Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

24 04 2020

 

 

 

RENATO MEZIAT (Brasil, 1952)Girl From Ipanema, Acrílica stela, 2000,60 x 80 cmGirl From Ipanema, 2000

Renato Meziat (Brasil, 1952)

acrílica sobre tela, 60 x 80 cm





O verde do meu bairro: Acácia amarela

27 02 2019

 

 

 

20190207_142417 assinadaAcácia amarela, Rua Visconde de Pirajá, Ipanema, Rio de Janeiro.

 

 

Acácia amarela não é natural do Brasil, apesar de aparecer com seus espetaculares cachos de flores amarelas em grande parte das cidades do país.  Natural da Índia ela encontra clima e condições semelhantes em diversas partes do território nacional.  Também chamada de chuva de ouro, ou cássia-imperial, é árvore que atinge de 6 a 8 metros, desabrochando com flores em cachos de setembro a fevereiro, numa espetacular exuberância de amarelo. Flores perfumadas, em cachos pendentes de quase meio metro de comprimento. Gosta de sol, exige pouca água e prefere solo rico em matéria orgânica, mas não  é fácil de transplantar.  Portanto,  escolha um lugar e não pense em mudá-la dali. A melhor época para o plantio é na primavera, quando o clima está mais ameno e acácia-amarela corre menos risco de desidratação.  Em jardins é usada como planta isolada em meio à gramados; também em praças e calçadas pois não apresenta raízes agressivas.  Clima tropical, subtropical. A temperatura ideal para ela está entre 18-25 graus centígrados. Não tolera o frio.

 

 

 





Rio de Janeiro à beira da Guanabara

22 02 2019

 

 

 

João Batista da Costa - Praias de Ipanema e Leblon - Oleo sobre tela - 1918.Praias de Ipanema e Leblon, c. 1880

João Batista da Costa (Brasil, 1865- 1926)

óleo sobre tela





O verde do meu bairro: Ipê rosa

2 07 2018

 

 

 

gal osorio junho 2018 assIpê rosa em flor, Praça General Osório, Ipanema, Rio de Janeiro.

 

Ipê rosa, [androanthus heptaphyllus] é árvore original das regiões tropical e subtropical. É nativa das Américas Central e Sul, podendo ser encontrada entre o sul do México ao norte da Argentina. Floresce de maio a agosto. Sua madeira é preciosa. Chega a 30 metros de altura e seu tronco pode ter uma circunferência de 90 cm. Precisa de abelhas e pássaros para polinização.





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

18 05 2018

 

ALFREDO GALVÃO - PAISAGEM DO RIO, ÓLEO SMADEIRA, DATADO 1962, MEDINDO 23 X 15 CMPaisagem do Rio, [Praia de Ipanema], 1962

Alfredo Galvão (Brasil, 1900 – 1987)

óleo sobre madeira, 23 x 15 cm

 

 





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

15 07 2016

 

 

Linda Valente, O Cara do Mate, 2010, ast, 200x150cmO cara do mate, 2010

Linda Valente (Brasil, 1982)

acrílica sobre tela, 200 x 150 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

12 06 2015

 

 

RUBEM DUAILIBI - Três VW em Copacabana e Ipanema - Acrílico s tela colado e silk-screen - 100 x 100 cm - ass. inf. direito e verso - 2008 -Três VW em Copacabana e Ipanema, 2008

Rubem Duailibi (Brasil, 1935)

Acrílica e silkscreen colada sobre tela, 100 x 100 cm

 





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

8 08 2014

 

 

QUIRINO CAMPOFIORITO (1902 - 1993)Praia do Leblon,1977,ose, 24 x 37Praia de Ipanema e Pedra do Arpoador ao fundo, 1977

Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)

óleo sobre eucatex, 24 x 37 cm

 





Dia 2: O céu de hoje, desafio da escrita, #PHpoemaday

2 06 2014

 

 

 

TúlioMugnaini (Brasil, 1895-1975), Ipanema, sd,Óleo sobre tela, 54x 72cmColeção ParticularIpanema, s.d.

Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)

Óleo sobre tela, 54x 72 cm

Coleção Particular

 

O céu de hoje

 

Leblon. Fim de madrugada. Manhã escura de outono. O sol às minhas costas acorda preguiçoso. De onde estou não distingo nem mar, nem céu. Só escuridão. Diversos tons de cinza me envolvem. O horizonte se apaga na distância. Resta a sombra assustadora, enegrecida e fria, soturna e altaneira do penhasco Dois Irmãos. Será um belo dia, céu limpo. E, no entanto, quando a luz se faz brilhar, não consigo esquecer a impávida presença da pedra fria, fatídica, nefasta, molhada, sinistra e escarpada, guardiã eterna do meu paraíso.

Nem tudo é festa no Rio de Janeiro.

 

©Ladyce West, Rio de Janeiro: 2014








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