O verde do meu bairro: Palmeira Bismarck

14 05 2018

 

 

 

DSC03312assPalmeira Bismark iluminada pelo sol, Praça Santos Dumont, na Gávea, no Rio de Janeiro.

 

 

Sempre gostei desta palmeira [Bismarckia nobilis] com seus grandes “abanos” prateados que contrastam tão bem com os verdes do jardim!  Esses leques naturais não passam de duas dezenas na planta madura, e sempre têm cor pálida, cinza, como prata à luz do sol.  Suas  folhas dão a impressão de estarem seguras pelas mãos de bailarinas invisíveis, amarradas em um único tronco, que abrem seus leques em dança delicada, sensual,  à moda oriental.

Esta palmeirinha pode chegar a altura de 25m, mas só a conheço pequena, talvez com no máximo 8-10 metros.  Ao lado das palmeiras reais, e de outras árvores de grande porte, parece pequena, quase uma joia, como a que vemos na foto.

Gosta de sol pleno ou pouca sombra. Precisa de muito espaço em uma área de paisagem, de boa drenagem e de boa irrigação.  Não é natural do Brasil.  Original de Madagascar, e introduzida aqui, no século passado, chama-se Palmeira Bismarck em homenagem ao primeiro chanceler do Império Alemão Otto von Bismarck.  No Brasil também é conhecida como palmeira azul.  Pode ser plantada em clima tropical e subtropical, em ambientes úmidos ou secos. Para reprodução precisa de palmeiras macho e fêmea plantadas próximas para polinização.  Ambas florescem e dão uma semente em cada fruto.

Por causa de sua aparência espetacular é favorita entre paisagistas de grandes jardins.





O verde do meu bairro: Lágrimas de Cristo

10 04 2018

 

 

 

DSC03688Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ.

 

 

Minha rua é de um único quarteirão.  Vai da esquina com edifícios a outra de casas à moda antiga.  Como todos os prédios da rua pagam uma companhia de segurança particular, as casas continuam a ter aquele ar de vivendas onde crianças podem e devem brincar no jardim, mesmo que muitas dessas casas hoje sirvam para pequenos escritórios onde trabalham não mais que cinco a oito pessoas.  Sim, ainda temos aquela impressão de rua puramente residencial.

Numa dessas casas/escritório há essa belíssima trepadeira chamada popularmente de Lágrimas de Cristo.  Floresce abundantemente na primavera e no verão.  Suas flores vão do rosa claro ao branco, mas a característica mais marcante é que há pétalas vermelhas bem no centro dessas flores, corolas vermelhas, que se projetam para fora e para o chão, como podemos ver na foto abaixo.

 

DSC03689Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, DETALHE.

 

Procurando mais informações sobre essa maravilhosa trepadeira que fornece uma verdadeira tela natural dando privacidade à casa, soube que ela também se adapta ao interior das casas, desde que o ambiente seja bastante iluminado e que sejam colocadas em vasos pendentes. A palavra chave aqui é local muito iluminado, porque precisa de muita luz.  O que ela não suporta é frio…  Precisa de suporte para crescer em jardins.

 

DSC03687Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, vista na grade.

 

É uma excelente opção para ser entrelaçada na grade de casa e ser apoiada em cercas.  Há muitos caramanchões que são guarnecidos por essas belas flores.  E com elas pode-se aproveitar mais a sombra no verão.

Não são originárias do Brasil.  Elas vêm da África Central. Para mais informações: Jardineiro.

 

DSC03690Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, vista na grade, pétalas rosas e brancas.




Rio de Janeiro, 453 anos!

1 03 2018

 

 

arpoadorPraia do Arpoador

 

 

assinadaBarra da Tijuca

 

 

escada fundos assinadaEscada dos fundos, Casa de Rui Barbosa

 

 

DSC01567 assinadaParque das Crianças, Jardins do Palácio do Catete

 

 

1-maio1st.jpgPraça Santos Dumont, Gávea

 

 

MIRONGA, Av. RIO BRANCOassinada.jpgRestaurante Mironga, Avenida Rio Branco, Centro

 

 

winterCopacabana no inverno

 

 

Digital StillCameraPescadores na Baía de Guanabara

 

 

DSC08810 assinada.jpgConcerto de choros, ao ar livre, Jardim Botânico

 

 

swanslineupCisnes na Lagoa Rodrigo de Freitas

 

 

Rua Riachuelo assinadaRua Riachuelo, Lapa

 

 

posto12Leblon, posto 12

 

cactus no LemePedra do Leme

 

 

DSC01236.jpgBoulevard Olímpico, Zona Portuária

 

 

micoVida selvagem

 

 

banhistas nas pedrasBanhistas  nas pedras

 

 

rio de janeiro corcovado.jpgCorcovado à noite

 

 





Filhotes fofos : Lêmures

8 10 2017

 

lemur, mae e filhoMãe e filho Lêmure.




