafunchando” tudo o que eu achava interessante.

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O que você faz para continuar a se atualizar?

Estou sempre em contato com várias pessoas de diversas empresas acompanhando todas as novidades. Leio bastante revistas, blogs, sites especializados.

Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?

Inglês! A tecnologia está realmente integrada em todo o mundo e um único projeto engloba equipes de vários países. Espanhol tem sido um grande diferencial.

Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

Primeiro preste atenção na área que realmente goste. Nada pior do que tentar trabalhar com algo que não gostamos. Segundo lugar, tenha calma e não se entusiasme com as “profissões da moda”. Estude com carinho o mercado de trabalho e as perspectivas de crescimento, levando em conta a região onde mora e sua disponibilidade/vontade de se mudar ou não.

Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Tenho um blog que anda meio abandonado, mas onde escrevo de vez em quando.

www.crisb.zip.net

Também estou no Twitter, mas uso mais para informações informais

@crisbauer

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Veja outras profissões: 

BIBLIOTECÁRIA 

MÚSICO 

COMÉRCIO INTERNACIONAL

FOTÓGRAFO








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