Quando Picasso morreu…

23 03 2016

 

self-portrait-with-paletteAutorretrato com palheta, 1906

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Philadelphia Museum of Art

 

 

“Quando Picasso morreu, há 43 anos e aos 91 de idade, deixou um número surpreendente de obras — mais de 45.000 ao todo. (“Nós teríamos que ter que alugar o Empire State Building para acomodar todas as obras”, disse Claude Picasso quando o inventário terminou.) Havia 1.885 quadros, 1.228 esculturas, 7.089 desenhos, 30.000 gravuras, 150 cadernos de desenhos, 3.222 trabalhos em cerâmica.  Havia um vasto número de livros ilustrados, gravuras, e tapeçarias.”

Vanity Fair

 

[tradução é minha]

 

Ninguém pode dizer que Picasso não trabalhou.  Frequentemente sou perguntada sobre quantos quadros um pintor pode pintar por dia.  É muito pessoal. Picasso não só trabalhou incessantemente, como teve uma vida produtiva muito longa.





Imagem de leitura — Pablo Picasso

31 08 2015

 

woman-reading-olga-1920.jpg!BlogOlga lendo, 1920

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

carvão sobre papel, 100 x 73 cm





Imagem de leitura — Pablo Picasso

30 06 2015

 

 

picassoTrês banhistas, agosto de 1920

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

pastel, óleo, tinta e grafite sobre papel,  47 x 61 cm

Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York





Imagem de leitura — Pablo Picasso

5 05 2015

 

 

12-Picasso-femme-couchee_cropMulher recostada lendo, 1960

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela, 130 x 196 cm

Modern Art Museum of Fort Worth, Tx





Imagem de leitura — Marie Laurencin

30 04 2015

Apollinaire_Guillaume_par_Marie_Laurencin_51_miniGuillaume Apollinaire e seus amigos, 1908

Marie Laurencin (França, 1883 — 1956)

óleo sobre tela

Museu de Baltimore, Md

Da esquerda para a direita: Pablo Picasso, Marie Laurencin, Guillaume Apollinaire e Fernande Olivier.





Em três dimensões: Pablo Picasso

28 04 2015

chicago_picassoSem título, 1967

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

Aço, 15 metros de altura

Daley Plaza, Chicago, Illinois, US

Picasso doou a escultura à cidade de Chicago.  Inicialmente houve muita crítica dos habitantes da cidade à escultura.  Até então Chicago tinha por esculturas em lugares públicos pessoas de valor histórico para o local.  No entanto, hoje é adorada pelos habitantes e a praça onde se situa é ponto de encontro em todas as estações do ano.





Dia 6: Azul, desafio da escrita, #PHpoemaday

6 06 2014

 

 

Old_guitarist_chicagoO velho violeiro, 1904

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela, 122 x 82 cm

The Art Institute, Chicago

 

Tema: Azul

 

Azul o quê?

Não sou fã da cor azul.
Só no céu.
De preferência como pano de fundo
De uma frondosa bananeira,
De uma grande mangueira,
De pitangueiras e jabuticabeiras.
Por trás de uma montanha,
Enquadrando a paisagem bucólica,
Ou contrastando com um flamboyant.
Não há rosas azuis. Nem tulipas.
Nem comidas, nem bebidas.
Fruta tropical não se passa por azul.
Nem o mirtilo que é roxo e europeu.
A baleia azul, não o é…
Tampouco é o “blue cheese”.
Azul para mim é uma cor triste.
Não sou a única.
Picasso triste é azul.
No Irã é a cor do luto.
É a cor do nada, na televisão…
Indefinível, precisa de companhia para existir:
Azul-bebê, azul- turquesa, azul-marinho, azul-celeste, azul-anil,
Azul cobalto, azul-ardósia, azul-petróleo, azul-aço, azul-cadete,
Azul-pólvora, azul meia-noite, azul-furtivo, azul da Pérsia.
Em inglês, significa tristeza.
Are you feeling blue?
Não. Não estou deprimida”, respondo.
Estou verde e amarela…

©Ladyce West, Rio de Janeiro, 2014

 

 

 








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