Natureza maravilhosa: Irapuru

1 10 2017

 

 

blog-animal-chic-411.pngFoto: Marcelo Camacho

 

Com o nome científico Pipridae filicauda, o Irapuru leva muitos outros apelidos, entre eles Rabo de arame, Tangará, Dançador-de- cauda-fina, e outros. está entre os pássaros brasileiros de cores mais fortes, três: preto (asas e cauda), amarelo (papo) e vermelho(cabeça). E só os machos são coloridos. As fêmeas coitadinhas, tem uma cor única, verde-oliva, e com isso conseguem se disfarçar na folhagem muito mais do que seus parceiros. São naturais da Amazônia, portanto, encontrados nas florestas do Brasil, (Amazônia Ocidental, nos rios Negro e Purus), Peru, Equador, Colômbia e Venezuela.  São pequeninos, atingindo no máximo 10,5 cm no corpo sem contar as penas que fazem o rabo.

 





Chichico Alkmim — o fotógrafo de Diamantina

7 08 2017

 

 

Freiras de um colégio de DiamantinaFreiras de um colégio em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

O Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro está com uma maravilhosa exposição do fotógrafo Chichico Alkmim (1886 – 1978) que se estabeleceu em Diamantina em 1912, montando seu estúdio definitivo em 1919. Autodidata ele fotografou tudo e todos em Diamantina deixando um belíssimo documento da cidade e da história social do Brasil.

 

acv_imgcapa_1492742376Retrato de estúdio, foto de Chichico Alkmim.

 

 

acv_imgcapa_1492741721Retrato de homem, foto de Chichico Alkmim.

 

A exposição apresenta mais de 200 fotografias, das 5.000 fotos em negativos de vidro, que hoje estão sob os cuidados do Instituto Moreira Salles. As fotografias cobrem Diamantina de 1912 a 1950, quando Chichico deixou de fotografar.  Como desenvolveu uma técnica de mais de um negativo sobre uma placa de vidro, calcula-se que haja mais de 10.000 fotos documentando a população e a cidade de Diamantina.

 

Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça ...Parque Municipal de Cavalhada Velha, hoje Praça Doutor Prado, foto de Chichico Alkmim.

 

barBar em Diamantina, foto Chichico Alkmim.

 

acv_imgcapa_1492643856Moças em Diamantina, foto de Chichico Alkmim.

 

Não há como não nos emocionarmos com as fotografias. A exposição é um retrato de um Brasil que já passou, mas que ainda se faz presente culturalmente.  Não sei quantas vezes rodopiei pelas imagens, da primeira à última sala da exposição. Se você se interessa pela história do Brasil, ou pela fotografia não pode perder a oportunidade de conhecer Chichico Alkmim de perto.  E não deixe de assistir ao documentário sobre o fotógrafo, lá mesmo na Instituto Moreira Salles.

 

acv_imgcapa_1492636926Chichico Alkmim fotografado por sua esposa, Miquita.

 

SERVIÇO

Exposição Chichico Alkmim, fotógrafo

Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro

13 de maio a a 1º de outubro de 2017

Curadoria de Eucanaã Ferraz

 

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea.

CEP 22451-040 – Rio de Janeiro/RJ.

Tel.: 21 3284-7400.

Horário de visitação: de terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 11h às 20h.

 

Não perca!





Clube de Leitura de Rio das Ostras

6 07 2017

 

 

19787216_835356063295565_3605760935805239449_oPrimeiro encontro do Clube de leitura de Rio das Ostras.

 

 

Foi com muito prazer que vimos o Clube de Leitura de Rio das Ostras se formar e ter uma promissora primeira reunião.  Sua organizadora é membro do nosso grupo de leitura, Ao pé da letra, que se reúne na cidade do Rio de Janeiro, no quarto domingo do mês.  Lili Moreira, a organizadora em Rio das Ostras  é psicóloga e há anos trabalha com livros e literatura, além do exercício da psicologia.  Carioca, morou no Nordeste brasileiro de onde retém um pequeno cantar na fala.  Voltou há pouco tempo para o nosso estado.  Apesar de residir em Rio das Ostras, continua membro do grupo de leitura Ao pé da letra.

Agitando a cena cultural da cidade praieira, Lili Moreira apostou em abrir um grupo de leitura.  E deu certo.  Parabéns!

O grupo funciona da seguinte maneira: nas reuniões um livro é votado para leitura durante o mês seguinte.  Cada membro lê o livro por sua conta.  Dá-se então o encontro, em dia e hora marcados, e os temas trazidos à tona pela leitura são então discutidos por todos os presentes. Novas sugestões de leitura são consideradas e votadas para o mês seguinte.

Parabéns a todos.  Muito sucesso, que o grupo siga os exemplos do Ao Pé da Letra (um ano e meio de existência) ou do grupo Papalivros (há quatorze anos e meio lendo livros sem interrupção)!








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