Nossas cidades: Niterói

26 11 2019

 

 

 

OSWALDO TEIXEIRA (1904-1975). Trecho do Forte de Gragoatá em Niterói, óleo s tela, 46 X 55.

Trecho do Forte de Gragoatá em Niterói

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904 – 1975)

óleo sobre tela, 46 X 55 cm

 





Domingo, um passeio no campo!

11 08 2019

 

 

OSWALDO TEIXEIRA,Paisagem de Petrópolis;oleo sobre tela. Ass. loc. Petrópolis inf.esq. 61 x 75 cm. Com carimbo do 8º Salão Paulista de Belas Artes 1948Paisagem de Petrópolis, c. 1948

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905 – 1978)

óleo sobre tela,  61 x 75 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

23 01 2019

 

 

 

oswaldo teixeira (1905 – 1974) “vaso de flores”. o.s.t. - 65 x 82 cm.Flores e frutas

Oswaldo Teixeira (  Brasil, 1905 – 1974)

óleo sobre tela, 65 x 82 cm.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

15 03 2017

 

 

 

Oswaldo Teixeira(1904-1974) Nat,Morta, 1946,ost,61x70cmNatureza morta, 1946

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1974)

óleo sobre tela, 61 x 70 cm

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Domingo, um passeio no campo!

6 03 2016

 

 

OSWALDO TEIXEIRA (1904-1975). Paisagem com Ipê Roxo nas Margens do Rio Piabanha - Petrópolis, óleo s tela, 64 X 80. Assinado e datado (1943) no c.i.d.Paisagem com ipê roxo às margens do Rio Piabanha, Petrópolis, 1943

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1975)

óleo sobre tela, 64 x 80 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 02 2015

 

OSWALDO TEIXEIRA (1904-1975).Peras. Cálices, Jarro e Vaso em cerâmica, óleo s tela, 40 x 53. Assinado, datado (1933) e localizado (Rio)Peras, cálice, jarro e vaso de cerâmica, 1933

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1975)

óleo sobre tela, 40 x 53 cm





Maria-sem-tempo, texto de Domício da Gama

24 04 2014

TEIXEIRA, Oswaldo,Mulher,osm, 1965,55 x 43 cmMulher, 1965

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905-1974)

óleo sobre madeira, 55 x 43 cm

Maria-sem-tempo

Domício da Gama

Era magra, pequena, escura. Tinha a extrema humildade dos que vivem longos anos sob o céu destruidor, sem pensar ao menos em resistir à sorte, com a passividade inerte da folha que o vento rola pelos caminhos. Era assim mirrada e seca e sombria, como se tivesse perdido a seiva ao ardor dos estios, como se guardasse das noites sem estrelas o negrume cada vez mais denso.

Era louca, porque só tinha uma idéia, e a criatura humana pode não ter idéias, mas não pode ter uma só. A sua era o angustioso desassossego das maternidades malogradas. Perdera um filho e o procurava. Andava pelos caminhos para buscá-lo e só levantava a voz para chamá-lo, ansiosamente, carinhosamente: “Luciano! Meu filho!…” E escutava longo tempo por trás nas cercas, no aceiro dos matos, à entrada dos terreiros das fazendas, nos desertos e nos povoados, onde quer que a levasse a sua dolorosa esperança. Aquela figura miserável, toda feita num gesto indagador, com a mão abrigando os olhos, à espreita, ou levantando o xale que lhe encobria a cabeça de cabelos hirtos, para ouvir melhor a resposta ideal, aquela encarnação de um desejo sempre iludido enturvava o esplendor do mais radioso meio-dia.

Em: Flor do Lácio,[antologia]  Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário), p. 99








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