Nossas cidades: Caldas Novas

8 10 2019

 

 

 

Inimá de Paula, A pequena ponte, caldas novas, Go, 1978, ost, 55 x 65 cm A pequena ponte, Caldas Novas, 1978

Inimá de Paula (Brasil, 1918 – 1999)

óleo sobre tela, 55 x 65 cm





Nossas cidades: Goiás

2 04 2019

 

 

 

Ana Cristina Elias, Cidade de Goias, sa série Quintas de Goias, Aquarela, 28 x 38 cmCidade de Goiás

[Da série Quintas de Goiás]

Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)

Aquarela, 28 x 38 cm





Nossas cidades: Goiás Velho

8 05 2017

 

 

Antônio Amâncio - Ost representando Goias Velho (artista no MEC) datado 1990 med. 70x50 cmsGoiás velho, 1990

Antônio Amâncio (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela,  70 x 50 cm





Nossas cidades: Cidade de Goiás

19 12 2016

 

 

rua-hugo-ramoselder-rocha-lima-rua-hugo-ramos-tv-40x40-cidade-de-goiasRua Hugo Ramos, cidade de Goiás

Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)

Têmpera sobre vinil, 40 x 40 cm





Nossas cidades: Pirenópolis

2 11 2015

 

ELDER ROCHA LIMA (Brasil, 1928), têmpera de vinil Rua Aurora, Pirenópolis, Go,90 x 70cm 2010Rua Aurora, Pirenópolis, Go, 2010

Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)

têmpera em vinil, 90 x 70 cm





A Primeira Cruz, texto de Ofélia e Narbal Fontes

13 08 2015

 

volpi+mogi+1932+1933Mogi das Cruzes, 1932

Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)

óleo sobre tela

Museu de Arte Moderna

 

 

“Só depois de quatro dias de caminhada, a bandeira saiu da mata e marchou por uma campina até as barrancas do rio Mogi. E como já fosse tarde, armou acampamento ali mesmo. Já ao clarear do outro dia, atravessava o rio a vau com água pelo peito. Os tropeiros tiveram de repartir a carga das mulas e fazer o transporte em duas ou mais viagens. Os negros erguiam os fardos de provisões acima da cabeça e transpunham o rio penosamente… Enquanto isso, Nuno Ramires andava numa extraordinária atividade, confabulando, aliciando a chusma de aventureiros, preparando enfim, com antecedência que lhe parecia necessária, a grande traição…

Assim prosseguiu a bandeira, conseguindo percorrer cerca de cem léguas em trinta dias, por uma trilha conhecida pelos mineiros de Sabará, até que atingiu as barrancas do rio Grande. Aí fez alto. E dentro e pouco havia uma atividade febril no acampamento: o Anhaguera dirigia, pessoalmente, a fabricação de canoas para a travessia do rio.”

 

Em: Gigante de Botas (novela histórica), Ofélia e Narbal Fontes, São Paulo, Saraiva; 1963, p. 49

 

Anhaguera: Bartolomeu Bueno da Silva foi um bandeirante do Brasil colonial e colonizador do Brasil central (Goiás).





O Cântico da Terra , poesia de Cora Coralina

9 04 2015

 

 

antônio ferigno,Lide diária - arredores de São Paulo OST,27 x 42 Circa de 1895Lide diária, arredores de São Paulo, c. 1895

Antônio Ferrigno (Itália, 1863-1940)

óleo sobre tela, 27 x 42 cm

 

 

O Cântico da Terra

 

Cora Coralina

 

Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

 

Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranquila ao teu esforço.
Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.

 

Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

 

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.

 

E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranquilo dormirás.

 

Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.

 








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