Rio de Janeiro, minha cidade natal!

24 03 2017

 

 

 

GARCIA BENTO -Praça XV, O.S.T, assinado no canto inferior direito e datado de 1925, 50x60 cm.

Praça XV de novembro, 1925

Garcia Bento (Brasil, 1897-1929)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

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Nossas cidades: Niterói

13 02 2017

 

 

 

estevao-silva-1844-1894-pedra-de-itapuca-niteroi-oleo-smadeira-ass-e-datado-cid-39-x-65-cm

Pedra de Itapuca, Niterói, 1939

Estevão Silva (Brasil, 1844 – 1894)

óleo sobre madeira,  39 x 65 cm

 





História Pátria, poema de Oswald de Andrade

2 06 2011

Marinha, 1986

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo sobre tela, 20 x 60 cm

História Pátria

………..Oswald de Andrade

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Aventureiros

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Bacharéis

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Cruzes de Cristo

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Donatários

Lá vai uma barquinha carregada de

…………………………………….Espanhóis

…………………………………….Paga prenda

…………………………………….Prenda os espanhóis.

Lá vai uma barquinha carregada de

…………………………………….Flibusteiros

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Governadores

Lá vai uma barquinha carregada de

……………………………………Holandeses

Lá vai uma barquinha cheinha de índios

Outra de degredados

Outra de pau de tinta

……….Até que o mar inteiro

……….Se coalhou de transatlânticos

……….E as barquinhas ficaram

……….Jogando prenda com raça misturada

……….No litoral azul do meu Brasil.

Retrato de Oswald de Andrade, 1922

Tarsila do Amaral ( Brasil 1886-1973)

óleo sobre tela

 

 

José Oswald de Sousa de Andrade Nogueira (São Paulo,1890 — São Paulo, 1954) foi um escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro.  Foi um dos promotores da Semana de Arte Moderna de 1922 em São Paulo, tornando-se um dos grandes nomes do modernismo literário brasileiro.

Obras:

Os Condenados (trilogia), romance, 1922-1934

Memórias Sentimentais de João Miramar, romance, 1924

Pau-Brasil, poesia, 1925

Primeiro Caderno do Aluno de Poesia Oswald de Andrade,poesia, 1927

Serafim Ponte Grande, romance, 1933

O Homem e o Cavalo, teatro, 1934

A Morta, teatro, 1937

Rei da Vela, teatro, 1937

 Marco Zero à Revolução Melancólica, romance, 1943

 Cântico dos Cânticos para Flauta e Violão, poesia, 1945

 O Escaravelho de Ouro, poesia, 1945

 O Cavalo Azul, poesia,1947

Manhã, poesia, 1947





11 de junho: Batalha Naval de Riachuelo

11 06 2009

Batalha_riachuelo_victor_meirelles, Museu Histórico Nacional

 

Batalha do Riachuelo,  1872

Victor Meirelles ( SC, 1832- RJ, 1903)

Óleo sobre tela – Monumental: 400 cm x 800 cm

Museu Histórico Nacional,  Rio de Janeiro

 

—–

 

Batalha do Riachuelo, travou-se a 11 de Junho de 1865 às margens do rio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina.  Considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes batalhas da Guerra do Paraguai (1864-1865).

Victor Meirelles; ou Victor Meireles; ou Vitor Meirelles, ou ainda Vitor Meireles

 

Victor Meirelles de Lima (Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis SC 1832 – Rio de Janeiro RJ 1903). Pintor, desenhista, professor. Inicia seus estudos artísticos por volta de 1838, com o engenheiro argentino Marciano Moreno. No ano de 1847, muda-se para o Rio de Janeiro e se matricula na Academia Imperial de Belas Artes –  onde, em 1849, inicia o curso de pintura histórica. Em 1852 ganha o prêmio de viagem ao exterior e no ano seguinte segue para a Itália.  Em Roma freqüenta, em 1854, as aulas de Tommaso Minardi (1787 – 1871) e, posteriormente de Nicola Consoni (1814 – 1884), com quem realiza uma série de estudos com modelo vivo. Com a prorrogação da pensão que lhe fora concedida continua sua formação estudando em Paris onde, em 1857, matricula-se na École Superiéure des Beaux-Arts [Escola Superior de Belas Artes], freqüentando as aulas de Leon Cogniet (1794-1880) e, em seguida, recebendo orientações de seu discípulo Andrea Gastaldi (1810-1889). Durante o período em que permanece no exterior corresponde-se com Porto Alegre (1806 – 1879). Retorna ao Brasil em 1861 e, um ano depois, é nomeado professor de pintura histórica da Aiba. Entre os anos de 1869 e 1872 executa duas grandes telas, Passagem do Humaitá e Batalha de Riachuelo. Em 1879 participa da Exposição Geral de Belas Artes, expondo a Batalha dos Guararapes ao lado da Batalha do Avaí de Pedro Américo (1843 – 1905). A apresentação das duas obras gera grande polêmica e um intenso debate no meio artístico. A partir de 1886 passa a se dedicar à execução de panoramas. Entre eles destacam-se: o Panorama Circular da Cidade do Rio de Janeiro, feito na Bélgica, juntamente com Henri Langerock (1830 – 1915) e Entrada da Esquadra Legal no Porto do Rio de Janeiro em 1894, produzida nesse mesmo ano.








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