Um novo Faraó aparece na história do Egito!

6 03 2012

Durante sua visita ontem ao Templo de Karnak, Dr. Mohamed Ibrahim (Ministro de Estado de Antiguidades) anunciou a descoberta do nome de um novo faraó que não era conhecido por egiptólogos.  Essa descoberta ajuda a revelar a ordem cronológica dos reis da XVII dinastia (1680-1580 a.C.).  Parece incrível, mas passaram mais de 3.600 anos para que o nome de um faraó egípcio, até agora desconhecido, viesse à luz.  Foi a missão IFAO liderada por Thiers Christophe que descobriu na cidade monumental de Luxor, no sul do Egito, o nome do faraó do qual nada se sabia como indica o relato pelo Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA).

O nome do rei é Sen Negt N Ra. Foi localizado em um cartucho real – medalhão de formato oval com o hieróglifo do faraó – incorporado à uma porta de pedra calcária durante escavações no Templo de Karnak, em Luxor, a 700 km ao sul do Cairo. Pelas inscrições na porta, este faraó dedicou em Karnak várias construções ao deus Amon-Ra, a principal divindade de Tebas, onde hoje fica Luxor.

Com essa descoberta, a história antiga egípcia acrescenta um novo faraó a XVII dinastia, cujos reis libertaram o Egito da ocupação dos hicsos, povo guerreiro semítico procedente da Ásia que dominou o país do Nilo durante 150 anos a partir de 1730 a.C.

Fontes: Delta World, Terra





Novas descobertas em tumba egípcia

17 03 2009

luxor

 

 

O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3,5 mil anos em Luxor, sul do Egito, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC).

 

A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época.  Djehuty viveu na região por volta do ano 1.475 a.C. e recebeu um túmulo “muito especial” porque foi servente de uma das poucas mulheres que atuou como faraó na história do Egito, a famosa Hatshepsut, exercendo os cargos de chefe do Tesouro da rainha e também chefe dos artistas.  Hatshepsut  era filha de Tutmosis I (dinastia XVIII), cujo reinado aconteceu entre 1.479 e 1.457 a.C.

 

 

 

 

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Há sete anos que a equipe chefiada por Galán trabalha nas escavações ao redor das entradas de cemitérios na colina de Dra Abu el-Naga, em Luxor, Egito.  A equipe de arqueólogos espanhóis que penetrou na tumba do alto dignatário Djehuty, servente há cerca de 3,5 mil anos da rainha Hatshepsut, já foi responsável por um grande número de descobertas sem precedentes, inclusive a do primeiro retrato conhecido de um faraó visto de frente – provavelmente Tutmés III ou sua mãe, Hatshepsut — e não de perfil.  .  Em 2007, esta descoberta trouxe bastante interesse na comunidade de egiptólogos porque fora um achado é incomum porque os egípcios sempre se retratavam de perfil. Os únicos retratos frontais eram os de estrangeiros, de demônios e do deus anão Bes, que seria uma importação cultural.

 

 

 

 

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Agora novas riquezas se fazem conhecidas.  A câmara encontrada e devidamente anunciada hoje é nada mais nada menos do que uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura.  O que a torna fora do  comum é a decoração total, incluindo todas as paredes e o teto com pinturas da época.








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