Imagem de leitura — Alexander Hugo Bakker Korff

25 05 2017

 

 

Alexander Hugo Bakker Korff ( Holanda 1824-1882) Leitura matutina, desenho, a nanquim aquarelado sobre papel, 22x18

Leitura matutina

Alexander Hugo Bakker Korff ( Holanda, 1824-1882)

desenho, nanquim aquarelado sobre papel,  22 x 18 cm

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Eu, pintora: Thérèse Schwartze

18 05 2017

 

 

Thérèse_Schwartze_005

Autorretrato com palheta, 1888

Thérèse Schwartze ( Holanda, 1851-1918)

óleo

Uffizi, Florença





Imagem de leitura — Ralf Heynen

11 05 2017

 

 

ralf-heynen(Holanda, 1978)Judith, 2012, Mulher lendo, ost livroRalf Heynen, 60 x 50 cmJudith, 2012

[Mulher lendo livro]

Ralf Heynen (Holanda, 1978)

óleo sobre tela, 60 x 70 cm





Imagem de leitura — Lizzy Ansingh

10 04 2017

 

 

Lizzy Ansingh (1875-1959) Lezende vrouw met modieuze hoed

Moça lendo com chapéu da moda

Lizzy Ansingh (Holanda, 1875-1959)

óleo

 





Minutos de sabedoria: Banana Yoshimoto

14 03 2017

 

 

 

het boek 2008

Hot book, 2008

Yvonne van Woggelum (Holanda, 1951)

acrílica sobre tela, 100 x 120 cm

 

 

 

“A felicidade consiste também em não perceber que na realidade todo mundo está só.”

Banana Yoshimoto

01-00064910000001 - MAHOKO YOSHIMOTO, SCRITTRICE GIAPPONESE IN ARTE "BANANA"

Banana Yoshimoto

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Palavras para lembrar — Mark Twain

3 09 2016

 

 

Hans van Meegeren (holandaa, 1880-89-1947) Retratro de Paulina Viola de Boer, 1944. Ost, . 115 x 117 cm Retrato de Paulina Viola de Boer, 1944

Hans van Meegeren (Holanda, 1889 -1947)

óleo sobre tela, 115 x 117 cm

 

 

“Meus livros são água; as obras dos grandes gênios são vinho — todo mundo bebe água.”

 

 

Mark Twain





Lamparina, soneto de Jorge de Lima

21 05 2016

 

 

stom-aSenhora idosa e menino à luz de vela

Mathias Stom (Holanda(?) Bélgica (?), c. 1600 — depois de 1652)

óleo sobre madeira, 58 x 71 cm

Birmingham Museums Trust, Birmingham, Inglaterra

 

 

 

Lamparina

 

Jorge de Lima

 

Põe azeite na tua lamparina

Para que a treva eterna se retarde.

A tarde há de ensombrar a tua sina

E a Morte é indefectível como a tarde.

 

Observa: a sua luz não tem o alarde,

Que as combustões de súbito confina.

O fogaréu indômito ilumina,

Mas, quase sempre, em dois instantes arde.

 

A lamparina, entanto, muito calma,

— Luz pequenina, que parece uma alma,

Que à Grande Luz celestial se eleva –,

 

Espera nesse cândido transporte,

Que, extinto sendo o azeite, chegue a Morte,

Que a luz pequena para a Grande leva.

 

 

Jornal do Comércio, Maceió, 26 set. 1917

 

 

Em: Poesias Completas, Jorge de Lima, vol. I, Rio de Janeiro, Cia. José Aguilar Editora: 1974.p. 52








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